Camões Lunático #4 – Fringe e…Fringe

Fringe acabou. Sim, na última crónica que escrevi nesta rubrica desejei pelo fim da série, mas agora…agora acho que me arrependo. Bem, não é bem bem um arrependimento no seu sentido lato da palavra, mas um arrependimento por saber que agora não volto a ter episódios novos para ver. Mais uma vez, vou falar de Fringe nesta crónica, mas também de Suits, que está de volta.

O final de Fringe chegou-nos no passado dia 18 de Janeiro, com um episódio duplo, que trouxe mais ação do que os restantes 11 desta que foi a 5ª (e última) temporada da série. Pois bem, eu vi estes dois episódios comodamente na minha cama e posso dizer-vos que finalmente, depois de tantos episódios à espera, consegui voltar a reconhecer o J.J. nesta série. A emoção de que estes episódios estavam carregados correspondeu às temporadas que eu considero terem sido o auge de Fringe (a 2ª e a 3ª). A história desenrolou-se com naturalidade e a ideia de terem relembrado uma variedade dos casos que a equipa da Olivia estudou foi excelente: quem é que não se lembra do vírus que fazia com que os orifícios na pele dos humanos fechassem até morrerem sufocados? Este, entre tantos outros (bem) escolhidos pela produção fizeram com que o final fosse em grande, como eu tinha desejado. Uma salva de palmas para toda a produção de Fringe pelos 100 episódios fantásticos distribuídos pelos últimos 5 anos. Esta é, sem dúvida, uma série que eu vou rever, e que fica para a minha história pessoal como uma das séries que mais gozo me deu ver.

Mudando completamente de área, vamos para a advocacia: Suits. Para quem não conhece, Suits é uma série de advogados (óbvio, não é?). Bem, “advogados”, porque um deles, o Mike Ross, não é propriamente advogado. O tipo sabe muito e tem muita lábia, mas falta-lhe aquele diplomazinho de Harvard pendurado na parede do seu escritório (que não tem) para embelezar a coisa. A série regressou de uma pausa de alguns meses para dar continuidade à 2ª temporada, e regressou em grande. A aposta da USA Network  nesta série do Aaron Korsh está a mostrar-se bastante inteligente e é uma série que, a par com Franklin & Bash, eu recomendo.

Isto ultimamente anda complicado…vocês, universitários, compreendem-me: altura de exames e tal, mas, para melhorar a festa, tenho o estágio à porta. O tempo para séries não tem sido muito, mas, ainda assim, tenho tudo em dia e ainda comecei a ver Arrested Development. Não me batam, eu sei que já devia ter visto tudo, mas ainda não tinha surgido a oportunidade certa. E aproveito para ver tudo antes de Maio, já que vem aí a 4ª temporada. Estou a mandar umas belas gargalhadas, mas temo que a série não evolua…de notar que ainda só vi 8 episódios. Daqui a um mês espero ter mais qualquer coisa para vos dizer em relação a esta série.
Para além disto ainda há os filmes que tenho andado a ver…gosto de tentar perceber porque é que filme ou y esteve nomeado/ganhou prémio nos Globos de Ouro. Até agora já tive tempo para ver o Flight (com o Denzel Washington) e o Lincoln (com o Daniel Day-Lewis). Recomendo que vejam o Lincoln, porque está um filme super bem conseguido.

Por tudo isto vos digo que isto anda complicado, mas aos poucos vou lá. Aos poucos vou estando a par do que o mundo televisivo de Hollywood nos traz e do que nos leva…porque Fringe acabou.

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