Codename: Revelação

Ora muito bom dia, boa tarde ou boa noite, dependendo da altura do dia em que estão a ler isto. Tirando a minha opinião pessoal acerca dos melhores (e piores) do ano, este é o meu primeiro post de 2012 aqui no Imagens Projectadas. Vamos ver se ainda sei como é que isto se faz…

Chuck. Chuck foi uma aventura. Com os seus altos e baixos, provocou-nos alegrias, tristezas e muitas surpresas. Tal como já disse numa crónica anterior, a quarta temporada perdeu-se um bocado e a quinta não começou de forma genial, mas acho que esta última progrediu de forma positiva e não mereceu todo o ódio que estava a receber. Foi uma series finale adequada e confesso que gostei muito da actuação dos Jeffster. Acho que era uma boa ideia os produtores pegarem na actuação deles e transformarem-na num single. Só um single. Com as receitas revertidas para uma associação de caridade, ou assim.

Sanctuary já terminou no final do ano passado, mas aproveito para dizer que o final da quarta temporada – que eu espero que não seja a última – me agradou e que a ideia em se ter criado uma base subterrânea parece prometer muito. Veremos.

Falando agora em novas séries, quero expressar a minha frustração em relação ao facto de eu não ter começado a ver Homeland mais cedo. Foi uma revelação: é surpreendente, emocionante, muito actual e espero muitas surpresas na metade que ainda me falta ver. Recentemente, comecei também a ver Misfits, uma série britânica sobre jovens fora-da-lei que de um dia para o outro se tornam super heróis. Tive muita dificuldade em afeiçoar-me às personagens nos primeiros episódios, mas agora que já vi as duas primeiras temporadas, acho que é isso que mais gosto na série. Claro, isso e a constante interrogação “que super-poder estranho vai aparecer de seguida?”.

Finalmente, acabo com uma menção honrosa a Community, que espero que tenha seis temporadas e um filme (os fãs da série percebem) e com a demonstração de uma leve histeria relativamente ao regresso de The Walking Dead já no próximo domingo: yaay!

Bem, acho que está tudo por hoje. Vejam muitas séries, porque socializar em demasia também faz mal! Até à próxima!

Codename: Especulações

Outra crónica aborrecida como a anterior, vinda de um paspalho que não sabe o que diz? Não. Pelo menos não é isso que estou a tentar passar.

Nesta crónica de Dezembro não tenho grandes críticas depreciativas a fazer, não porque não vi episódios maus, mas porque por acaso seleccionei só “coisas boas” para falar sobre. É o espírito natalício.

Comecemos pela óptima série Sanctuary. Não sei se é pela Amanda Tapping, se é pelas variadas aberrações que vão aparecendo ao longo dos episódios, se é pelo hilariante vampiro Nikola Tesla… o que sei é que esta série que cativa episódio após episódio (com algumas excepções, mas mesmo assim). Sendo uma série feita quase totalmente por computador, é fácil notar falhas, principalmente nas primeiras temporadas, mas não é isso que tira qualidade a série. A coisa que menos me agradou na série foi a forma repentina como tiraram a Ashley (interpretada pela Emilie Ullerup) e a Kate (interpretada pela Agam Darshi) da série. Ainda fico à espera que a Kate volte a aparecer. Façam figas.

Adiante. Na minha primeira crónica referi que embora com acontecimentos surpreendentes, The Walking Dead ainda não tinha apresentado episódios brilhantes. Agora não me vou contradizer por completo, mas estou seguramente muito mais confiante na série. Em primeiro, e para opinar contra o que algumas pessoas já me têm dito, The Walking Dead é um drama sobre pessoas… com zombies, e não ao contrário. O facto de aparecerem poucos zombies num determinado não implica perda de qualidade. Para a malta que diz que o final do sétimo episódio foi relativamente previsível, eu gosto de dizer que neste tipo de séries, o que me fascina não é o que acontece, mas sim a forma como acontece. E a forma como foi dramatizada a situação da Sophia foi brilhante. Agora só em Fevereiro é que chega o próximo episódio. Até lá, podemos especular: o que aconteceu com Morgan e o seu filho, onde estará Merle, que surpresas esperam os sobreviventes em Fort Benning?

Com todas as séries que acompanho, é difícil para mim começar uma série nova. No entanto, decidi-me, e há umas semanas comecei a ver Community. Adorei logo o primeiro episódio, e o seguinte, e o seguinte… Com os seus diálogos rápidos e piadas subtis, Community é uma série que merece o dobro da atenção que recebe e nem sequer devia ter estado em vias de ser cancelada. Se querem uma série de comédia, escolham, por exemplo The Big Bang Theory. No entanto, se querem uma série de comédia inteligente, escolham Community. Não se vão arrepender.

Aproveito para avisar os fãs de Warehouse 13, Eureka e Haven: hoje, 6 de Dezembro, o canal Syfy vai transmitir episódios especiais de Natal das três séries. Façam como eu e guardem os episódios para uma altura mais próxima do Natal, vão ver que vai ser mais giro vê-los aí!

Ainda tenho mais umas quantas séries para comentar, mas – já sabem como é – isso fica para a próxima. Até lá!

Codename: Estreia

Confesso que no início, o repentino convite do António para escrever uma crónica mensal aqui no blog me assustou um pouco. Sempre hesitei quando me comprometia a escrever textos, pois o que no princípio parecia entusiasmante acabava por se tornar numa obrigação pouco ou nada prazerosa. E agora podia começar a divagar sobre o quão diferente é se escrevermos sobre algo que gostamos mesmo mas com toda a certeza que não é isso que vocês querem ler.

Antes de mais, um obrigado ao António por esta proposta que me foi feita. Sou o Cristiano, tenho 19 anos e uma parte significante do meu tempo livre é passada a ver séries. Lembro-me que a primeira série que acompanhei foi Heroes, há vários anos atrás. Entretanto, passou tempo, e o meu gosto por séries foi aumentando cada vez mais. Actualmente acompanho quinze séries, número que tem tendência a aumentar.

Nestas crónicas mensais vou comentar algumas das séries que acompanho, ou mesmo episódios em particular. Não vos prometo palavras profundas, apenas uma mera opinião pessoal.

Comecemos com Chuck, então. Chuck é uma série que sempre me cativou pela sua simplicidade e leveza. É uma série “feliz”, que não me transmite stress ou ansiedade. O que não me deixou feliz, no entanto, foi a forma como a quarta temporada progrediu, arrastando os episódios sem muito para atrair os espectadores. A quinta temporada não voltou em força, teve apenas um primeiro episódio razoável. Foi engraçado, provocou-me algumas gargalhadas e a trama só tem como ser bem aproveitada. A fasquia está alta, e sendo esta a última temporada, os fãs querem algo memorável. Em nota de rodapé, acho que a participação de Mark Hamill poderia ter sido melhor aproveitada.

Outro caso pouco feliz é Terra Nova. Quando vi as primeiras promoções da série, fiquei muito entusiasmado e pensei até que a série pudesse vir a superar Primeval, uma fabulosa série britânica que também envolve dinossauros e que é de longe uma das minhas séries favoritas de sempre. Os primeiros episódios deitaram por terra todas as minhas expectativas em relação à série. Uma série promissora que tinha muito por onde brilhar tornou-se num drama familiar chato e cliché. Claro que tenho esperança que a série melhore, que não se torne em algo brilhante mas que nos consiga surpreender.

Duas séries que merecem destaque são Fringe e The Walking Dead, ambas com acontecimentos surpreendentes no quarto e terceiro episódios, respectivamente. Embora admita que nenhuma das séries tenha ainda apresentado episódios brilhantes, estou a gostar do que nos foi apresentado até agora.

E para acabar em grande, temos Person of Interest, uma série com a qual se passou o inverso de Terra Nova. Não sendo apenas um drama policial, Person of Interest é um drama policial brilhante, que à primeira vista não parecia nada de fantástico, mas que me tem cativado mais e mais a cada episódio que vejo. Tanto a actuação de Michael Emerson e Jim Caviezel, como a forma meticulosa como os episódios fluem são fabulosas. Para quem está disposto a começar a ver uma série, esta é uma escolha ideal.

Para além destas e de outras séries que acompanho, tenho andado de olho noutras, mas isso será abordado na próxima crónica. Até lá!