A Série da Minha Vida: The Tudors (por Inês Correia)

Por entre todas as séries fantásticas, com argumentos de genial, e todas as histórias e casos que, diariamente, invadem as nossas TV’s, existe uma que me deixa sempre fascinada, mesmo quando vejo episódios repetidos. Estou a falar de Tudors, e porque Tudors? Porque para mim, todo o retrato histórico de algo que já aconteceu é fascinante!

Mesmo sendo uma grande apreciadora de história mundial como sou, tenho noção que tenho de desculpar alguns (poucos) erros que acabaram por surgir, pois achei a série tão, mas tão genial, que me foi impossível criticar este ou outro erro. Sirvo-me como exemplo a situação do casamento da irmã de Henry VIII, Lady Margaret, com o rei português, na primeira temporada!

Considero que as personagens são no mínimo muito boas, como é o caso de Katherine Howard, a quinta esposa de Henry, que morreu porque se apaixonou, e não foi pelos lindos olhos do rei. A desgraçada lá se envolveu com Culpeper, e no que é que aquilo deu? Mais uma execução em praça pública!

Outras personagens que me deixaram encantada foram as de Anne Boleyn e de Charles Brandon. Natalie Dormer revelou-se com o papel de Anne, uma grande actriz! Grande mesmo! A personagem revelou-se uma das melhores no enredo, na teoria de conspiração que reinava na corte, já nessa altura. Sem dúvida de Anne ousou em surpreender o público, mas acabou por receber o seu “castigo”. Carrasco – 2 / Corte – 0

Já Charles sempre assumiu o papel de sidekick do rei, mostrou ser muito mais do que um subordinado do rei, já que sempre expressou (mesmo com algum cuidado) a sua opinião face aos assuntos do rei e às suas relações pessoais. Mas devo confessar que a minha preferência face à personagem vem da sensualidade do actor, que me mata com o seu olhar.

Mas no meio de tanta personagem, umas importantes, como o caso de Thomas Cromwell, ou menos importantes, não posso deixar de destacar Henry VIII! A melhor personagem, não fosse ele quem dá vida a um dos reis mais falados da História (pela separação de Inglaterra do Vaticano)!

Henry revela-se um rei caprichoso e sem escrúpulos, capaz de passar por cima dos seus aliados, para ter a vantagem que quer, mas quando o rei vê um rabo de saias… UI! Qual assuntos do reino qual quê!! Viu-se bem pela sua relação com Katherine Howard, apesar de esta ser puramente sexual, um dos motivos das relações do rei, para além de negócios, como foi o casamento com Anne of Cleves. Mas o rei amou, e quando amou perdeu a sua paixão. Atrevo-me até a dizer “alma gémea”, porque era isso que Jane Seymour representou para o homem que usava a coroa.

Esta série é de facto a série da minha vida e tenho de agradecer à minha grande amiga Catarina, que me pegou este bichinho, e me viciou numa das melhores séries históricas que eu alguma vez imaginei ver. Até à bem pouco tempo dava no canal MOV, mas agora que a série já acabou, podem tirar da Net os episódios, aconselho mesmo, vivamente!

 

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3 thoughts on “A Série da Minha Vida: The Tudors (por Inês Correia)

  1. Mas o erro do casamento de Lady Margareth é tão grosseiro que não é um erro senão uma aldrabice de má fé que pretende denegrir um pais pequeno e sem importância. De facto este acontecimento deu-se com um francês.
    Mas outros erros aparecem de forma não menos grosseira que chegam a diminuir a série: olhe-se para a representação da vista do pequeníssimo rio Tejo visto do castelo de S. Jorge.

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