Series-Gazing VII

Talvez o caríssimo leitor não seja como eu quando assiste a uma série que centra a sua acção nos anos 60. Talvez o caríssimo leitor até veja essa mesma série com uma outra vontade ou espírito que não o meu. Mas o que é certo é que, sempre oiço aquela melodia de Jazz ou mesmo até o guarda-roupa do primeiro minuto do episódio me fazem vibrar.

É desta forma menos convencional que começo a sétima edição do Series-Gazing. E hoje, claramente, o meu foco estará sobre as (novas) séries que esta Fall Season e sobre uma outra que tem andado desaparecida e cujo delírio do Guerra é enorme. Mas vamos por partes, sim?

Bem, quando o Verão começou (não se avizinha nenhuma história de amor!) as promos às novas séries do Outono começavam a aparecer e, de entre toda a diversidade, destacaram-se duas: Pan Am e The Playboy Club.

A primeira vem da ABC e, com ela, uma história sobre as hospedeiras de bordo dos anos 60 e todos os seus sonhos de ver o mundo. Aliás, a vida para estas meninas/senhoras devia ser algo maravilhoso pois andar de avião e parar 2/3 dias na cidade-destino e aproveitar para a explorar era, provavelmente, algo que preenchesse o coração da pessoa mais viajada. E, reflectindo um pouco da introdução, Pan Am deia-me maravilhado não só pelas belas actrizes que compõem o elenco mas pela espectacularidade da época retratada não só em termos vivencionais como a nível da sociedade que se vÊ, claramente, como sendo uma sociedade machista onde o cargo maior das mulheres era ser ou donas de casa ou estas belas senhoras. Mas atenção que, esta profissão era até uma certa idade (salvo erro, 32/33 anos) e com certos pesos e alturas definidas; algo, portanto, muito finório.

Já The Playboy Club, que poderia aqui dizer que gosto da série pelas coelhinhas, é algo irreverente e que eu nunca havia pensado que desse uma história. Talvez a produção não se preocupe tanto com a caracterização do espaço à lá anos 60 ou mesmo o guarda-roupa não pode ser tão cuidado quanto o de Mad Men mas a história, que podia ser melhor, deixa-me bastante entretido. E como se não bastasse, temos as actuações da espectacular Laura Benanti e de outras (várias) cantoras (até afro-americanas!) que marcavam presença nestes bares com as suas vozes maravilhosas e músicas bastante sensuais.

Na mesma linha e num patamar mais superior temos, por último, Mad Men, “a” série dos anos 60. Há quatro anos no ar, a série tem maravilhado toda a legião de fãs por esse mundo fora e eu admito que, tendo visto até ao final da segunda temporada, já perdi imenso! Terei de rever tudo desde o início e preparar-me, à séria, para a quinta temporada.

Em jeito de conclusão, os anos 60 sejam eles bem ou menos bem retratados, a sua presença nas séries deixa-me maravilhado porque com eles, há aquela música Jazz ou aqueles solos em The Playboy Club onde não é possível ficar sentado a ouvir. Todo este mundo, que ainda tem muito que se lhe diga, deixa-me com uma vontade de construir uma máquina do tempo e viver um pouco destes loucos anos…

Infelizmente, não estou num mundo Fringe onde uma máquina se encontra escondida em várias partes do Mundo, as quais precisam de ser descobertas e montadas… Era uma complicação. Mas eu prometo que daqui a alguns anos, a máquina ficará construída e poderei, assim o espero, viajar até esta ép… … … … (despertador toca) e sigo para mais um dia na universidade…

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