Monday’s Morning Mirror #13 – O fim da era do caviar…

Boas noites, população residente no Seixal. E arredores…Tudo bem com vocês? Ora ainda bem que não dizem nada, que não se perde muito tempo em conversa da treta. Eu estou bem, obrigado por perguntarem. Vamos ao que interessa? Então toca a descer um bocadinho a pági…eu disse que era um bocadinho. Agora não lêem isto.

O pior de um cronista é não ter tema. O melhor para os leitores dos bons cronistas é que os mesmos não possuam tal. Como eu não sou, vou ver se arranjo algo que falar. 2004. Uma transição rápida até lá…

Estreia, na televisão, uma enxurrada de séries. House principiava, Lost envolvia-nos, Veronica Mars apaixonava a minha namorada, Boston Legal divertia-nos e Desperate Housewives arrebitava o cu das trintonas. Ah! Ainda tivemos Deadwood e Entourage (com The Office, Battlestar Galactica, Grey’s Anatomy e Weeds ainda a ficarem reservados para a Mid Season que, no fundo, pertence ao ciclo de 2004). No fundo, e olhando para as séries que caracterizam a TV nestes anos que passaram, 2004 foi o apogeu da, por alguns intitulada, época de ouro da televisão.

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The Moodys Effect #9 – Como rir ainda é o melhor remédio

Numa semana que não tem sido fácil é normal deixar aquilo que nos distrai de lado  e as preocupações ocupam-nos o tempo todo. Sou fã de séries, mas não me considero viciado e apesar de seguir umas 30 séries (não é viciado… diz ele) mas metade está por ver e só uma meia dúzia realmente sigo com regularidade semanal. E esta semana ao tentar escolher um tema olhei para a lista das séries e percebi que há um género que me faz alguma falta, as comédias e é sobre a sua presença ou não no quotidiano que vou falar hoje. Porque rir é preciso e 20 minutos não é assim tanto tempo.

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Monday’s Morning Mirror #10 – NBC (Nenhuma besta é culpada)

Ora boa noite a todo o vasto auditó…esperem. Não, são meninos giros, meninas bonitas, que visitam este blog. Não precisam de ser comparados a um auditório, onde existem pessoas com verrugas no pescoço, ali na junção da nuca e das costas. Então, tudo bem pelos recantos de vossas casinhas? Ainda bem. Vamos ao que interessa? Vamos. (…)

Pronto, tratado o sexo, vamos escrever.

Desta vez vamos falar do tema que mais gente adora e toda a gente já fez: bater nos mortos. Género um TWD mas com um drama mais rápido do que procurar uma rapariga enfiada num celeiro, género: “Aonde está o Pedro? (sendo o Pedro um bebé com um lenço sobre a cabeça)…Está ali!!!”. Não, será bater num morto que, apesar de tudo, continua muito vivo. Mas a NBC é cada vez um canal a falecer, género um paciente de House que está prestes a morrer por danos do fígado, que causa olhos amarelos. E aqui será este marmanjo será o Chase: o gajo mais sexy e com um sotaque australiano da série.

A NBC sempre foi um canal minimamente engraçado. Teve Friends. Teve a primeira temporada de Heroes. Tem Community. Teve a segunda temporada de Chuck. Teve ER. Teve Get Smart. E teve a primeira temporada de FNL. O canal teve talvez o maior sucesso com Friends, e a partir daí foi mais ou menos género uma torre da babilónia a cair, a cair, a cair…

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