Codename: Especulações

Outra crónica aborrecida como a anterior, vinda de um paspalho que não sabe o que diz? Não. Pelo menos não é isso que estou a tentar passar.

Nesta crónica de Dezembro não tenho grandes críticas depreciativas a fazer, não porque não vi episódios maus, mas porque por acaso seleccionei só “coisas boas” para falar sobre. É o espírito natalício.

Comecemos pela óptima série Sanctuary. Não sei se é pela Amanda Tapping, se é pelas variadas aberrações que vão aparecendo ao longo dos episódios, se é pelo hilariante vampiro Nikola Tesla… o que sei é que esta série que cativa episódio após episódio (com algumas excepções, mas mesmo assim). Sendo uma série feita quase totalmente por computador, é fácil notar falhas, principalmente nas primeiras temporadas, mas não é isso que tira qualidade a série. A coisa que menos me agradou na série foi a forma repentina como tiraram a Ashley (interpretada pela Emilie Ullerup) e a Kate (interpretada pela Agam Darshi) da série. Ainda fico à espera que a Kate volte a aparecer. Façam figas.

Adiante. Na minha primeira crónica referi que embora com acontecimentos surpreendentes, The Walking Dead ainda não tinha apresentado episódios brilhantes. Agora não me vou contradizer por completo, mas estou seguramente muito mais confiante na série. Em primeiro, e para opinar contra o que algumas pessoas já me têm dito, The Walking Dead é um drama sobre pessoas… com zombies, e não ao contrário. O facto de aparecerem poucos zombies num determinado não implica perda de qualidade. Para a malta que diz que o final do sétimo episódio foi relativamente previsível, eu gosto de dizer que neste tipo de séries, o que me fascina não é o que acontece, mas sim a forma como acontece. E a forma como foi dramatizada a situação da Sophia foi brilhante. Agora só em Fevereiro é que chega o próximo episódio. Até lá, podemos especular: o que aconteceu com Morgan e o seu filho, onde estará Merle, que surpresas esperam os sobreviventes em Fort Benning?

Com todas as séries que acompanho, é difícil para mim começar uma série nova. No entanto, decidi-me, e há umas semanas comecei a ver Community. Adorei logo o primeiro episódio, e o seguinte, e o seguinte… Com os seus diálogos rápidos e piadas subtis, Community é uma série que merece o dobro da atenção que recebe e nem sequer devia ter estado em vias de ser cancelada. Se querem uma série de comédia, escolham, por exemplo The Big Bang Theory. No entanto, se querem uma série de comédia inteligente, escolham Community. Não se vão arrepender.

Aproveito para avisar os fãs de Warehouse 13, Eureka e Haven: hoje, 6 de Dezembro, o canal Syfy vai transmitir episódios especiais de Natal das três séries. Façam como eu e guardem os episódios para uma altura mais próxima do Natal, vão ver que vai ser mais giro vê-los aí!

Ainda tenho mais umas quantas séries para comentar, mas – já sabem como é – isso fica para a próxima. Até lá!

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