Camões Lunático #7 – Desempregado e parado

Quando vocês estão sem imaginação, o que é que costumam fazer? *ouvindo as vossas respostas* Vão à Internet, pois claro! Pois bem, eu também estou sem imaginação agora. Em parte porque não tenho visto muitas séries, mas principalmente porque…não tenho visto muitas séries.

As poucas séries que tenho visto não são “comentáveis”: The Simpsons, Family Guy, The Cleveland Show e American Dad. Não tenho tempo para ver mais nada. O “eu” que outrora comia séries à colherada continua suspenso. Mas ainda há tempo para comentar uma ou outra coisa.

Agora que já estou “desempregado”, já comecei a ter mais tempo livre, mas não o suficiente. Até agora deu para ver três episódios de House of Lies e deixem-me que vos diga: já teve melhores dias.

Também li por aí uns rumores que a BBC poderá fazer um filme para acabar a série The Hour, que cancelaram no final da segunda temporada. Ora, eu não acredito nisto. Muito simplesmente por uma razão: se não gastam dinheiro na produção de uma série por “não ter” espectadores suficientes, também não vão gastar num filme. Mas, se o fizerem, vou ficar bastante satisfeito por darem um final à série.

E por falar em filmes…já ouviram falar d’O Fundamentalista Relutante? Não? Deviam. É um filme espectacular. Em Abril, prometi trazer-vos mais novidades…tenho de falhar a essa promessa. Simplesmente não tenho tido tempo para isso. Mas vou tentar em Junho. Até lá, tenham um bom início de Verão.

Golden Globes 2013 – Quando as modas não são assim tão jeitosas (Comentário)

Numa noite onde o pessoal de SNL fez da cerimónia dos Golden Globes das melhores dos últimos anos (Tina Fey e Amy Poehler estiveram brilhantes no monólogo, acompanhados por Will Ferrell e Kristen Wiig num dos melhores momentos da noite), notou-se que há modas que pegam e que não largam. E se, no ano passado, parece que Glee acabou o seu ciclo, outro começou.

Melhor Drama

Boardwalk Empire (HBO)
Breaking Bad (AMC)
Downton Abbey (BBC)
Homeland (Showtime)
The Newsroom (HBO)

Comecemos pelo melhor drama. Numa categoria onde a falta de Mad Men é gritante (a entrada de The Newsroom não se percebe), dar o prémio a Homeland é algo que não se percebe. É o novo coqueluche dos prémios, já se percebeu. Para mim não é a melhor série em activo, nem de perto, mas, e se nos Emmys, apesar de discordar veementemente, achar que a série teve uma temporada brilhante, nesta segunda temporada, analisada pelos GG, nem de perto nem de longe se chegou a tal. E, dos 5 nomeados, a única série que tem sido brilhante, regularmente brilhante, é Breaking Bad. Entre Mad Men e Breaking Bad o meu coração pende para a segunda, mas tentando ser imparcial, não consigo decidir quais das duas são melhores. Mas sei que, comparando as temporadas que se passaram em 2012, tanto Breaking Bad como Mad Men tiveram bastantes furos acima da transformada em “chorona” e “maricas” Homeland. Porque, a partir de Q&A, não tivemos uma série…tivemos algo que fazia verter lágrimas. Ou tentar…

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MALTA– os Momentos Altos (e Lows) da TV deste Ano – por Pedro Rodrigues

Ora então…muito boa noite. Ou tarde. Ou dia. É como vocês preferirem. Fico muito feliz por estarem a ler este meu texto, porque significa que (afinal) o mundo não acabou. Ou então acabou e nós continuamos todos num sonho. Bem, de qualquer forma, vou dar início a esta crónica.

Mais um ano chegou ao fim (ou quase, porque ainda faltam umas dezenas de horas) e com ele, muitas séries vieram e tantas outras foram embora. The Firm, The Hour (que, embora já date de 2011, eu só conheci este ano), House of Lies, Last Resort, The Newsroom e Perception foram as melhores “aquisições” que eu fiz. Vou fazer uma breve retrospetiva sobre cada uma delas.

The Firm – ora, esta, de entre todas as que mencionei, é a “menos boa”, para não dizer pior. Ao início tinha uma história interessante. Fez-me querer ver mais e esperar impacientemente pelo próximo episódio. Depois de uma meia dúzia deles, comecei a fartar-me. E a fartar-me porque a história estava a ficar enfadonha. O senhor Lukas Reiter, produtor da série, deve ter começado a ficar sem ideias e esqueceu-se de dar um rumo aos episódios (nada contra ele, atenção, até porque já tem um longo currículo que lhe dá bastante prestígio). Segundo consta, a NBC cancelou The Firm. Não sinto pena, até porque não vejo por que ponta é que poderiam começar uma segunda temporada. De qualquer forma, não me arrependo do tempo que passei a ver esta série.

The Hour – aqui está uma série que eu gosto mesmo de ver. Sou um bocadinho suspeito, porque esta série é sobre jornalistas da BBC em 1956 (na altura da crise no Canal de Suez) e eu sou estudante de comunicação social. O jornalismo enquanto investigação aqui interpretado (na maior parte) pelo Ben Whishaw (enquanto Freddie Lyon) é feito de uma forma extraordinária e acho que o miúdo é um excelente ator (miúdo não tanto, porque os 32 anos já são qualquer coisa. Mas parece bem mais novo). O desmascarar de lobbies no Governo e de chantagens que podem destruir carreiras pela televisão pública inglesa torna esta série muito mais interessante, ao ponto de nos fazer pensar em todas as repercussões possíveis antes delas acontecerem. Um jogo mental que vai sendo extraordinariamente bem desenvolvido ao longo de todos os episódios – 6 em cada temporada (duas até ao momento), e nenhum serve para “fazer número”. A série está a ser feita numa linha contínua, e não por partes. Não há nada aqui que nos confunda e que nos faça perder a paciência, como em grande parte das séries de hoje em dia. Recomendo esta série a qualquer pessoa que goste de intrigas e de investigação, porque a forma como ligam os pontos nesta série está realizado de uma forma brilhante. Ao início achei que a duração dos episódios (cerca de 58 minutos cada) ia ser um problema para mim, porque perco a atenção ao fim de (no máximo) 20 minutos caso a série esteja a ser enfadonha. Mas não. Confesso até que o final me deixou demasiado emocionado. É uma hora muito bem passada em que nem no telemóvel mexo. A investigação tem um preço, e nem todos os jornalistas estão dispostos a pagá-lo. (recomendo que vejam com bastante atenção, porque o inglês britânico por eles falado não é de fácil interpretação – a não ser que usem legendas)

House of Lies – esta é capaz de ser a série mais “anormal” na minha watchlist. House of Lies é uma comédia. E não é normal porquê? Porque não é normal eu gostar de comédias. Poucas são as que me fazem rir e esta, apesar de não perceber porquê, é uma delas. Será pelas piadas porcas que o Marty (Don Cheadle) faz? Não sei, mas é bem capaz. Digamos que o papel que o Don interpreta fica-lhe super bem na pele e ele sabe tirar o melhor partido dos seus dotes de ator. Se querem uns minutinhos de pausa na vossa rotina atarefada, aproveitem para ver esta série porque vai tirar-vos do sério algumas vezes.

Last Resort – o imdb classifica esta série como “Ação”, “Drama”, “Mistério”, “Ficção Cientifica” e “Thriller” (não consigo traduzir este último porque acho que um thriller é sempre um thriller). Eu classifico esta série como muito boa. A história está interessante e fez-me lembrar dos tempos áureos de Lost (digamos, portanto, as primeiras duas temporadas). Resumindo: o submarino USS Colorado, que tem 18 mísseis nucleares, recebe uma ordem para bombardear o Paquistão. O Capitão Marcus Chaplin (Andre Braugher) recusa a ordem e entra em “guerra” com os EUA, acabando por refugiar-se com a sua tripulação numa pequena ilha. A série está muito boa e tem ação q.b. Digamos que é…interessante saber qual é o próximo passo que o Capitão vai tomar. Mas, infelizmente, a ABC demonstrou, mais uma vez, a estupidez de que é feita. Claro que não é só estupidez, caso contrário nunca teríamos acesso a muitas (boas) séries como temos. Mas a ABC decidiu cancelar Last Resort, apesar do bom argumento que têm. Há claros erros de produção, como o de tentarem encaixar muitas mini-histórias na principal – o que os fez perder um bocado o rumo da coisa. Uma decisão muito estúpida, que não tem em consideração a apreciação que muitos internautas demonstram por essa internet fora.

The Newsroom – como The Hour, esta é mais uma série sobre jornalismo. Mas esta passa-se na “atualidade”, e por “atualidade” quero dizer que trata temas reais em dias específicos, desde o derrame de petróleo da BP em 2010 até à declaração do Obama quando os americanos apanharam o Bin Laden. A série está…interessante. Há lá alguns dramas amorosos desnecessários, mas é forma de prender algum do público. Gosto especialmente que o Tea Party diga que esta série é um apoio ao Barack Obama. Um aplauso à HBO por ter conseguido a atenção (e críticas) desses radicais.

Perception – não há muito a dizer sobre esta série, uma vez que a primeira crónica que escrevi aqui foi exatamente sobre Perception. Espero ansiosamente pela segunda temporada e pelo maravilhoso trabalho do Eric McCormack.

Pois bem, parece que cheguei ao fim das seis séries de que vos falei. Claro que há muitas mais por esse mundo fora, mas estas são as que, na minha opinião, merecem destaque. Pelo menos enquanto novas (exceto The Hour, claro).

Não me posso esquecer de Go On. Tive conhecimento dela através da crónica do Cristiano e decidi ir ver um episódio. Depois vi o 2º. E o 3º. E o…bem já perceberam. Aconselho, porque, como disse o Cris, “é uma surpresa leve, mas é uma surpresa”!

2013 vai ser um ano em cheio para as séries que sigo. Espero que Fringe finalmente termine, mas que seja em grande.
De qualquer forma, 2012 trouxe-me séries muito boas que mereceram a minha atenção e as minhas horas (que podiam – e deviam – ter sido passadas a estudar e a fazer trabalhos). Espero que o próximo ano se mantenha ao mesmo nível.
Aguardo pelos vossos comentários com as séries que mais gostaram e, está claro, as que menos gostaram. Aqui há sempre espaço para discussão.

Antes de terminar, uma notícia que recebi com o maior dos agrados: Gossip Girl já acabou! Há uns tempos falei por aqui de passagem nessa “série”, e parece que lá nos States as minhas preces foram ouvidas! Aquilo..acabou, e não vai continuar. É o (tão esperado) fim de uma novela que durou 5 anos.

Espero que bebam bastante na passagem de ano (quem é que acham que enganam? Eu tenho 20 anos, sei como é que as cenas funcionam! Mas, caso estejam sozinhos, aproveitem para pôr as séries em dia!) e que se divirtam bastante em 2013. Para onde quer que vão não se esqueçam das séries. São sempre uma ótima companhia. Assim termino a última crónica que escrevo em 2012.

Até para o ano, leitores!

Emmys 2012: A Nova História de Amor – Os Vencedores

Vou contar-vos uma história. Era uma vez um dado rapaz que gostava de meninas. Daquelas com os peitos arrebitados, todas jeitosas. Até que um dia se apaixonou. Sim, irei contar-vos uma história de amor. A rapariga dava-se pelo nome de Mad Men. Mas chamemo-la de Francisca. A Francisca não era bela ao olhar de parte do grupo de amigos de Pedro, sobrenome Academia. Mas o que ele sentia por ela era único. Pedro apaixonara-se pelo que Francisca era. Algo calmo, sereno, de temperamento lento, que permitia a Pedro sorrir nos momentos mais inesperados, de felicidade plena. Qualquer mulher que se chegava ao lado de Pedro recebia algo, mas era algo pequeno e insignificante. Tivemos Teresa, que vinha mascarada de química louca, com um ritmo totalmente frenético. Tivemos Rute, nome feio para alguém que já foi belo, mas se perdeu na vida entre o sangue e os esqueletos (desculpe qualquer Rute). Tivemos Joana, alguém confusa, complexa, onde mil e uma vidas viviam em castelos. Mas nada nem ninguém mudava Pedro. Era Francisca que ele queria. Era em Francisca que ele se renovava. Todas as semanas Francisca mudava, e ele continuava a admira-la. Até ontem…

O que se passou ontem não está em nenhuma história que já leram. Nem nos Morangos com Açúcar. Foi o fim da história, que durou 4 anos. Chegou Ana. Ana era algo que Teresa tem, possuía um pouco de Rute, mas pouco (pertencia à mesma cidade), até tinha algo que Mafalda teve, a rapariga que vivia 24 horas como se de uma vida se trata-se. Mas não era Francisca. Por isso, e quando ontem Pedro trocou tudo por Ana, fazendo algo que nunca Francisca teve, dando-lhe tudo o que poderia ganhar, admirei-me. Podia ser Teresa, que merecia. Podia ser Joana, mesmo improvável e injusto. Podia ser aquela gaja inglesa. Mas não. Foi Ana. E os amigos ficaram felizes. Ana tem corpo. Mas Pedro esqueceu do porque de ter ficado com Francisca tanto tempo. Não era aquilo que os outros diziam, mas o que ela mostrava. Pedro trocou um corpo por uma paixão. Perceba-se, Ana é jeitosa, interessante e engraçada. Mas não é Francisca, nem é Teresa. Por isso, quando falarem da madrugada de hoje dir-se-à que Pedro demonstrou que por vezes as mulheres têm razão: os homens são todos iguais. Talvez seja mentira na vida real, mas nos prémios um corpo mais novo e jeitoso ontem ganhou a alguém experiente, não tão exuberante, mas mais bela. Ontem acabou mais uma história de amor na televisão.

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Emmys 2012: As previsões

Ora boa noite. É já amanhã que são anunciados os vencedores dos Emmys deste ano que está a terminar, e como vem sendo habitual, o Imagens Projectadas prepara-se para a noite mais injusta e semi-parva da televisão americana (só ultrapassada pela parva inteira, que é a dos Golden Globes). Todos os prémios têm o seu grau de injustiça. Há vencedores e vencidos. E, tal como estas previsões, tudo o que se diz posteriormente tem o seu grau de incerteza. Por isso, e de forma a facilitar as situações, vou eleger quem acho que vai vencer e quem acho que deve vencer.

Possível Vencedor
Quem devia vencer (se for igual ao possível vencedor, não aparecerá)
Aquele que até pode ganhar

Melhor Drama

  • Boardwalk Empire – HBO
  • Breaking Bad – AMC
  • Downton Abbey – PBS
  • Game Of Thrones – HBO
  • Homeland – Showtime
  • Mad Men – AMC

Uma categoria difícil, onde três nomes são os principais favoritos. Mad Men deverá ganhar, fazendo mais um recorde, mas tem à perna a britânica Downton Abbey, seguida quase a par de Breaking Bad. Deste lado gostava que Breaking Bad ganha-se, por tudo o que a série vale e pelos anos absolutamente fantásticos que ficam sempre à sombra de Mad Men. O resto, apesar de excelente, não me parece que tenha hipóteses. Homeland teve um ano muito bom, mas Mad Men, Breaking Bad e Downton Abbey vão lutar pelo prémio. Se sair vencedor fora destes três, surgirá uma grande surpresa.

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Emmys 2012: Os nomeados e o comentário – Drama

De regresso, umas horas depois do prometido. Sabem o que é, férias, sono, preguiça e séries. Vida…Mas, em vez de ficar aqui a escrever-vos sobre isto, vamos ao que interessa: nomeados da parte de drama.

Primeiro, a parvoíce. Downton Abbey teve, nesta temporada que é nomeada (2ª, compreendida entre 18 de Setembro e 6 de Novembro) 8 episódios transmitidos. Game of Thrones teve 10. Boardwalk Empire e Homeland tiveram 12 cada uma. E 12 episódios teve American Horror Story. O que se nota é que a FX armou-se em chico-esperto, numa atitude que faria corar de admiração parte dos lusos. Não é que, para os Emmys, ou melhor, para a FX que submeteu e para quem por trás dos Emmys manda, acharam que uma mini-série tem 12 episódios e uma série tem 8? Perceba-se a lógica. Mini é pequeno. Acho. Aprendi assim. Mas, neste admirável mundo novo, não. Mini é normal. Eu percebo a FX. No meio disto, adicionando Mad Men e Breaking Bad, ainda devia ter à sua frente pelo menos The Good Wife e Justified. Talvez The Walking Dead. Ou mesmo Boss. Não se esqueçam de Sons of Anarchy. E talvez outra, meia escondida. Eram demasiadas vagas, e não havia hipótese. Por isso, o chico-esperto manda que se mude as regras do jogo. Nomeação a Mini-série conquista, gente com tudo aos saltos, a nomeação garantida. Eu, se fosse as mentes brilhantes por trás de AHS, tentava meter Glee também como mini-série. Parece que a única forma de o marmanjo adorado por estes recantos de tentar (tentar, diga-se, que ai dele que ganhe) ganhar algo é alterando as regras do jogo. Diga-se que, para a qualidade de AHS, a nomeação é normal. Em termos de qualidade, aquilo é micro…logo, até TWD a vencia. Mas é engraçado ver a nomeação. É a estupidez dos prémios, que não olham ao que se faz, mas sim ao que lhe é mostrado. É um burro com os olhos tapados que come m**** em vez de palha. E a palha, diz o criador de Glee, é mais docinha. Diz ele.

Fora isso, e fora esta atitude tão parva que prejudica a própria série (próxima temporada de AHS será vista, por mim, como se trata-se de uma mini-série…acho até que vou parar ao terceiro episódio, para ser coerente), vamos aos respectivos nomeados, concordantes com as verdadeiras categorias: Continuar a ler

Emmys 2012: Os nomeados e o comentário – Comédia

De volta a minha lide de comentar as nomeações para prémios americanos de televisão. Os Emmys entram em cena dia 23 de Setembro, mas já saíram os nomeados. Vamos embora a tais, sem perder muito mais tempo.

E a primeira pergunta que se coloca é “Onde está Glee?”. A série fantástica da Fox não poderá receber mais um extraordinário prémio pela sua magnífica participação no enriquecimento televisivo. Onde está a Lea Michele? ONDE? Tu queres ver que faleceu e por isso não foi nome…pronto, saíram novas fotos de ela nua. Parece que não morreu. Mas onde está o fantástico Chris Colfer, que faz aquele absolutamente extraordinário trabalho? Onde está Glee? GLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLEEEEEEEEEEEEEEEEEEE! (imaginar eu a gritar Glee como o Michael de Lost gritava WALLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLTTTTTTTTT). Porque, na lista completa dos nomeados, Glee é nomeado em três locais. Melhor actriz convidada, melhor direcção de fotografia para single-camera (só para verem o magnifico trabalho, apeteceu-me fazer tradução livre) e maquilhagem. E, nesta última nomeação, está explicado como Glee conseguia as nomeações nos anos transactos.

Feito esta introdução, e visto que Luck conseguiu ser nomeado (Good Luck Charlie, perceba-se) em algo, a par de uma nomeação de Dexter, vamos embora por aqui a lista para vocês lerem de comédia: Continuar a ler