Alfabeto das Séries: F

Nesta rubrica baptizada de Alfabeto das Séries, procuro aprender um pouco mais sobre séries que não conheço e dar a conhecer novas séries aos leitores do Imagens Projectadas. Como de costume, mais um post, mais uma letra. F, é a tua vez.

  • Fringe, (2008–2013), Fox, Terminada.

Fringe

Há muito para se dizer sobre Fringe, mas acho que talvez seja capaz de dizer tudo em apenas 5 palavras: Fringe é uma série fantástica. Muitos podem dizer que a série se perdeu muito na quinta temporada (o que não discordo) e que algo lhe faltava nos últimos tempos. Apesar disso, Fringe vale muito a pena, pela sua atmosfera misteriosa, pelos eventos irreais retratados nos episódios, por tudo que faz dela uma série de culto. Entre universos paralelos, acontecimentos inexplicáveis, mutações, os 100 episódios de Fringe são uma viagem que ninguém devia perder.

 Classificação:
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  • Falling Skies, (2011– ), TNT, Parada.

Falling Skies

Em Falling Skies, numa Terra devastada pela invasão de extraterrestres, um professor de história lidera (tecnicamente não lidera, porque não é ele que está no comando na primeira temporada, mas é quase como se liderasse) um grupo de pessoas numa Boston destruída. Com três temporadas transmitidas e uma quarta assegurada, esta é uma série de ficção científica que me vem surpreendendo ano após ano. A primeira temporada foi boa, a segunda foi melhor, e a terceira foi ainda melhor. É daquelas séries que em primeiro se estranha (eu próprio demorei mais tempo do que queria a ver a primeira temporada), mas depois entranha-se.

  Classificação:
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Recordar é Re(vi)ver #7 – O clube dos famosos antes de o serem

Era o ano 1999, na NBC, e estreava uma série que ia contra a onda de sucessos do canal da altura: uma série que retratava um liceu, nos anos 80. Um liceu onde as estrelas não eram as chefes de claques ou os jogadores de futebol. Nesta série os que reinavam a história eram os geeks e os freaks (entenda-se freaks como aquele grupo de jovens que só ouvia The Who, Rush ou Grateful Dead enquanto o resto ainda curtia ao som de disco. Aquele grupo revoltado com tudo e todos).

Produzido por Judd Apatow (que é apenas o produtor de algumas das minhas comédias cinematográficas preferidas), Freaks and Geeks fez-me apaixonar pelo conceito de geek. Terei até de admitir que, de toda a série, a melhor parte é mesma essa: os geeks. Os freaks, por muito que retratassem a realidade dos jovens que não queriam seguir as modas, que fugiam dos grupos pop do seu liceu, os geeks, com a sua simplicidade, com a sua paixão pelos jogos e, acima de tudo, com a sua sinceridade e até mesmo ingenuidade, tornavam-se nas melhores personagens com que eu já me tinha deparado (na altura, provavelmente, com os meus 12/13 anos, ao ver pela primeira vez na Sic Radical).

Falemos de famosos. Falemos de famosos, antes de o serem, que todos conhecem actualmente , jovens, inexperientes, todos juntos na mesma série.

Freaks and Geeks

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