Agulhas Num Palheiro #4 – 1600 Penn

Chegámos àquela altura onde várias séries lançadas na mid-season já se começam a definir como hits ou falhas descomunais. E é nesse sentido que vez vos trago uma comédia (ou tentativa de…) recentemente lançada pela (adivinhem lá) NBC.

A localização 1600 Pennsylvania Avenue será provavelmente um dos lugares mais conhecidos dos Estados Unidos da América. Para quem não sabe do que se trata, é a morada da Casa Branca, residência oficial do Presidente. E é portanto esse o pano de fundo de toda a série, assim como a origem do seu nome.

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Agulhas num Palheiro #3 – Guys With Kids

Cá estamos nós então a abrir o ano com uma pequena conversa (mais curta que o habitual) sobre uma série mais fraquinha.

A série que vos trago desta vez foca-se na vida de três homens que são pais a tempo inteiro e nas aventuras e vidas complicadas (obviamente muito mais complexas e emocionantes que as vidas de quaisquer pais reais) que levam. Como devem calcular, estou a falar de Guys With Kids.

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Agulhas num Palheiro #2 – The Neighbors

Existem aquelas séries que têm uma ideia fraca, mas acabam bem executadas. Outras, têm uma excelente ideia, mas executada de forma horrível. E depois temos aquelas que conseguem ser um pouco de ambas as coisas.

Mas a série que vos trago este mês para mim não se enquadra em nenhum dos casos acima referidos. Eu diria que ela pertence a uma categoria muito própria de “simplesmente tola”. Falo, claro está, de The Neighbors.

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Agulhas num Palheiro #1 – Animal Practice

Se calhar é melhor começar por dizer, qual disclaimer, que não, não sou masoquista. Não sinto um qualquer impulso que me faz submeter a certas coisas que algumas pessoas mais críticas podem até considerar de “más para a saúde (física ou mental). Nomeadamente, e para ligar isto ao tema sob o qual vos começo a escrever hoje, a séries pouco aclamadas ou pesadamente criticadas, quer por críticos quer por telespectadores, incluindo aquelas que mais valia terem sido deixadas nos cantos obscuros dos estúdios que as produzem.

No entanto sou uma pessoa que gosta de desafios, e achei este particularmente difícil, mas interessante: forçar-me a ver o que não gosto (ou gosto muito pouco), procurar o que de bom possa existir e, por fim, tentar ressalvar e apresentar esses pontos positivos de coisas que, em certas ocasiões, preferiria que fossem lobotomizadas.

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