Codename: Estreia

Confesso que no início, o repentino convite do António para escrever uma crónica mensal aqui no blog me assustou um pouco. Sempre hesitei quando me comprometia a escrever textos, pois o que no princípio parecia entusiasmante acabava por se tornar numa obrigação pouco ou nada prazerosa. E agora podia começar a divagar sobre o quão diferente é se escrevermos sobre algo que gostamos mesmo mas com toda a certeza que não é isso que vocês querem ler.

Antes de mais, um obrigado ao António por esta proposta que me foi feita. Sou o Cristiano, tenho 19 anos e uma parte significante do meu tempo livre é passada a ver séries. Lembro-me que a primeira série que acompanhei foi Heroes, há vários anos atrás. Entretanto, passou tempo, e o meu gosto por séries foi aumentando cada vez mais. Actualmente acompanho quinze séries, número que tem tendência a aumentar.

Nestas crónicas mensais vou comentar algumas das séries que acompanho, ou mesmo episódios em particular. Não vos prometo palavras profundas, apenas uma mera opinião pessoal.

Comecemos com Chuck, então. Chuck é uma série que sempre me cativou pela sua simplicidade e leveza. É uma série “feliz”, que não me transmite stress ou ansiedade. O que não me deixou feliz, no entanto, foi a forma como a quarta temporada progrediu, arrastando os episódios sem muito para atrair os espectadores. A quinta temporada não voltou em força, teve apenas um primeiro episódio razoável. Foi engraçado, provocou-me algumas gargalhadas e a trama só tem como ser bem aproveitada. A fasquia está alta, e sendo esta a última temporada, os fãs querem algo memorável. Em nota de rodapé, acho que a participação de Mark Hamill poderia ter sido melhor aproveitada.

Outro caso pouco feliz é Terra Nova. Quando vi as primeiras promoções da série, fiquei muito entusiasmado e pensei até que a série pudesse vir a superar Primeval, uma fabulosa série britânica que também envolve dinossauros e que é de longe uma das minhas séries favoritas de sempre. Os primeiros episódios deitaram por terra todas as minhas expectativas em relação à série. Uma série promissora que tinha muito por onde brilhar tornou-se num drama familiar chato e cliché. Claro que tenho esperança que a série melhore, que não se torne em algo brilhante mas que nos consiga surpreender.

Duas séries que merecem destaque são Fringe e The Walking Dead, ambas com acontecimentos surpreendentes no quarto e terceiro episódios, respectivamente. Embora admita que nenhuma das séries tenha ainda apresentado episódios brilhantes, estou a gostar do que nos foi apresentado até agora.

E para acabar em grande, temos Person of Interest, uma série com a qual se passou o inverso de Terra Nova. Não sendo apenas um drama policial, Person of Interest é um drama policial brilhante, que à primeira vista não parecia nada de fantástico, mas que me tem cativado mais e mais a cada episódio que vejo. Tanto a actuação de Michael Emerson e Jim Caviezel, como a forma meticulosa como os episódios fluem são fabulosas. Para quem está disposto a começar a ver uma série, esta é uma escolha ideal.

Para além destas e de outras séries que acompanho, tenho andado de olho noutras, mas isso será abordado na próxima crónica. Até lá!

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