The Good Guys – Apresentação

Tiros. Carros. Clássicos, mais propriamente. Computadores. Secretárias. Sim, de madeira. Polícias. Explosões. E, claro, bigode…

The Good Guys estreou sem muito entusiasmo. Até eu, fã do criador da série (continência a Matt Nix), não liguei muito. Vinha com aquele selo manhoso de série de verão. Vinha com aquele aspecto de série para encher tempo. Como eu me enganei redondamente. The Good Guys faz jus ao título. É bom e tem rapazes.

Com Bradley Whitford como ponta de lança do elenco, após ter passado por Studio 60 ou The West Wing (agradecer ao IMDb), a série não estava muito cotada. Não é brilhante. Não é dramática. É estúpida. E pronto, tem outro ponto benéfico: é divertida, apesar de não ser a comédia a que estamos habituados. E sim, o primeiro ponto benéfico da série é ser estúpida. Estúpida da melhor maneira que pode existir.

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Persons Unknown – Apresentação

O drama, o horror, a tragédia…Tudo isto podia estar reunido em Persons Unknown. Podia ser o drama. Sim, esse existe. Mas não é brilhante. Nem perto disso. Podia ser o horror. Sim, também existe. Mas ainda tem menos brilhantismo que o drama. Podia ser a tragédia. Digam lá que não existe? Até existe. Já viram? Mas, se o drama é uma gigante vermelha a morrer, o horror uma anã-branca, a tragédia é claramente um buraco negro.

Persons Unknown não é uma série de verão. Não tem os corpos despidos, que me faz sentir na praia quando estou a estudar para os exames. Não tem drama, que me faz esquecer os corpos despidos que estão na praia. Não tem risadas, que me faz esquecer o drama de não estar na praia com corpos semi-nus (sim…isto já é psicológico. Apesar de eu gostar mais do campo…). É uma típica série de encher chouriços. Para uma altura em que os chouriços começam a subir de preço, pois os porcos parecem querer fazer greve, é uma aposta satisfatória. E pouco daí sai.

Primeiro, o tópico da série é um tema que já foi debatido. Saw e os secundários filmes têm um prisma parecido. Old Boy mistura outra parte. O terror de estar afastado da sociedade por abonos de outros, de não sabermos quem está por de trás do grande irmão, e de termos missões para ir ver para os ecrãs o terror já é algo batido e debatido. Assim, e primeiramente, a série não é nada revolucionária.

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Doctor Who – Apresentação

O fascínio pelo extraterrestre sempre foi algo que o ser humano teve. Melhor dizendo, o desconhecido sempre fascinou o ser humano. Pois as incógnitas é que tornam a vida engraçada, é o que tornam o futuro algo inconstante, uma dúvida permanente. Claro que, sendo o ser humano um ser tão fascinado, já houve mil e uma séries que albergaram o tema extraterrestre. A ficção científica é a forma do ser humano atribuir números as incógnitas. De resolver aquilo que a ciência não consegue, usando a imaginação. Pois porquê que a ciência terá mais importância que faz a mesma ciência avançar?

Doctor Who é outra que vem para o tema dos extraterrestres, do impossível. Britânica, criada nos idos anos 60, a série é um pouco incomum. Primeiro, eu que vejo pouco de séries anglo-saxónicas, não estou habituado ao sotaque. Mas isto é questão de nos habituarmos. O que me refiro em “pouco incomum” é o non-sence da série.

Isto deve-se a tudo o que a série envolve. Primeiro, o Doctor. O seu surgimento. Todos os segredos por de trás deste. Depois, a sua máquina de viajar, um bocado “diferente” das normais. Por último, os casos. A série consegue, com a TARDIS, viajar entre todos os tempos, englobar todos os povos existentes e imaginários. E que povos imaginários a série nos dá.

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Royal Pains – Apresentação

Primeiro, explicar o porquê de fazer este post. Com o início do blog e a consequente escrita de reviews surgiu uma preocupação: como comentar uma série quando, no fundo, a review de primeira temporada funciona como uma apresentação? Assim, e como se viu em Big Love, tentei fazer um post sem spoilers, dando uma noção do que é a temporada mas, ao mesmo tempo, apresentando a série. O problema que senti foi a falta de conteúdo do texto. Não podia referir momentos da temporada, desenvolver histórias e dissecar estas. Assim, e para resolver este problema, surge esta nova rubrica. A apresentação das séries. Vai ser como um incentivo para as pessoas que me lêem, um conselho. Uma distribuição dos pontos positivos e negativos. A partir daí, e depois desta, surgirão então as reviews de temporada. De referir que nem todas as séries vão ter apresentação. Um exemplo disso é Lost. Como só comentarei a sexta temporada, a apresentação tornar-se desnecessária. Royal Pains, neste caso, como ainda vai ter a review da primeira temporada a sair, tem. Por último, e para explicar mais uns pormenores, esta ideia também surgiu para manter o blog minimamente actualizado no início da Fall Season, com as apresentações dos pilotos. De referir ainda que não é por uma série ter apresentação que terá review de temporada. Isso dependerá do rendimento desta durante a temporada, e se “largo” ou não esta. Sem mais demoras, porque isto já demorou um pouco, aqui fica a apresentação da série da USA.

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