Codename: Recomendação

Alcatraz desiludiu e Touch não é tão bom como prometia (que é, basicamente, uma forma mais leve de dizer que está a desiludir), mas hoje vou fugir um bocado ao mainstream e falar de outras séries. Ah, e olá!

Na crónica passada disse-vos que ia começar a ver uma série nova que pelo feedback que fui recebendo ao longo do tempo só podia supor que era épica. E é. Mais ou menos. Para já, é bastante boa. Essa tal série que comecei a ver é Dexter. Para já só vi a primeira temporada e gostei muito do que vi. Não sei se só aconteceu comigo, mas encontrei algumas semelhanças em relação a Breaking Bad, tanto no uso de planos inusitados como na forma como a história é contada.

Vamos agora atravessar o Atlântico para que eu vos possa falar de uma espectacular produção britânica, que já mencionei na minha primeira crónica: Primeval. Monstros pré-históricos a atravessar portais temporais para irem parar aos tempos modernos. É como Jurassic Park com viagens no tempo. E mais britânico. Não quero estar aqui a tomar nenhuma posição antiamericanista, mas tenho quase a certeza que os Estados Unidos estragariam uma premissa como esta em meia dúzia de episódios. De facto, a premissa soa um bocado ridícula, mas Primeval sabe usá-la e transforma-se numa das minhas séries favoritas. Com as suas temporadas curtas e as mudanças dinâmicas de personagens (só dois personagens se mantêm fixos durante as cinco temporadas), Primeval é uma série que os amantes de acção e sci-fi não podem ignorar. Aproveito para dizer também que está a ser produzido um spin-off canadiano desta série (por favor, não a estraguem!), com Niall Matter (Eureka) e Sara Canning (The Vampire Diaries) nos papéis principais.

Continuando com as séries britânicas em cima da mesa, Doctor Who já mostrou o primeiro trailer para a 7.ª temporada, que estreia lá para o quarto trimestre do ano e que eu já anseio terrivelmente. Foi também anunciada a nova companheira do Doutor, que será interpretada por Jenna-Louise Coleman, uma actriz relativamente desconhecida que trabalhou numa outra série que está agora a ser transmitida – Titanic. Não sou grande fã desta história mas já vi o primeiro episódio e gostei, no entanto, só vou conseguir formar uma opinião mais consistente com os próximos episódios.

Para finalizar, acrescento que tal como me tinham dito, Parks and Recreation melhora muito a partir da segunda temporada. Tal como Community é uma série de comédia inteligente, Parks and Recreation uma série de comédia feliz, que não nos deixa a rir às gargalhadas, mas que nos deixa com um sorriso no rosto.

E pronto, hoje fico-me por aqui. Retiro-me para tentar estudar e para ir ver mais uma vez o trailer da nova temporada de Doctor Who. Com licença. Até à próxima.

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