Codename: Apostas

Então muito boa noite, caros leitores, leitoras e aliens assexuados que estão a vaguear pelos registos passados da Internet. Sim, tenho uma obsessão por aliens que viajam no tempo. Principalmente se forem de Gallifrey. Problema?

Hoje trago-vos material novo, material que vocês conhecem e material que qualquer pessoa com dois dedos de testa dispensaria. E esse último material é Touch. Não vou alongar-me sobre isso e sinceramente nem sei porque é que estou a mencionar a série, mas sinto inconscientemente uma vontade de desabafar e procurar nas palavras coragem para ver os oito agonizantes – suponho – episódios que me faltam. Existem aquelas pessoas que já devoraram os doze episódios deliciosamente (não sei o que se passa com vocês, a sério). Depois existem aquelas pessoas que me dizem “Já comecei a ver Touch e adorei, mas porque é que o rapazinho não fala? Eu quero que ele fale!” (como se a ideia da série fosse o rapaz ter de falar). “Vi os três primeiros episódios da série, agora vejo o último e tá feito!”, continua. Faz todo o sentido, pois claro. Ah, e depois existo eu, que mesmo não gostando da série, quer perder umas horas a ver os episódios que faltam. Enfim.

Parte má despachada, falo-vos agora da parte boa: Awake. Demorei a ver a série mas adorei-a. O episódio final tem umas cenas muito maradas (foi palavra mais apropriada de que me lembrei) mas de forma geral é muito bom. Os últimos minutos deixam em aberto várias ideias que vão muito para além da ideia comum “afinal aquilo era tudo um sonho?”. Mesmo com vida curta, aconselho vivamente a série.

Passando agora para o material novo, quero-vos falar de três séries que estão nos meus planos futuros. Continuum é uma série canadiana do canal Showcase que já vai com dois episódios exibidos de uma temporada de 10. A história acompanha Kiera Cameron, que é transportada do ano 2077 para 2012 com o intuito de perseguir um grupo de terroristas que voltaram atrás no tempo para escapar das suas execuções. Para os conseguir capturar, Kiera junta-se à polícia e conta com a ajuda de um jovem perito da informática. Aparentemente é material do que eu gosto e numa das próximas crónicas irei certamente colocar a minha opinião acerca da série.

Outro plano futuro chama-se Defiance, que introduz o conceito inovador de juntar uma série com um jogo de tiro multiplayer online. O jogo será lançado com o objectivo de actuar como uma extensão da história a ser desenvolvida na série, que se passa 35 anos depois da chegada de aliens à Terra e que gerou um conflito armado entre eles e os humanos, em disputa da posse do planeta. A série, segundo o que eu percebi, não retratará o conflito em si (para isso temos Falling Skies), mas sim o processo procedente de restauração. Defiance irá estrear algures em finais de 2012/início de 2013.

Finalmente, temos Revolution, que já foi mencionada mais que uma vez aqui no Imagens Projectadas por outros cronistas. A estrear mais para o fim do ano, a série retrata um mundo onde a electricidade desapareceu. Sim, é isso. Agrada-me o conceito, mas sinceramente, e não querendo mesmo ser pessimista, soa-me a desastre. Outro desastre tal como FlashForward, The Event ou Terra Nova. Todas agradavam no início e nenhuma delas prosperou. É esperar para ver, meus amigos.

Por fim, e como aparte, a imagem do início do post é de Continuum, mas tanto poderia ser uma imagem de Defiance ou Revolution. Ainda não vi nenhuma delas e tinha que escolher uma imagem de qualquer forma, por isso ficou essa.

E pronto, já me alonguei mais que o costume, por isso fico-me por aqui. Em Julho espero estar de volta para uma nova crónica onde prometo falar sobre vários assuntos e algumas temáticas. Até à próxima, então!

Codename: Situação

Boa noite amigos, amigas e leitores desinteressados que vieram parar a este blog sem querer com pesquisas no Google como “o que fazer com um cadáver depois de cinco dias” ou “é normal a minha urina ser azul?“. Hoje não vos trago nada de novo, apenas um ponto da situação em relação a algumas séries. Na verdade, as obrigações académicas têm-me ocupado bastante tempo, e o tempo que me resta tenho-o passado a ver principalmente filmes. Sim, filmes. É como que uma espécie de traição às séries, mas também é preciso.

Para começar em cheio, vou falar de Fringe. Trouxe-me grande felicidade a notícia que dizia que esta série fora renovada. Mesmo sendo uma última temporada de 13 episódios, é claramente melhor que sermos deixados com um final em aberto. A série perdeu-se um bocadinho no meio desta temporada, mas ultimamente tem andado bastante boa. É preciso dar relevância ao episódio “Letters of Transit“, que é simplesmente genial. Para além de ter o Henry Ian Cusick (o fabuloso Desmond de Lost), desvia-se da história principal de forma muito bem pensada.

How I Met Your Mother continua não tão engraçada como dantes, mas espero que o último episódio desta temporada abra caminho para a oitava e última temporada com um cliffhanger óptimo relativo à questão essencial da série – quem raio é a mulher do Ted! Será pedir muito? Espero que não. Em relação a Community e The Big Bang Theory, espero também que nos presenteiem com finais bons. Mesmo odiando o tempo de espera, quero sempre que uma série deixe um cliffhanger terrível (no bom sentido) no fim das temporadas. Pois, sou assim.

Finalmente, falando um pouco de uma série menos conhecida mas que devia ter tanta atenção como as que mencionei anteriormente, Eureka apresentou-nos um início de temporada excelente. Gostei especialmente dos primeiros minutos do primeiro episódio. Toda aquela acção e a excelente música fizeram-me lembrar porque é que gosto tanto de Eureka. É pena estar a acabar.

É um mundo enorme e que nos ocupa muito tempo, o das séries, mas deixa-nos com uma satisfação tremenda, isto é, quando vemos séries que gostamos. Ou séries minimante boas. (Sim, isto é para vocês, pessoas que não conhecem nada para além de Glee, The Vampire Diaries, Gossip Girl e por aí). E, já que estou a falar disto, acabo deixando umas perguntas a um grande amigo meu, que espero que mude de “comportamento” ao ler isto: Então pá? Como é? Cansas-te de Lost a meio da série e não passas do primeiro episódio de Community? Como é, pá?

Bem, em Junho cá estou eu outra vez, com uma crónica com mais conteúdo, espero eu. Até lá!

Codename: Recomendação

Alcatraz desiludiu e Touch não é tão bom como prometia (que é, basicamente, uma forma mais leve de dizer que está a desiludir), mas hoje vou fugir um bocado ao mainstream e falar de outras séries. Ah, e olá!

Na crónica passada disse-vos que ia começar a ver uma série nova que pelo feedback que fui recebendo ao longo do tempo só podia supor que era épica. E é. Mais ou menos. Para já, é bastante boa. Essa tal série que comecei a ver é Dexter. Para já só vi a primeira temporada e gostei muito do que vi. Não sei se só aconteceu comigo, mas encontrei algumas semelhanças em relação a Breaking Bad, tanto no uso de planos inusitados como na forma como a história é contada.

Vamos agora atravessar o Atlântico para que eu vos possa falar de uma espectacular produção britânica, que já mencionei na minha primeira crónica: Primeval. Monstros pré-históricos a atravessar portais temporais para irem parar aos tempos modernos. É como Jurassic Park com viagens no tempo. E mais britânico. Não quero estar aqui a tomar nenhuma posição antiamericanista, mas tenho quase a certeza que os Estados Unidos estragariam uma premissa como esta em meia dúzia de episódios. De facto, a premissa soa um bocado ridícula, mas Primeval sabe usá-la e transforma-se numa das minhas séries favoritas. Com as suas temporadas curtas e as mudanças dinâmicas de personagens (só dois personagens se mantêm fixos durante as cinco temporadas), Primeval é uma série que os amantes de acção e sci-fi não podem ignorar. Aproveito para dizer também que está a ser produzido um spin-off canadiano desta série (por favor, não a estraguem!), com Niall Matter (Eureka) e Sara Canning (The Vampire Diaries) nos papéis principais.

Continuando com as séries britânicas em cima da mesa, Doctor Who já mostrou o primeiro trailer para a 7.ª temporada, que estreia lá para o quarto trimestre do ano e que eu já anseio terrivelmente. Foi também anunciada a nova companheira do Doutor, que será interpretada por Jenna-Louise Coleman, uma actriz relativamente desconhecida que trabalhou numa outra série que está agora a ser transmitida – Titanic. Não sou grande fã desta história mas já vi o primeiro episódio e gostei, no entanto, só vou conseguir formar uma opinião mais consistente com os próximos episódios.

Para finalizar, acrescento que tal como me tinham dito, Parks and Recreation melhora muito a partir da segunda temporada. Tal como Community é uma série de comédia inteligente, Parks and Recreation uma série de comédia feliz, que não nos deixa a rir às gargalhadas, mas que nos deixa com um sorriso no rosto.

E pronto, hoje fico-me por aqui. Retiro-me para tentar estudar e para ir ver mais uma vez o trailer da nova temporada de Doctor Who. Com licença. Até à próxima.

Codename: Expectativas

Olá e muito bem-vindos à minha quarta crónica aqui no Imagens Projectadas! Hoje introduzo séries novas e volto a falar daquela que não tem falhado qualquer crónica: The Walking Dead.

Hoje começo com Sherlock. Tenho adorado todas as séries britânicas que vejo, e Sherlock não é excepção. Com apenas seis episódios distribuídos por duas temporadas, Sherlock é uma série que coloca o famoso inspector (estou a falar de Sherlock Holmes, para aqueles que estão aluados) nos tempos modernos. A escolha de Benedict Cumberbatch para interpretar o excêntrico Holmes foi brilhante, assim como cada outro aspecto da série. Aconselho vivamente a toda a gente, principalmente àqueles que não apreciam séries muito extensivas.

Recentemente comecei também a ver Parks and Recreation. Vi a primeira temporada num instante, já que tem apenas seis episódios, mas não fiquei muito convencido. Se não me tivessem garantido que a série melhora imenso, provavelmente teria ficado pela primeira temporada.

Passemos agora ao desenvolvimento do título desta crónica: expectativas. As minhas expectativas relativamente à série Awake e ao final de The Walking Dead são grandes. Awake estreou na passada quinta-feira, dia 1 de Março (embora o episódio já andasse a vaguear pela internet há uns tempos) mas só nesta semana é que vou ter oportunidade de o ver. Achei a premissa da série muito interessante e várias opiniões que já li só me puseram mais expectante. Se calhar também estou assim porque estou familiarizado com o trabalho dos três actores principais. Em relação a The Walking Dead, tenho um gosto especial pela série e estou muito curioso em relação ao desenvolvimento da história nestes três últimos episódios. Ao passo que na primeira metade desta segunda temporada a história avançou muito devagar, na segunda metade a história tem dado passos de gigante, o que me agrada. Espero algo genial para a season finale.

Por fim, concluo dizendo que vou começar a ver uma série que, pelo feedback que tenho recebido, só posso supor que é épica. Na próxima crónica falo dela. Entretanto, podem ir tentando adivinhar qual é. E pronto, é tudo por hoje. Até ao próximo mês!

Codename: Revelação

Ora muito bom dia, boa tarde ou boa noite, dependendo da altura do dia em que estão a ler isto. Tirando a minha opinião pessoal acerca dos melhores (e piores) do ano, este é o meu primeiro post de 2012 aqui no Imagens Projectadas. Vamos ver se ainda sei como é que isto se faz…

Chuck. Chuck foi uma aventura. Com os seus altos e baixos, provocou-nos alegrias, tristezas e muitas surpresas. Tal como já disse numa crónica anterior, a quarta temporada perdeu-se um bocado e a quinta não começou de forma genial, mas acho que esta última progrediu de forma positiva e não mereceu todo o ódio que estava a receber. Foi uma series finale adequada e confesso que gostei muito da actuação dos Jeffster. Acho que era uma boa ideia os produtores pegarem na actuação deles e transformarem-na num single. Só um single. Com as receitas revertidas para uma associação de caridade, ou assim.

Sanctuary já terminou no final do ano passado, mas aproveito para dizer que o final da quarta temporada – que eu espero que não seja a última – me agradou e que a ideia em se ter criado uma base subterrânea parece prometer muito. Veremos.

Falando agora em novas séries, quero expressar a minha frustração em relação ao facto de eu não ter começado a ver Homeland mais cedo. Foi uma revelação: é surpreendente, emocionante, muito actual e espero muitas surpresas na metade que ainda me falta ver. Recentemente, comecei também a ver Misfits, uma série britânica sobre jovens fora-da-lei que de um dia para o outro se tornam super heróis. Tive muita dificuldade em afeiçoar-me às personagens nos primeiros episódios, mas agora que já vi as duas primeiras temporadas, acho que é isso que mais gosto na série. Claro, isso e a constante interrogação “que super-poder estranho vai aparecer de seguida?”.

Finalmente, acabo com uma menção honrosa a Community, que espero que tenha seis temporadas e um filme (os fãs da série percebem) e com a demonstração de uma leve histeria relativamente ao regresso de The Walking Dead já no próximo domingo: yaay!

Bem, acho que está tudo por hoje. Vejam muitas séries, porque socializar em demasia também faz mal! Até à próxima!

Codename: Especulações

Outra crónica aborrecida como a anterior, vinda de um paspalho que não sabe o que diz? Não. Pelo menos não é isso que estou a tentar passar.

Nesta crónica de Dezembro não tenho grandes críticas depreciativas a fazer, não porque não vi episódios maus, mas porque por acaso seleccionei só “coisas boas” para falar sobre. É o espírito natalício.

Comecemos pela óptima série Sanctuary. Não sei se é pela Amanda Tapping, se é pelas variadas aberrações que vão aparecendo ao longo dos episódios, se é pelo hilariante vampiro Nikola Tesla… o que sei é que esta série que cativa episódio após episódio (com algumas excepções, mas mesmo assim). Sendo uma série feita quase totalmente por computador, é fácil notar falhas, principalmente nas primeiras temporadas, mas não é isso que tira qualidade a série. A coisa que menos me agradou na série foi a forma repentina como tiraram a Ashley (interpretada pela Emilie Ullerup) e a Kate (interpretada pela Agam Darshi) da série. Ainda fico à espera que a Kate volte a aparecer. Façam figas.

Adiante. Na minha primeira crónica referi que embora com acontecimentos surpreendentes, The Walking Dead ainda não tinha apresentado episódios brilhantes. Agora não me vou contradizer por completo, mas estou seguramente muito mais confiante na série. Em primeiro, e para opinar contra o que algumas pessoas já me têm dito, The Walking Dead é um drama sobre pessoas… com zombies, e não ao contrário. O facto de aparecerem poucos zombies num determinado não implica perda de qualidade. Para a malta que diz que o final do sétimo episódio foi relativamente previsível, eu gosto de dizer que neste tipo de séries, o que me fascina não é o que acontece, mas sim a forma como acontece. E a forma como foi dramatizada a situação da Sophia foi brilhante. Agora só em Fevereiro é que chega o próximo episódio. Até lá, podemos especular: o que aconteceu com Morgan e o seu filho, onde estará Merle, que surpresas esperam os sobreviventes em Fort Benning?

Com todas as séries que acompanho, é difícil para mim começar uma série nova. No entanto, decidi-me, e há umas semanas comecei a ver Community. Adorei logo o primeiro episódio, e o seguinte, e o seguinte… Com os seus diálogos rápidos e piadas subtis, Community é uma série que merece o dobro da atenção que recebe e nem sequer devia ter estado em vias de ser cancelada. Se querem uma série de comédia, escolham, por exemplo The Big Bang Theory. No entanto, se querem uma série de comédia inteligente, escolham Community. Não se vão arrepender.

Aproveito para avisar os fãs de Warehouse 13, Eureka e Haven: hoje, 6 de Dezembro, o canal Syfy vai transmitir episódios especiais de Natal das três séries. Façam como eu e guardem os episódios para uma altura mais próxima do Natal, vão ver que vai ser mais giro vê-los aí!

Ainda tenho mais umas quantas séries para comentar, mas – já sabem como é – isso fica para a próxima. Até lá!

Codename: Estreia

Confesso que no início, o repentino convite do António para escrever uma crónica mensal aqui no blog me assustou um pouco. Sempre hesitei quando me comprometia a escrever textos, pois o que no princípio parecia entusiasmante acabava por se tornar numa obrigação pouco ou nada prazerosa. E agora podia começar a divagar sobre o quão diferente é se escrevermos sobre algo que gostamos mesmo mas com toda a certeza que não é isso que vocês querem ler.

Antes de mais, um obrigado ao António por esta proposta que me foi feita. Sou o Cristiano, tenho 19 anos e uma parte significante do meu tempo livre é passada a ver séries. Lembro-me que a primeira série que acompanhei foi Heroes, há vários anos atrás. Entretanto, passou tempo, e o meu gosto por séries foi aumentando cada vez mais. Actualmente acompanho quinze séries, número que tem tendência a aumentar.

Nestas crónicas mensais vou comentar algumas das séries que acompanho, ou mesmo episódios em particular. Não vos prometo palavras profundas, apenas uma mera opinião pessoal.

Comecemos com Chuck, então. Chuck é uma série que sempre me cativou pela sua simplicidade e leveza. É uma série “feliz”, que não me transmite stress ou ansiedade. O que não me deixou feliz, no entanto, foi a forma como a quarta temporada progrediu, arrastando os episódios sem muito para atrair os espectadores. A quinta temporada não voltou em força, teve apenas um primeiro episódio razoável. Foi engraçado, provocou-me algumas gargalhadas e a trama só tem como ser bem aproveitada. A fasquia está alta, e sendo esta a última temporada, os fãs querem algo memorável. Em nota de rodapé, acho que a participação de Mark Hamill poderia ter sido melhor aproveitada.

Outro caso pouco feliz é Terra Nova. Quando vi as primeiras promoções da série, fiquei muito entusiasmado e pensei até que a série pudesse vir a superar Primeval, uma fabulosa série britânica que também envolve dinossauros e que é de longe uma das minhas séries favoritas de sempre. Os primeiros episódios deitaram por terra todas as minhas expectativas em relação à série. Uma série promissora que tinha muito por onde brilhar tornou-se num drama familiar chato e cliché. Claro que tenho esperança que a série melhore, que não se torne em algo brilhante mas que nos consiga surpreender.

Duas séries que merecem destaque são Fringe e The Walking Dead, ambas com acontecimentos surpreendentes no quarto e terceiro episódios, respectivamente. Embora admita que nenhuma das séries tenha ainda apresentado episódios brilhantes, estou a gostar do que nos foi apresentado até agora.

E para acabar em grande, temos Person of Interest, uma série com a qual se passou o inverso de Terra Nova. Não sendo apenas um drama policial, Person of Interest é um drama policial brilhante, que à primeira vista não parecia nada de fantástico, mas que me tem cativado mais e mais a cada episódio que vejo. Tanto a actuação de Michael Emerson e Jim Caviezel, como a forma meticulosa como os episódios fluem são fabulosas. Para quem está disposto a começar a ver uma série, esta é uma escolha ideal.

Para além destas e de outras séries que acompanho, tenho andado de olho noutras, mas isso será abordado na próxima crónica. Até lá!