Codename: Situação

Boa noite amigos, amigas e leitores desinteressados que vieram parar a este blog sem querer com pesquisas no Google como “o que fazer com um cadáver depois de cinco dias” ou “é normal a minha urina ser azul?“. Hoje não vos trago nada de novo, apenas um ponto da situação em relação a algumas séries. Na verdade, as obrigações académicas têm-me ocupado bastante tempo, e o tempo que me resta tenho-o passado a ver principalmente filmes. Sim, filmes. É como que uma espécie de traição às séries, mas também é preciso.

Para começar em cheio, vou falar de Fringe. Trouxe-me grande felicidade a notícia que dizia que esta série fora renovada. Mesmo sendo uma última temporada de 13 episódios, é claramente melhor que sermos deixados com um final em aberto. A série perdeu-se um bocadinho no meio desta temporada, mas ultimamente tem andado bastante boa. É preciso dar relevância ao episódio “Letters of Transit“, que é simplesmente genial. Para além de ter o Henry Ian Cusick (o fabuloso Desmond de Lost), desvia-se da história principal de forma muito bem pensada.

How I Met Your Mother continua não tão engraçada como dantes, mas espero que o último episódio desta temporada abra caminho para a oitava e última temporada com um cliffhanger óptimo relativo à questão essencial da série – quem raio é a mulher do Ted! Será pedir muito? Espero que não. Em relação a Community e The Big Bang Theory, espero também que nos presenteiem com finais bons. Mesmo odiando o tempo de espera, quero sempre que uma série deixe um cliffhanger terrível (no bom sentido) no fim das temporadas. Pois, sou assim.

Finalmente, falando um pouco de uma série menos conhecida mas que devia ter tanta atenção como as que mencionei anteriormente, Eureka apresentou-nos um início de temporada excelente. Gostei especialmente dos primeiros minutos do primeiro episódio. Toda aquela acção e a excelente música fizeram-me lembrar porque é que gosto tanto de Eureka. É pena estar a acabar.

É um mundo enorme e que nos ocupa muito tempo, o das séries, mas deixa-nos com uma satisfação tremenda, isto é, quando vemos séries que gostamos. Ou séries minimante boas. (Sim, isto é para vocês, pessoas que não conhecem nada para além de Glee, The Vampire Diaries, Gossip Girl e por aí). E, já que estou a falar disto, acabo deixando umas perguntas a um grande amigo meu, que espero que mude de “comportamento” ao ler isto: Então pá? Como é? Cansas-te de Lost a meio da série e não passas do primeiro episódio de Community? Como é, pá?

Bem, em Junho cá estou eu outra vez, com uma crónica com mais conteúdo, espero eu. Até lá!

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