Camões Lunático #6 – A pausa do fumador

Dois meses depois, parece que o IP está de volta. E em força. Para celebrar, nada melhor do que fazer uma retrospectiva de tudo aquilo que eu (não) vi nos últimos 60 dias.

Começo por falar de uma paixão que já tenho sem ter sequer começado a ver qualquer episódio – Mr. Selfridge. Não conhecem? Nem eu, mas vou falar-vos daquilo que li aí pela Internet.

Um magnata americano (Mr. Selfridge) abre uma espécie de centro comercial em Londres em 1909 para combater aquele vício de encomendar pelo alfaiate todas as roupas que se quer ou de mandar vir por catálogo como (aparentemente) se fazia na altura.

Ora, a série não é mais nem menos do que sobre a vida de Mr. Selfridge. Segundo Jeremy Piven, o actor que interpreta o papel de Harry Selfridge, o americano era um mulherengo e é certo que isso lhe trouxe muitos problemas ao longo da carreira. A história parece-me meio dull, mas eu tenho um problema qualquer com séries que sejam uma espécie de biografia. Se faz faísca, tenho de a ver. Bem, como ainda tenho os dez episódios ali na fila de espera…daqui a um mês voltamos a falar sobre isto. Pode ser que até lá já tenha tido tempo para começar a ver.

Estes últimos dois meses têm sido um tanto ou quanto atribulados para mim, mas sempre no bom sentido, claro. Comecei o estágio entretanto e isso roubou-me imenso tempo. Há séries (como The Following) com sete episódios em atraso, o que não é lá muito bom sinal.

Agora sim, chegámos à parte em que vocês percebem o título: A pausa do fumador, porque estes dois meses foram uma espécie de pausa de um fumador, que apesar de estar na “pausa”, está a encher os pulmões com qualquer coisa nociva. Bem, deste lado a pausa foi na Internet e encheu-se a cabeça com trabalho.

De qualquer forma, continuo actualizado com Go On, que está a seguir um rumo espectacular. Ainda não consegui ficar farto de nenhum episódio. Provavelmente a duração de 20 minutos de cada um é um dos maiores segredos para continuar agarrado a esta comédia.

Não me posso esquecer de falar sobre Top Gear: a última temporada foi a melhor desde que eu me conheço. O especial de dois episódios….speechless. Foi um especial em África, onde os três mosqueteiros foram à procura da origem do rio Nilo. Como não podia deixar de ser, há sempre um deles que leva um carro ridículo. E, para não variar, foi o Captain Slow que o fez. Mas deixo-vos um conselho: vejam os episódios e riam-se com aquelas figuras tristes (quanto mais não seja que se riam com o facto de os operadores de câmara não conseguirem filmar animais em movimento, mas conseguem planos espectaculares de carros na estrada).

Prometo trazer mais novidades daqui a um mês. A sério. Até lá.

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