Notas da Semana – Mid Season #7 (Última)

Antes de mais pedir desculpa pela desactualização do blog, mas toda a gente que contribui no mesmo tem outros e muito mais importantes afazeres. Prometo que tentaremos voltar em grande neste mês de Junho.

De resto, comecemos então por actualizar as notas. Há que referir que esta será a última tabela. A Mid Season acaba, e dando a tabela um trabalho enorme, achei por bem, após falar com os companheiros de viagem Pontes e Ricardo, terminar a mesma. O Imagens torna-se um site menos de actualidade, com certeza, mas é outra forma de tornar o blog algo diferente, visto que sempre pensei nele em algo de opinião apenas que não teria ligação permanente com a actualidade…assim sendo, sem mais demoras, aqui ficam as notas.

Chuck (4.24) – O que é preciso para ver este episódio? Esquecer parte da narrativa, esquecer parte dos ódios, esquecer muitas das incoerências. E, assim, a série consegue ficar boa. Um final que não deixa saudades numa temporada que menos saudades deixa.

Community (2.24) – O paintball e Community resultam, e este episódio foi mais uma demonstração. Não é brilhante, mas consegue ser eficaz. Até para o ano, esperemos que voltes com igual nível.

Cougar Town (2.18) – Jules vê o seu filho a avançar na vida e, como mãe, assusta-se. Um episódio interessante e para reflectir.

Cougar Town (2.19) – As consequências da decisão de Travis deitam-no abaixo e quando Bobby e Jules não conseguem arranjar uma solução para o problema do seu filho começam a discutir. Uma óptima altura para o regresso do pai de Jules. Foi mais um episódio de reflexão.

Cougar Town (2.20) – “Tough Love” foi a expressão deste episódio. Embora seu filho, Jules teve de o deixar ir e enfrentar as consequências das suas faltas na Universidade. Foi um episódio mais leve, de preparação.

Cougar Town (2.21 & 2.22) – Um final perfeito para uma série dita comédia. Para mim, Cougar Town atingiu um outro patamar e teve finalmente episódios de altíssima qualidade nesta temporada. Um final que serviu para dar os nós às várias narrativas e preparar o caminho para uma temporada três de sucesso e qualidade e que, claramente, não me importarei de ver na próxima Mid-Season.

Desperate Housewives (7.21-23) – É no episódio 21 que começamos a ver os moldes do fim da temporada. Quando lá chegámos, este episódio duplo trouxe-nos muito, mas também nos trouxe muito pouco. Porquê? Apesar do que tenho lido pela Internet fora, este foi um final que me deixou desiludido. A quererem introduzir suspense nas narrativas de cada desperate, obtivemos uma mistura mal amanhada. A história do pai de Gabbi foi o núcleo, deixando para trás a história central da temporada (Susan-Paul-envenenamento), demonstrando alguma precipitação no assunto. Porquê não fazer algo em grande com Susan/Paul, e deixar o padrasto da Solis para a próxima temporada, para que pudesse ser bem explorado? Mas não, temos mais um corpo escondido, como já tivemos, por exemplo, numa arca frigorífica.
Inspiração precisa-se.

Doctor Who (6.04) – Um episódio que não parecia nada de especial e serviu para das melhores viagens em Doctor Who. Uma ida à TARDIS como nunca. Fantástico…

Doctor Who (6.05) – Um caso que parece não dar em nada. A forma como Doctor Who mexe nas relações humanas e os seus “escravos” futuristas é boa, mas é um ponto comum da série. Vamos lá ver se o caso dá para dois episódios…

Doctor Who (6.06) – Desculpa Doctor Who. O caso afinal teve uma ligação, foi utilizado para algo mais, e assim é que se enriquecem as séries. Com algumas surpresas bastante inesperadas.

Game of Thrones (1.05) – Bom episódio, de novo com preparação da história. A série parece confusa, mas existe sempre um fio condutor que conduz a história e a excelentes cliffhangers. A gostar bastante.

Game of Thrones (1.06) – De novo um excelente episódio, bem trabalhado e com um avançar de histórias de forma que, como referi, parece ter um rumo certo. É aproveitar e deixar que o barco seja navegado por outro.

Game of Thrones (1.07) – O melhor da temporada. Um arranque brusco de narrativas, bem trabalhadas, a mostrar que o tempo gasto a construir as personagens não foi tempo perdido. Agora é aproveitar…o pior é que só há 10 episódios.

Grey’s Anatomy (7.21-22) – É certo que seria difícil igualar finais de temporada como os anteriores. Aceito. Mas fazer algo tão fraco… Vejamos: tínhamos como premissa para o fim da sétima temporada, o caso do alterar de resultados por parte de Mer. Algo que podia ser tão bem aproveitado, deixam o assunto tão à superfície, sem gosto. Derek afasta-se de Meredith (até que ponto?) logo na altura em que adopta Zola; Alex afasta a sua recém-namorada, ou seja, histórias manhosas com um final tão pobre. Dos piores da série.

House (7.21-23) – Outro final que deixou a Internet dividida com opiniões a elogiarem (ainda que sem loucuras) o episódio final, e outras mais contidas, expressando desilusão. Pois eu inclino-me mais para a segunda. Com algumas incongruências, principalmente a sequência início/fim, e uma sensação de “voltámos à estaca zero”. Tanta preocupação de Cuddy leva House a destruir-lhe a casa? Confesso que gostei desse momento, mas foi tudo muito desencaixado. Agora sem Cuddy, que rumo levará House? O rumo de um fim definitivo, espero.

How I Met Your Mother (6.22) – Um fraco episódio, a acompanhar o resto da temporada. HIMYM tem tido uma temporada irregular, e nem no final melhora.

How I Met Your Mother (6.23) – Melhor que o anterior, mas mesmo assim nada brilhante. Diverte, faz rir, mas nada do que se comparou. Esperemos que na próxima melhore.

How I Met Your Mother (6.24) – Engonhar. A série engonha mais um bocado, mostrando aos bocadinhos o futuro. Mas, e com esta preocupação, a série não consegue evoluir e ter piada. Melhores dias se esperam lá para o próximo ano.

Modern Family (2.22) – Foi um bom episódio, com certa graça, mas nada em demasia. Vamos ver se a série melhor para o final.

Modern Family (2.23) – Muito bom episódio, com muita piada e com situações bem criadas. A série tem conseguido tal, trabalhando parte das características das personagens.

Modern Family (2.24) – O final trouxe memórias da primeira temporada. Foi o único. A temporada foi bastante abaixo da primeira, mas este conseguiu relembrar o que é bom da série. Espera-se melhor ano.

Nikita (1.21) – Alex foi descoberta. Alex foi posta entre a espada e a parede. Num fantástico episódio de transição e que nos prepara para aquele que será um fantástico season finale, Nikita mostra-nos mais um episódio relacionado com o arco principal: as black boxes. E é aqui que ficamos a descobrir o que é, realmente, a Operation Sparrow. Fantástico!

Nikita (1.22) – Num explosivo e fantástico season finale, Nikita despede-se com bastantes reviravoltas e desenvolvimentos de cair o queixo. No final, observamos uma tempestade no horizonte… Significará uma segunda temporada ainda melhor que a primeira? Com mais acção? Mais explosões? Mais narrativas e desfechos impressionantes? Estarei cá para ver.

Raising Hope (1.21-22) – Esta foi uma série que sempre depositei alguma confiança. Com poucos episódios memoráveis, aliás, apenas um ou dois merecem algum destaque com a cor arrosada cá na tabela, Raising Hope foi deixando o papel da protagonista – Hope – para explorarem a família principalmente as relações pai/filho. A verdade é que a fórmula encontrada não foi a mais feliz. A meu ver, o trunfo principal da série é a Mow Mow, que também foi deixada de lado. Um final a deixar pouca vontade de continuar. Ou nenhuma.

The Big Bang Theory (4.23-24) – Com uma temporada razoável, com episódios abaixo do esperado, a série despede-se com um sorriso a querer manter o seu (fiel) público a seguir a série. Um final engraçado, regular na temporada em geral.

The Borgias (1.04) – Lucrezia casa-se e todo este evento origina uma pequena guerra familiar por causa de sua mãe. Cesare, que vê a honra de sua mãe destruída por o marido da baronesa por quem mostrou afeição, leva-o quase a uma luta de espadas. Della Rovere continua a sua busca por ajuda para depôr o actual Papa. Sem dúvida, interessante.

The Borgias (1.05) – A sua paixão pela baronesa leva Cesare a cometer um acto que marcará a sua relação para sempre. Também Lucrezia se apaixona, secretamente, por Paolo, um simples guardador de cavalos do castelo do seu marido. Mais um episódio merecedor de elogios pois, a pouco e pouco, vamos conhecendo as reais intenções das personagens.

The Borgias (1.06) – A procura de uma dama para o irmão mais novo de Juan continua e continua, também, a busca dos Borgias por uma aceitação de todos os reinos circundantes. Mais um episódio interessante que parece já estar a preparar os eventos do season finale.

The Borgias (1.07) – A invasão começou por parte do rei Francês a pedido de Della Rovere. Os ânimos estão em alta e Rovere choca-se com a nova arma e a carnificina do exército na cidade de Lucca. Estamos perto do season finale e a tensão no Vaticano aumenta. A ver vamos, o desfecho desta temporada.

The Borgias (1.08) – O melhor episódio até agora. Preparou-nos para aquele que será um fantástico season finale. Abandonado por todos, o Papa deixa todas as suas luxúrias e veste-se como um Frei, do mais humilde possível e prepara-se para a guerra. O rei francês está próximo e não carrega consigo a paz.

The Borgias (1.09) – O episódio anterior deixou clara uma premissa: haveria guerra. No episódio que marca o final de uma temporada bastante interessante, The Borgias termina com um retrato de uma família que por muitos incidentes e males e lutas por amor passou. Este episódio rematou muitas das pontas que tinham ficado em aberto no episódio passado e fechar um dos capítulos desta história tão complexa. Que nos reserva o próximo agora que o Papado parece estar estável?

The Chicago Code (1.07) – Um episódio sobre a família. Um episódio emocional. Mais um episódio grande. The Chicago Code oferece, a cada semana, algo interessante e algo novo que, à primeira vista parece simples, mas no fundo, há muito mais para contar.

The Chicago Code (1.08) – Liam está cada vez mais próximo da vida de Gibbons quando este lhe pede para o ajudar aquando de uma vaga de calor em Chicago. Também Colvin conhece o seu novo guarda-costas e, por sinal, será um grande amigo seu. Mais um episódio intenso, sem dúvida.

The Chicago Code (1.09) – Colvin é jogada contra a parede por causa de um caso que causou bastante polémica e que chamou bastante a atenção dos media. Dinâmico e interessante.

The Chicago Code (1.10) – Começa a preparação para o series finale… Começamos a ver as peças do arco a juntarem-se… Começamos com um jurado corrupto para acabar com o caso de Colvin contra Gibbons, num momento fantástico.

The Chicago Code (1.11) – De um lado, temos o caso que, esta semana, nos leva à comunidade homossexual de Chicago. Por outro lado, temos Colvin a suspeitar do sistema de promoções dos vários polícias o que a leva a contrariar o pedido de Gibbons. Estamos perto…

The Chicago Code (1.12) – Numa fantástica abertura e num fantástico episódio, temos uma corrida contra o tempo para descobrir o paradeiro da testemunha-chave do caso contra Gibbons. Liam é, também, descoberto o que o leva a apressar todos os seus planos. E num movimento de puro desespero, Gibbons faz uma proposta a Jarek. O series finale está quase aí e eu mal posso esperar!

The Chicago Code (1.13) – Episódio magnífico. Superior ao seu antecessor. Sem dúvida, uma das melhores séries de toda a temporada televisiva. The Chicago Code teve uma história forte, com bastante potencial e com muita coisa por explorar. Shawn Ryan deu-nos apenas uma visão do que poderia ser a série. Não esquecerei aquele sorriso tão dúbio (e ao mesmo tempo clarificador de um estado de espírito) de Gibbons. Não esquecerei o quão nervoso andava eu durante todo o episódio para saber o desfecho. TCC despede-se, infelizmente, e aceito isso, embora relutante.

The Good Wife (2.22/23) – Num episódio que teve um pouco de duplo, a série consegue brincar com as personagens, tal como fez durante toda a temporada, trabalhando de forma excelente as situações, e dando um muito bom episódio para terminar.

The Killing (1.07) – O final deixa água na boca, mas de resto a série vai evoluindo muito pouco, e isso é o que permite que o caso se vá mantendo. Mesmo assim, ainda consegue ser interessante.

The Killing (1.08) – As críticas ao anterior mantêm-se neste. A série engonha muito, não consegue ter o ritmo desejado. É interessante? É. Mas pouco mais que isso.

The Killing (1.09) – Num episódio que, de novo, volta a ficar àquem daquilo que esperava, The Killing mostra-nos um pouco mais do luto dos pais de Rosie e a completa explosão de Stan. Que consequências trará tudo isto? E para aguçar a curiosidade, temos a camisola de Rosie, uma prova do caso, a aparecer em casa de seus pais.
The Killing não me começa a fartar. The Killing precisa de lentidão para explora as suas personagens e já vamos em 9 episódios de tal exploração. A 4 do final, é necessário algo que faça um arranque em primeira para a série não perder a sua essência. A ver vamos o que nos espera os restantes.

The Vampire Diaries (2.22) – TVD já nos tinha feito isto: colocar a apoteose da série no penúltimo episódio. Foi novamente isto que aconteceu, deixando o último para fazer a transição para a temporada seguinte. No entanto, vemos um episódio novamente com uma qualidade impressionante para uma série da CW. Stefan é chantageado e salva o irmão estragando o jejum de sangue de anos; Jeremy agora vê mortos (???); Elena beija Damon. Argumentos mais que suficientes para querer Setembro já amanhã.

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One thought on “Notas da Semana – Mid Season #7 (Última)

  1. Caro Lima, antes de mais, excelentes mini-reviews! Depois, não posso concordar contigo quanto ao final de Grey’s. Achei que o episódio foi bastante carregado a nível emocional visto que nos deixou muita coisa em aberto como muitos episódios de Grey ao longo destes sete anos.

    Creio que o final não foi mau e, desta temporada, está em terceiro no TOP porque conseguiu equilibrar uma Grey da segunda temporada onde o drama e o suspense estão sempre lá à medida que as personagens vão mudando com isso. Abriu para uma T8 que promete ser interessante. 😉

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