Inutilidade Audiovisual #3

Bom dia meus pequerruchos! A batalha foi árdua para vos trazer mais uma crónica. Pelo meio dos infortúnios e dos atarefados costumes, estava muito decidido a escrever sobre um tema que me deixou arreliado.

Há realmente coisas que eu não sei porquê que acontecem. Não sei se pelo argumentista ter um défice mental acelerado, se por o realizador gostar de comer doses de sal de carbalítium ao jantar ou simplesmente porque a produtora quer assassinar a série, então decide lançar o cliffhanger mais merdoso e indeciso de sempre.

Até o Neal fica estúpido.

White Collar, último episódio que foi para o ar. Season Finale.

Desde o início da série que eu tenho sido dos mais acérrimos defensores. Acho que a história, apesar de não ser nova, está extremamente interessante, os atores têm uma óptima intrusão e a estrutura narrativa tem um bom subplot. Isto é, existe a história do reincidente meliante que ajuda o FBI a resolver casos, mas, juntamente com essa linha narrativa, há um subplot que explora uma história paralela e continuamente trabalhada, episódio após episódio. É a existências destas duas linhas narrativas que, no meu ponto de vista, tornam a série tão interessante, isto porque, séries como “Game of Thrones” (olha a pilada para o próximo mês…), segundo a eloquência de Slavoj Zizek, têm o mal de ter as linhas de ação pouco definidas (eu depois explico melhor este ponto).

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