Series-Gazing VI

Podia chatear-vos, mais uma vez, com as minhas escolhas de Verão. Também poderia dizer que ainda não vi o Summer Finale de White Collar, continuo na minha odisseia pela 13ªtemporada de Big Brother e que Breaking Bad e True Blood se revelaram muito bons nas linhas narrativas que têm mostrado nos episódios das correntes temporadas. Também vos poderia chatear com esta ou aquela reclamação sobre o facto de o Verão nos generalistas estar polvilhado de realities. Também vos poderia aqui dizer que está a ser um Verão fantástico. Também vos podia dizer que está calor.

Tanta coisa que não faria sentido em pleno Agosto.

Portanto, hoje, vou falar-vos de documetários. Sim, lá no fundo não são séries mas, também lá no fundo, têm um conjunto de episódios que compõem uma temporada e têm pessoas reais a contar situações reais sobre o mundo real. Isto deixa a vossa cabeça confusa? Eu explico.

Há já duas semanas que tinha aqui no computador, um documentário da BBC chamado The Code. A premissa, dividida em três capítulos leva-nos até ao mais profundo ser da Matemática como uma busca pelo código que rege o mundo e as leis do Universo. Muito embora o meu cérebro esteja de férias, há coisas que realmente fascinam e a abordagem que o professor que está a apresentar o programa é, de facto, bastante interessante porque consegue deixar o espectador agarrado para saber até onde quer chegar e, na minha opinião, são curiosidades matemáticas tão óbvias de nos deixar cair o queixo.

Em fila de espera tenho o segundo e terceiro episódios que espero ver nos dias póstumos e a vontade, diga-se, é muita para ver a que conclusões chegou o professor no que toca ao código que rege o mundo e as leis do Universo que tão fortemente estudamos e aplicamos no nosso dia-a-dia.

E, claro, não poderia estar a falar deste documentário sem falar no canal Discovery e nos dois programas que me deixaram amazed no mês passado: Venom Hunter e How It’s Made.

O primeiro, tal como o nome indica, é um caçador de venenos que percorre meio mundo à procura destes com dois objectivos paralelos: conhecer, pessoalmente, as espécies das quais vai tirar o veneno e conseguir quantidades suficientes para que se possa criar um antídoto para futuras vítimas.

A premissa, desde logo, cativa e, no decorrer do episódio, tal como ele, o espectador vive aquela aventura e não se cansa até chegar ao fim da mesma. E, claro está, no fim de tudo, todos nós conseguimos ganhar aquele apreço especial por estes animais tão interessantes.

Já o segundo programa que vos falo é uma viagem completa ao mundo da fabricação das coisas que usamos no nosso dia-a-dia. E é tão “chocante”, devo dizer, quando nos apercebemos que as coisas mais simples demoram um certo tempo a ser feitas e a ser estudadas ao pormenor para providenciar ao cliente maior confiança, maior segurança e, sobretudo, maior divertimento na acção para a qual aquele objecto foi concebido. Gostei da abordagem do programa e, tal como Venom Hunter, consegue deixar-nos ansiosos para ver todo o processo de criação do objecto não nos deixando descansados até chegarmos ao fim.

Tem sido, por isso, um Verão espectacular no que toca a televisão. Não só tenho uma lista de séries razoavelmente pequena como este factor me ajuda a explorar outros meios de entreter a minha mente. O Verão, para além da praia e do descanso, serve para isso mesmo: explorar. E, até agora, não me tenho desiludido. Até Setembro!

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