Séries para o Verão, por João Bizarro

Verão é sinónimo de férias e com elas ficamos com mais tempo (será?) para ver as tão desejadas séries.

Neste Verão não devo ver nenhuma das séries antigas, a não ser que alguém me convença a fazê-lo. Pelo que, serão séries que estão neste momento a decorrer e outras que estreiem entretanto, que me irão ocupar o tempo destinado para este efeito.

De momento estou a acompanhar a ultima temporada de Dexter, à espera de ver o que acontece ao meu serial-killer favorito. Uma série com um bom fio condutor mas que não soube ser consistente durante todas as temporadas que teve (e já vai em 8). Teve algumas excelentes temporadas e depois outras menos conseguidas, o que deve ter levado algumas alminhas a abandonar a série. Eu cá me mantenho fiel, à espera de um final digno das melhores temporadas.

the killingOutra das séries que tenho acompanhado é The Killing. É a melhor série do género crime/investigação/mistério dos últimos tempos. Até me atrevo a dizer que desde Twin Peaks não se via uma série assim. Curiosamente, dentro do meu círculo de amigos, virtuais ou reais, devo ser dos poucos que acompanha a série. Noto isso pela falta de feedback do outro lado. Fazem mal. Fazem mesmo muito mal.

Outra série deste género, que estreou há pouco tempo e a qual comecei a acompanhar, é The Bridge. Os primeiros 2 episódios prometeram. Espero que a qualidade se mantenha ou até que melhore, pois tem potencial para isso.

Outra série que estreou há pouco a sua 3ª temporada é Luther. É uma série britânica, da qual gostei bastante nas temporadas anteriores e que tem um grande actor no papel que lhe dá nome, Idris Elba. A ver.

bbDas que vêm aí vou de certeza ver os 8 episódios finais da melhor série do momento, Breaking Bad. O cerco começa a apertar-se em redor de Walter e depois de 4 temporadas e meia ao mais alto nível, vamos ver como Vince Gilligan dá um fim ao enredo.

Quase na mesma altura estreia a 3ª temporada de Hell on Wheels, outra série que não deve ter muitos espectadores em Portugal. Gostei muito das temporadas anteriores, e o tremendo final da 2ª temporada deixou-me com água na boca em relação a uma possível 3ª temporada. Na altura ainda não estava confirmado se a série voltaria mas assim que se soube, recebi a notícia com agrado pois não queria ver mais uma história terminar sem que os pontos estivessem em todos os is.

Não deve passar muito disto, o meu Verão, a nível de visionamento de séries. E o vosso, como vai ser?

Monday’s Morning Mirror #16 – O regresso às aulas do Continente, o regresso ao trabalho por Mad Men, o regresso às drogas por Breaking Bad (ou Felizmente há AMC!)

Boas noites caros compinchas e camaradas de séries. Então, como foram essas férias? Óptimo, óptimo. Aqui, no IP, também se tirou o mês de Agosto para ir para o Algarve, mas o blogue ainda nem tem domínio próprio por isso só pode pagar uma ida à Costa da Caparica. Problemas da crise. Mas, regressou Setembro. E, com tal, o IP regressa em força. Com mais dois elementos (por agora) e com uma novidade: ESTAMOS NO FACEBOOK E NO TWITTER. Exactamente, como leram em algo escrito Caps Lock, o Imagens Projectadas apresenta-se nas redes sociais. Aproveitando a primeira crónica da temporada, ficam a saber que nestas plataformas encontrarão as últimas novidades em relação às séries, misturadas com artigos interessantes, e claro, quando possível as fotos de mamas das actrizes que se desleixem. Tudo de bom.

Mas, e dando as boas vindas a tal (e agradecer já à magnifica equipa que compõem este blog), acho que vocês não vieram aqui por causa das mariquices das redes sociais (ou, como são conhecidas ao Domingo, tempos de histeria da Casa dos Segredos). Pensei em apresentar o que achava da Fall Season, mas tal já foi dado na semana passada. E o que apresentou a Summer Season? Também já houve, no novo espaço Hits & Flops, comigo e o Miguel Bento. Assim, resta falar de um tema ao calhas. E, no meio da panóplia de temas que podia escolher, vou falar-vos dos primórdios da AMC.

Primórdios porque, nestes últimos tempos a AMC tem sido bastante irregular. Olhando para a programação original da emissora, vê-se que a partir de 2007 os produtos originais da mesma começaram a ser num número muito maior do que eram. Mad Men deu asas à fase dourada da AMC, seguida em 2008 pela melhor série que este universo viu chamada Breaking Bad. A partir daí, tivemos The Prisioner (2009), a fantástica e injustamente esquecida e cancelada Rubicon (2010), seguida de The Walking Dead e The Killing, esta já em 2011, e com este ano a termos Hell on Wheels. Antes de me fixar nas duas primeiras, produtos de excelência, diga-se que a fase dourada da AMC acabou com Rubicon. The Walking Dead prometia, mas nem se tente comparar às duas primeiras, Hell on Wheels dá sono a quem bebe 7 Red Bulls, e The Killing teve um final de primeira temporada muito manhoso (o que não me fez ver, até agora, a segunda temporada…mas será vista). O bom período de Mad Men e Breaking Bad acabou sufocado por séries, que, sem um critério tão apertado de admissão, entraram e estragaram um pouco a grelha. Mas não é disso que quero falar.

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