Anima-te! – Ranma 1/2

Olá fãs de séries, animes e afins. Antes de mais, peço desculpa pelo meu enorme atraso mas a falta de tempo não me permitiu escrever mais cedo, até porque também não tive tempo de pôr os meus animes em dia.
E como eu só faço maratonas quando tenho que estudar, fui à minha lista e tinha lá Ranma ½ , que eu já tinha começado a ver há montes de tempo, mas só agora me dediquei a sério.

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Portanto, a história anda à volta de Ranma, um rapaz/rapariga. Calma, nada de transsexuais. Ranma é um estudante de artes marciais, tal como o seu pai, que foi treinar para a China mais precisamente para o campo Jusenkyo onde existem várias fontes amaldiçoadas. Ranma caiu numa delas transformando-se numa rapariga, e o seu pai num panda. E apenas quando são molhados com água quente voltam ao seu estado normal. Quando voltam para o Japão o seu pai diz-lhe que tem casamento marcado com uma rapariga que ele nunca viu. Acontece que, tal como ele, ela é perita em artes marciais.

Não há nada de triângulos amorosos chatos e clichés entre Ranma e Akane (a prometida de Ranma), é muito mais que isso, é quase um hexágono.  E o fixe na relação deles é que ambos são iguais e tem as atitudes mais nonsense do mundo, não só eles como também as outras personagens.
Ranma ½ é capaz e deixar uma pessoa com poker face durante um episódio todo porque o que está a acontecer é a cena mais estranha mas ao mesmo tempo  mais engraçada de sempre. E é exatamente por isso que eu gosto do anime.
Depois disto é normal acharem que o anime é todo lamechas e só em torno de eles os dois, mas não. Há imensas personagens e cada vez aparecem novas, muitas delas que também caíram num dos lagos amaldiçoado, tal como Ranma.
Se gostam de artes marciais este é o anime ideal, apesar de muitas se notarem, como é óbvio, que são pura ficção outras estão até bem feitas.

Na primeira e segunda temporada, que são aquelas que vi,  é importante ver o desenvolvimento da relação deles e isso nota-se nos pequenos detalhes e nas frases que eles dizem ao longo dos episódios. A simplicidade das personagens e o facto de serem todas tão parecidas a cada um de nós faz com que seja mais fácil gostar do anime.

No entanto, e se calhar vou dizer isto um pouco cedo visto que ainda não passei da segunda temporada, parece-me que o anime vai perder a piada. Visto que, desde o inicio, se sabe que o final é que eles os dois vão ficar juntos (é o que todos esperamos, pelo menos) é provável que seja complicado continuar uma história infinita sobre as dificuldades de eles gostarem um do outro apesar de o anime ter mais história, essa será sempre o conteúdo principal. Quero eu dizer que é capaz de se tornar cansativo, para quem está a ver, tantas irritações quando se sabe que o comum é eles ficarem juntos.

MALTA – os Momentos Altos (e Lows) da TV deste Ano, por Joana Pereira

Este ano não foi muito produtivo em termos de animes, mesmo assim apresento-vos os melhores e os piores deste ano 2012:

  • Melhores animes de 2012:

Bleach

Bleach é um anime que retrata a história de um rapaz que se torna shinigami. É uma história crescente e pouco repetitiva. Excelente para quem gosta de boas lutas entre samurais, pois o melhor mesmo é a acção. Bleach também tem humor o que permite descontrair um pouco do aborrecimento que algumas lutas podem durar.

Claymore

Claymore foi um anime que eu vi numa semana e gostei muito. É uma história de guerreiras, as claymore. Tem tanto drama como acção, momentos comoventes, apesar de ter poucos episódios.

  • Pior anime de 2012:

Bakugan

Ainda hoje me pergunto porque é que comecei a ver Bakugan, grande perda de tempo.
Basicamente junta a história de Pokémon e de Yu-Gi-Ho só que com umas modernices
completamente exageradas e muita estúpidas.

PS: O post só saiu agora devido a falta de internet do chefe deste local…o pedido de desculpas à autora e aos visitantes por tal

Anima-te!

Olá, sou a Joana e como falar de séries com humanos é muito vulgar venho falar de séries com bonequinhos ou animes, se preferirem. Como ainda sou uma aspirante nestas coisas espero que me perdoem qualquer erro ou confusão.

Antes de começar a falar a sério sobre algum anime vou falar-vos da minha experiência, que não é muita mas é alguma.

Não sou do tipo de pessoas que passa horas em frente ao pc ou televisão a comer séries, mas com os animes foi diferente. Desde muito pequena que vejo anime, aliás atrevo-me a dizer que toda a gente já viu, pelo menos, um anime: Dragon Ball, Sailor Moon, Pokémon, todos eles são animes e todos nós conhecemos frases tão épicas como: “Kame hame ha!” ou “ Em nome da lua, vou castigar-te!”.

Eu via incessantemente Sailor Moon, era completamente viciada (ainda sou e sempre que tenho tempo vou vendo episódios random), o mundo de fantasia deixava-me encantada, a diferença entre o bem e o mal e, claro, as personagens são mesmo kawaii. Entretanto, sempre fui vendo Dragon Ball, Cavaleiras do Zodíaco, Pokémon, ou seja, os mais conhecidos.

Tudo neles é exagerado: os olhos grandes e brilhantes quando estão felizes, os “símbolos” que aparecem ao lado dos rostos para mostrarem raiva ou embaraço, as mudanças de vozes etc. Outra coisa gira é que conseguimos encontrar animes para todos os gostos. Eu sou uma esquisita em relação a tudo e consegui! Acção, aventura, comédia, tudo! E há animes que conseguem misturar os géneros todos. A inteligência dos senhores de Death Note ou as guerreiras engraçadas de Sailor Moon colaram-me ao pc. E com o fascinada que fiquei queria sempre ver mais, infelizmente a falta de tempo não me deixou/deixa.

Não se espantem se não acharem que um anime seja grande coisa depois de verem o primeiro episódio. Alguns deles demoram quase 100 episódios até se tornarem interessantes (ok, exagerei). Foi o que me aconteceu, em parte, com One Piece. Os primeiros episódios contam apenas a história de como a tripulação se forma, a seguir é que começa a história em si.

Por acaso fiquei espantada quando vi animes com mais de 500 episódios e que tinham sempre episódios a sair. Claro que, também há animes só com 40 episódios e se vêem num instante. Se forem muito rápidos e não gostarem de esperar pelos episódios podem ir lendo os mangas que estão sempre mais avançados.

E foi mais ou menos assim que descobri a dimensão deste mundo. Onde há convenções de cosplay e milhares de milhões de animes para serem vistos.

E não se atrevam a ver um anime noutra língua que não seja japonês! Fujam de coisas dobradas e afins.

P.S. – Se estiverem interessados podem ver Death Note e Dragon Ball na SIC Radical.