MALTA– os Momentos Altos (e Lows) da TV deste Ano – por Cristiano Maciel

Então muito boa tarde e antes de mais, boas festas para todos. Estamos a caminhar para o fim deste ano, e estamos também numa óptima altura para fazer uma retrospectiva em relação à TV de 2012. Posto isto, estas são as minhas escolhas:

  • Melhor série: Sherlock

Para ser sincero, ainda estou um pouco atrasado em relação a Homeland (não por desinteresse, mas mais por falta de tempo – ou má organização do tempo), por isso, e porque não quero estar a eleger nenhuma série sem a ter acabado, o meu voto vai para Sherlock. Esta série teve uma segunda temporada espectacular, com um primeiro e terceiro episódios de tirar o fôlego. Sherlock, a adaptação moderna de algumas obras de Sherlock Holmes, é uma série britânica que vale verdadeiramente a pena.

  • Melhor episódio: Blackwater, Game of Thrones

Depois de uma espectacular primeira temporada e um não-tão-espectacular início de segunda temporada, eis que, a um episódio do fim, Game of Thrones nos presenteia com esta peça épica de televisão. Assemelhando-se um pouco à Batalha de Helm’s Deep do segundo filme do Senhor dos Anéis, esta batalha, que praticamente ocupou o episódio todo, torna Blackwater, sem qualquer dúvida, um dos melhores episódios da televisão americana de 2012. Continuar a ler

Cemitério de Séries #2 – Diário de Séries de uma doente em casa

Depois de ter sido tão bem recebida aqui no Imagens Projectadas -Obrigada pelos comentários ao último post!-, fiquei doente e confinada à minha casa durante 3 dias.

Ora, este é um diário de bordo das séries que vi na televisão, ou ‘meio’ vi, enquanto estava no sofá com benurons em cima, devidamente classificadas porque eu levo isto muito a sério

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Codename: Apostas

Então muito boa noite, caros leitores, leitoras e aliens assexuados que estão a vaguear pelos registos passados da Internet. Sim, tenho uma obsessão por aliens que viajam no tempo. Principalmente se forem de Gallifrey. Problema?

Hoje trago-vos material novo, material que vocês conhecem e material que qualquer pessoa com dois dedos de testa dispensaria. E esse último material é Touch. Não vou alongar-me sobre isso e sinceramente nem sei porque é que estou a mencionar a série, mas sinto inconscientemente uma vontade de desabafar e procurar nas palavras coragem para ver os oito agonizantes – suponho – episódios que me faltam. Existem aquelas pessoas que já devoraram os doze episódios deliciosamente (não sei o que se passa com vocês, a sério). Depois existem aquelas pessoas que me dizem “Já comecei a ver Touch e adorei, mas porque é que o rapazinho não fala? Eu quero que ele fale!” (como se a ideia da série fosse o rapaz ter de falar). “Vi os três primeiros episódios da série, agora vejo o último e tá feito!”, continua. Faz todo o sentido, pois claro. Ah, e depois existo eu, que mesmo não gostando da série, quer perder umas horas a ver os episódios que faltam. Enfim.

Parte má despachada, falo-vos agora da parte boa: Awake. Demorei a ver a série mas adorei-a. O episódio final tem umas cenas muito maradas (foi palavra mais apropriada de que me lembrei) mas de forma geral é muito bom. Os últimos minutos deixam em aberto várias ideias que vão muito para além da ideia comum “afinal aquilo era tudo um sonho?”. Mesmo com vida curta, aconselho vivamente a série.

Passando agora para o material novo, quero-vos falar de três séries que estão nos meus planos futuros. Continuum é uma série canadiana do canal Showcase que já vai com dois episódios exibidos de uma temporada de 10. A história acompanha Kiera Cameron, que é transportada do ano 2077 para 2012 com o intuito de perseguir um grupo de terroristas que voltaram atrás no tempo para escapar das suas execuções. Para os conseguir capturar, Kiera junta-se à polícia e conta com a ajuda de um jovem perito da informática. Aparentemente é material do que eu gosto e numa das próximas crónicas irei certamente colocar a minha opinião acerca da série.

Outro plano futuro chama-se Defiance, que introduz o conceito inovador de juntar uma série com um jogo de tiro multiplayer online. O jogo será lançado com o objectivo de actuar como uma extensão da história a ser desenvolvida na série, que se passa 35 anos depois da chegada de aliens à Terra e que gerou um conflito armado entre eles e os humanos, em disputa da posse do planeta. A série, segundo o que eu percebi, não retratará o conflito em si (para isso temos Falling Skies), mas sim o processo procedente de restauração. Defiance irá estrear algures em finais de 2012/início de 2013.

Finalmente, temos Revolution, que já foi mencionada mais que uma vez aqui no Imagens Projectadas por outros cronistas. A estrear mais para o fim do ano, a série retrata um mundo onde a electricidade desapareceu. Sim, é isso. Agrada-me o conceito, mas sinceramente, e não querendo mesmo ser pessimista, soa-me a desastre. Outro desastre tal como FlashForward, The Event ou Terra Nova. Todas agradavam no início e nenhuma delas prosperou. É esperar para ver, meus amigos.

Por fim, e como aparte, a imagem do início do post é de Continuum, mas tanto poderia ser uma imagem de Defiance ou Revolution. Ainda não vi nenhuma delas e tinha que escolher uma imagem de qualquer forma, por isso ficou essa.

E pronto, já me alonguei mais que o costume, por isso fico-me por aqui. Em Julho espero estar de volta para uma nova crónica onde prometo falar sobre vários assuntos e algumas temáticas. Até à próxima, então!

Upfronts 2012 – Fox : O síndrome das sextas e poucas novidades…[act.]

A Fox é talvez o canal que este ano menos surpresas nos vai trazer, com um alinhamento em parte vencedor, todas as más prestações foram dispensadas para dar lugar a poucas séries novas. A grande novidade é mesmo aquilo que a Fox já nos habitou, mandar séries de ficção cientifica, ou quase, para as sextas e Touch é o novo Fringe. A partir daqui segue o alinhamento da fall season:

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Codename: Recomendação

Alcatraz desiludiu e Touch não é tão bom como prometia (que é, basicamente, uma forma mais leve de dizer que está a desiludir), mas hoje vou fugir um bocado ao mainstream e falar de outras séries. Ah, e olá!

Na crónica passada disse-vos que ia começar a ver uma série nova que pelo feedback que fui recebendo ao longo do tempo só podia supor que era épica. E é. Mais ou menos. Para já, é bastante boa. Essa tal série que comecei a ver é Dexter. Para já só vi a primeira temporada e gostei muito do que vi. Não sei se só aconteceu comigo, mas encontrei algumas semelhanças em relação a Breaking Bad, tanto no uso de planos inusitados como na forma como a história é contada.

Vamos agora atravessar o Atlântico para que eu vos possa falar de uma espectacular produção britânica, que já mencionei na minha primeira crónica: Primeval. Monstros pré-históricos a atravessar portais temporais para irem parar aos tempos modernos. É como Jurassic Park com viagens no tempo. E mais britânico. Não quero estar aqui a tomar nenhuma posição antiamericanista, mas tenho quase a certeza que os Estados Unidos estragariam uma premissa como esta em meia dúzia de episódios. De facto, a premissa soa um bocado ridícula, mas Primeval sabe usá-la e transforma-se numa das minhas séries favoritas. Com as suas temporadas curtas e as mudanças dinâmicas de personagens (só dois personagens se mantêm fixos durante as cinco temporadas), Primeval é uma série que os amantes de acção e sci-fi não podem ignorar. Aproveito para dizer também que está a ser produzido um spin-off canadiano desta série (por favor, não a estraguem!), com Niall Matter (Eureka) e Sara Canning (The Vampire Diaries) nos papéis principais.

Continuando com as séries britânicas em cima da mesa, Doctor Who já mostrou o primeiro trailer para a 7.ª temporada, que estreia lá para o quarto trimestre do ano e que eu já anseio terrivelmente. Foi também anunciada a nova companheira do Doutor, que será interpretada por Jenna-Louise Coleman, uma actriz relativamente desconhecida que trabalhou numa outra série que está agora a ser transmitida – Titanic. Não sou grande fã desta história mas já vi o primeiro episódio e gostei, no entanto, só vou conseguir formar uma opinião mais consistente com os próximos episódios.

Para finalizar, acrescento que tal como me tinham dito, Parks and Recreation melhora muito a partir da segunda temporada. Tal como Community é uma série de comédia inteligente, Parks and Recreation uma série de comédia feliz, que não nos deixa a rir às gargalhadas, mas que nos deixa com um sorriso no rosto.

E pronto, hoje fico-me por aqui. Retiro-me para tentar estudar e para ir ver mais uma vez o trailer da nova temporada de Doctor Who. Com licença. Até à próxima.

The Moodys Effect V – Vamos falar de qualquer coisa…

Antes de mais feliz ano novo a quem nos acompanha e aos outros também, que são feios e não vão ler isto. A tarefa mais complica de se fazer uma cronica mensal é chegar ao dia em que se devia publicar e não ter a mínima ideia do que escrever, portanto vamos abandalhar isto e começar o ano com qualquer coisa… Sendo assim vamos fazer uma incursão parva pelo que se passou no meu pc, a nível de séries, não sejam obscenos nesses pensamentos. Jump!! (é aquele momento em que tenho de meter uma linha para vos obrigar a clicar no artigo e ler o resto…  e assim contar para as estatísticas.)

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