MALTA– os Momentos Altos (e Lows) da TV deste Ano – por Miguel Bento

MALTA– os Momentos Altos (e Lows) da TV deste Ano - por Pedro Rodrigues

Quando olhamos para o ano em revista a nossa tendência é ir rapidamente buscar aquelas séries que são muito mediáticas, aquelas que todos adoram e alguns flops épicos. Como sou dos últimos a chegar a esta revista do ano vou tentar sair um bocado da linha e recordar algumas das séries ou momentos que não sendo tão mediáticos deixam alguma marca. Para mim este foi mais um ano de séries inglesas que americanas, sobretudo o aumento de qualidade das primeiras e o marasmo cada vez mais evidente das segundas. Venham comigo viajar pelo ano de 2012.

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MALTA– os Momentos Altos (e Lows) da TV deste Ano – por Sara Deodato

Eu sou um bocado suspeita para estar a falar de séries assim como uma especialista, dizendo o melhor e pior do ano, visto que que só este ano é que realmente me agarrei às séries. Sim, sempre fui menina de ver filmes e nunca sentia a vontade de me comprometer em ver todos os episódios de uma série. Dava muito trabalho.

Depois lá decidi que era tempo de me agarrar a estas coisas e comecei a ver séries que, ou já estavam na minha lista há meses (ou anos) ou que me foram aconselhando ao longo do ano. Por isso é que, provavelmente, vão achar estranhas algumas das minhas escolhas, mas hey, foi o que andei a visionar este ano, tá? Além disso, eu sou uma pessoa complicada de escolher apenas uma coisa de que goste, logo vai haver mixordias para aqui. Continuar a ler

MALTA – os Momentos Altos (e Lows) da TV deste Ano – por Jorge Nascimento

Hoje foi o dia dos Jorges por isso agora toca-me a mim fazer algumas escolhas relativamente aos melhores e piores do ano. No entanto, primeiro um aviso, pois o texto que se segue pode conter spoilers para as seguintes séries: Doctor Who e Misfits. E agora, sem mais delongas:

  • Melhor Série: Doctor Who

Depois de uma espera de quase um ano, Doctor Who regressou aos nossos ecrãs com uma promessa de um formato ligeiramente diferente para a primeira parte desta nova temporada. Os episódios tiveram uma escala mais épica, foram recheados de grandes momentos, enquanto ao mesmo tempo foram mais contidos que as duas temporadas anteriores. Ao passo que a temporada 5 se focou nas fendas que existiam no Universo e a temporada 6 na morte do Doctor e nas origens da River Song e tudo o que com isso se relacionava, os episódios emitidos este ano foram peças brilhantes que nos trouxeram as últimas aventuras do Rory e da Amy, a exibição de uma faceta mais negra do Doctor e sublinharam ainda mais as relações entre estas três personagens e as influências que todos tiveram na vida uns dos outros. Por fim, no mais recente Especial de Natal foi-nos introduzida a nova companheira de viagens e aventuras Clara, interpretada pela bela Jenna-Louise Coleman, que traz uma nova e interessante dinâmica à série. As expectativas para 2013 estão no máximo, tanto pelo resto da temporada 7, como pela celebração do 50º aniversário da Série!

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Hits & Flops #10 – Last Resort, Misfits e Hunted

Olá a todos, sejam bem-vindos à coluna de opinião (nome engraçado e comprido) do Imagens Projectadas. Todos os domingo eu, Miguel Bento, e o António Guerra , traremos os Hits e os Flops da semana que passou. O melhor e o pior em termos de televisão americana e britânica. Por isso, e sem mais atrasos, vamos embora ao que interessa.

Numa semana em que as eleições americanas mandaram algumas séries de férias também entramos na fase do limite critico de algumas séries onde tudo pode acontecer ‘o maldito episódio 6’. Já a seguir:

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Diálise Dominical #9 – As tentativas de reanimação e mais alguns sobreviventes…

Começa a aquecer o tempo e as novidades também… entre grandes incertezas, algumas certezas parecem ser antecipadas, por outro lado temos algumas curiosas tentativas de reanimação de séries que ninguém se lembra. Entretanto os pilotos estão em avaliação… o que pode vir aí, o que está a morrer? São as novidades frescas colhidas durante esta semana.

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Codename: Revelação

Ora muito bom dia, boa tarde ou boa noite, dependendo da altura do dia em que estão a ler isto. Tirando a minha opinião pessoal acerca dos melhores (e piores) do ano, este é o meu primeiro post de 2012 aqui no Imagens Projectadas. Vamos ver se ainda sei como é que isto se faz…

Chuck. Chuck foi uma aventura. Com os seus altos e baixos, provocou-nos alegrias, tristezas e muitas surpresas. Tal como já disse numa crónica anterior, a quarta temporada perdeu-se um bocado e a quinta não começou de forma genial, mas acho que esta última progrediu de forma positiva e não mereceu todo o ódio que estava a receber. Foi uma series finale adequada e confesso que gostei muito da actuação dos Jeffster. Acho que era uma boa ideia os produtores pegarem na actuação deles e transformarem-na num single. Só um single. Com as receitas revertidas para uma associação de caridade, ou assim.

Sanctuary já terminou no final do ano passado, mas aproveito para dizer que o final da quarta temporada – que eu espero que não seja a última – me agradou e que a ideia em se ter criado uma base subterrânea parece prometer muito. Veremos.

Falando agora em novas séries, quero expressar a minha frustração em relação ao facto de eu não ter começado a ver Homeland mais cedo. Foi uma revelação: é surpreendente, emocionante, muito actual e espero muitas surpresas na metade que ainda me falta ver. Recentemente, comecei também a ver Misfits, uma série britânica sobre jovens fora-da-lei que de um dia para o outro se tornam super heróis. Tive muita dificuldade em afeiçoar-me às personagens nos primeiros episódios, mas agora que já vi as duas primeiras temporadas, acho que é isso que mais gosto na série. Claro, isso e a constante interrogação “que super-poder estranho vai aparecer de seguida?”.

Finalmente, acabo com uma menção honrosa a Community, que espero que tenha seis temporadas e um filme (os fãs da série percebem) e com a demonstração de uma leve histeria relativamente ao regresso de The Walking Dead já no próximo domingo: yaay!

Bem, acho que está tudo por hoje. Vejam muitas séries, porque socializar em demasia também faz mal! Até à próxima!