Notas da Semana – Mid Season #6

Com muito tempo de atraso, mas sempre a chegar, aqui está a sexta tabela da Mid Season. O que prometo? Inúmeras séries, passeando pelas estreias britânicas (DW, Exile e Case Sensitive), pisando terrenos de comédia (TBBT, HIMYM, Raising Hope ou Cougar Town, entre outras) e também virado para o drama (The Chicago Code, Game of Thrones ou The Vampire Diaires para citar alguns exemplos). Tudo já a seguir:

Burn Notice (5.00) – Um aperitivo. Este episódio não teve nada de especial, mas consegui divertir. Nada de pesado, tudo simples, tudo fácil, acção como Burn Notice sabe dar. Não se pede mais para um aperitivo.
Nota: 7,9

Case Sensitive (1.01/02) – A série britânica trabalha bem o seu argumento, dando pequenas pistas aos poucos. Case Sensitive é uma boa série, ainda por cima curta. Vê-se bem. E foi demasiado rápido.

Chuck (4.21) – Foi melhor que os anteriores, mas mesmo assim continuo a achar a série cansada, sem grande imaginação, e a precisar de o machado. Chuck está gasta. Este episódio não é exemplo claro disso, mas torna-se pois foi dos melhores da segunda parte da temporada. E isso diz muito.

Chuck (4.22) – A série tentou uma reviravolta, mas a forma como a conseguiu, colocando todas as fichas numa personagem que já deu demasiado à série e, para além disso, numa reviravolta demasiado estúpida, deixou um sentimento um pouco mau. Vamos ver o que saí daqui…

Community (2.20) – Outro episódio um pouco inferior ao normal. Community desceu um pouco o ritmo nas últimas semanas, dando apenas bons episódios. Desculpa-se, mas pede-se agora um final convicto.

Community (2.21) – O pior de temporada. Community não tem episódio de encher o olho, nem próximo disso, e começa a demonstrar-se cansada. Este episódio foi uma tentativa de reformular a história. E assim nada de brilhante saiu.

Community (2.22) – Gostei bem mais. Foi um episódio em que consegui rir-me, teve uma continuação da história. Os argumentistas parecem querer apostar nisso. Pelo menos a temporada assim tem sido. Vamos ver se, no futuro, a aposta será proveitosa.

Community (2.23) – O regresso do paintball à série, e logo em grande. Como me ri neste episódio. Agora é esperar pelo final que vem aí. Esperemos que seja grande, como as expectativas pedem.

Cougar Town (2.15) – Um episódio sobre a relação tão próxima entre uma mãe e um filho. Um episódio que nos deixa a pensar. Uma história que me tocou, particularmente.

Cougar Town (2.16) – Um episódio normal para Cougar Town, com alguma comédia e alguma loucura. Nada de mais.

Cougar Town (2.17) – Bobby foi a personagem principal deste episódio. Uma história que nos deixa a pensar sobre a força de vontade, sobre a vontade de conseguir algo.

Desperate Housewives (7.18) – Tempo de tratar de águas passadas. Carlos descobre quem matou a sua mãe, o que trará consequências na relação Gabbi e Bree. Paul vê-se a braços com a sua sogra que está a preparar uma boa vingança, para fazer jus à fama das sogras. Neste caldeirão, estamos a ser preparados para o final de temporada. O que virá?

Desperate Housewives (7.19) – Apesar de ter sido um óptimo episódio de entretenimento, as narrativas estagnaram. Basesou-se na recuperação de Susan e no romper da ordem de Carlos, de Gabbie e Bree não se voltarem a ver.

Desperate Housewives (7.20) – A relação de Bree com Gabby acabou por ter um ponto final. Ou pelo menos um ponto e vírgula. Depois das filhas da Miss Solis terem “destruído” a paz de casa da ruiva, ambas decidiram, finalmente, afastar-se. Já Tom e Lynette voltam a uma nova relação conjugal que sinceramente não me agrada, nem julgo que traga algo de útil à série. O caso central e que será, com certeza, a base do final de temporada, tem Susan a ser acusada de tratar tão bem de Paul, mas por interesse, para voltar à antiga casa. A pobre Susan será acusada também de tentativa de envenenamento, que tem por trás mão de Felicia. É demasiado cliché, sim, mas espero que o fim de temporada compense os anteriores.

Doctor Who (6.01) – Absolutamente extraordinário. De encher o olho. Steve Moffat tira-nos a barriga de misérias com um episódio destes. Voltas, reviravoltas e volta a virar. Fantástico. Alguém prevê uma má temporada de Doctor? Acho que ninguém. Quem não vê a série só sai a perder, acreditem.

Doctor Who (6.02) – Inferior à premiere, muito devido a dificuldade de colocar tudo em ordem, este episódio ainda consegue ser muito bom. Bem trabalhado, com o génio do Moffat a brincar com tudo, e a despedida do Silence com um evento absolutamente mundial. Muito bom.

Doctor Who (6.03) – O episódio resumiu-se a poucos segundos. E isso diz tudo. Doctor Who prometia diversão, mas não a consegui dar. Uma nódoa numa camisa até agora muito limpa.

Exile (1.01-03) – A série consegue trabalhar bem a doença e a colocar o dramatismo que é necessário para o caso. Exile não é uma série brilhante. Mas é uma série britânica que consegue brincar com um caso simples mas eficaz e umas personagens que estão construídas de forma exemplar. Gostei.

Fringe (3.19) – Um episódio diferente, apesar de interessante. Apesar disso Fringe está a aproximar-se muito da arte da adivinhação. Para mim uma série, apesar de ter o seu lado de irrealidade, tem de estabelecer um lado real. E Fringe parece que está a tentar expandir os seus limites. E acho que será um erro…

Fringe (3.20) – Percebo a paragem. Este é o episódio onde se coloca o trabalho todo feito em gelo, de forma a durar mais um bocadinho. Para não ir já explodindo e não ter nada no final. Foi um episódio desses: uma travagem. Para agora voltar arrancar. Falta dois episódios. É isso que se deseja.

Fringe (3.21) – O final é extraordinário, mas aquela imagem de Olivia foi um bocado o que eu tenho medo em relação à série. A mitologia nunca foi tão “adivinhadora” e acho que a série perde um pouco se isso acontecer. Porque, em situações de aperto, terão sempre uma fuga de um marmanjo que viveu há 10 séculos e dá a solução. Veremos. De resto, quanto ao final, só pode vir grande coisa. Alguma aposta?

Fringe (3.22) – Paradoxo. E paradoxal foi este final. Eu pessoalmente não gostei, pois acho que a série cairá num mundo onde para sair a inteligência tem de ser grandioso. E, para além disso, achei a saída mais fácil para se ter. O episódio foi muito bom? Foi. Mas a saída não.

Game of Thrones (1.01) – Um estilo muito cinematográfico, a série consegui introduzir bem as personagens. O final deixa água na boca. No fundo foi um episódio consistente, mas nada de extraordinário. Não houve grandes riscos. Apostou-se na certa. Foi muito bom, mas esperava mais.

Game of Thrones (1.02) – Melhor que o piloto, as personagens começam a evoluir, a mostrar-se. A série começa a mostrar já bastantes “guerras” ainda sem a guerra principal por vir. E toca a dar um prémio ao Peter Dinklage se faz favor.

Game of Thrones (1.03) – O melhor episódio até agora. Conseguiu impulsionar narrativas, personagens e situações. Game of Thrones está num excelente caminho, e apesar de ainda não conseguir decidir se é a melhor estreia deste ano, consigo dizer que vem aí grande coisa. Gostei.

Game of Thrones (1.04) – Mais um muito bom episódio. A série tem dado passos certos, conseguindo intricar as narrativas e as personagens em situações complicadas. Agora é esperar para ver o que daqui saí.

Grey’s Anatomy (7.19) – Cheirou-me a um início de fim de temporada avassalador. Deu-se espaço a quase todas as personagens, principalmente Alex e, mais discretamente, Meredith. Aquela troca de informações do caso Adele não passará em branco. A recuperação de Callie, aliada à óptima prestação da actriz, foi muito emotiva, principalmente nas partes onde aparecia o bebé.

Grey’s Anatomy (7.20) – Meredith começa a sentir o cerco a apertar com as acusações de Alex. Apesar de não ser o fulcral do episódio, é o que promete destruir muita coisa que foi construída desde o início da série e consolidada neste espisódio: o casamento oficial do casal de protagonistas e a decisão de adopção de Zola, uma menina que Alex trouxe de África. Paralelamente, temos o White Wedding: o casamento lésbico. Sinceramente esperava isto apenas no fim de temporada, mas para se ter tomado uma decisão destas, espero que, para o final, esteja agendado algo muito mais grandioso.

House (7.18) – O regresso da 13 e o casamento de Taub no centro do episódio. Não podia esperar um melhor regresso da ex-reclusa, a surpresa agradável de um dos criadores de Lost – Damon Lindelof. Só uma pergunta… Onde se meteu a Cuddy?

House (7.19) – Já há muito que não gostava tanto de um episódio. Baseado na incerteza do futuro de Masters, estes foram dos melhores 40 minutos da temporada. Desde as funny things à la House, ao dramatismo do caso médico. Venham mais destes! (E Cuddy volta a nao fazer falta).

House (7.20) – Que “Changes” são estas que este episódio nos trouxe? Basicamente, o afastamento de Masters e o azedar da relação de House com Cuddy. Vejo este facto como uma perda preciosa da sexta temporada. Tudo bem que são o pilar da série, mas este pilar começa a tremer demais.

How I Met Your Mother (6.20) – Episódio de novo razoável, com alguma piada, mas não muita. A cena final gostei, mas de resto foi o nha do costume, num pára arranca constante. Chegue o final da temporada, sff.

How I Met Your Mother (6.21) – Melhor que o anterior, ainda assim a série deixa um pouco a desejar. Não que tenha sido mau. Não o foi seguramente. Mas pede-se mais a uma das melhores comédias dos últimos anos.

Justified (2.10) – Apesar de diminuir o ritmo, a série continua a brincar com as narrativas. Mais um episódio cheio de carga dramática, cheia de ritmo, a mostrar o porquê de Justified ser uma excelente série. É por isto meus senhores…é por episódios como estes.

Justified (2.11) – A preparar o final claramente, este episódio começou a encaminhar as personagens para onde precisam de estar para um final em cheio. O início do fim desta temporada…e passou tão rápido.

Justified (2.12) – O início do fim. Mais um excelente episódio, que parece encaminhar a série para mais um final explosivo. Veremos.

Justified (2.13) – Como prometido, um excelente final. Raylan a trabalhar as narrativas, a despedida da vilã da temporada, e bastantes tiros. Justified passou a correr…agora é esperar que volte depressa.

Modern Family (2.19) – Foi muito bom, mas a série continua a não ter o brilhantismo de antigamente. Esperemos que o recupere rapidamente…Porque sinto saudades de sair com a barriga a doer de tanto rir.

Modern Family (2.20) – Outro episódio muito bom, que consegue colocar Lily na narrativa. A bebé andava desaparecida, mas já fez efeito. Conseguiu despertar bastantes sorrisos, conseguiu prender. Um episódio bastante bom.

Modern Family (2.21) – A série ainda não está no ponto, mas começa a aproximar-se. Gostei bastante do episódio, ri-me a bom rir. Não foi brilhante. Mas foi muito bom. Sentia falta.

Nikita (1.17) – Preparando o espectador para os episódios finais, Nikita dá-nos uma narrativa alucinante e bastante interessante. Excelente episódio de abertura para a recta final.

Nikita (1.18) – Pegando no arco da série, as black boxes, Nikita volta-nos a dar um episódio que excede as expectativas.

Nikita (1.19) – Com o foco em Alex, Nikita quer tirá-la da Division para esta ser, finalmente livre. Há a oportunidade de, numa missão na Suiça, se fazer a extracção. Mas quando Jaden se mete no meio de tudo e corre risco de vida, a humanidade de Alex fala mais alto. Interessante e com um twist final que não estava bem à espera.

Nikita (1.20) – Mais uma vez, pegando no arco principal, Nikita dá-nos mais um episódio interessantíssimo e com um cliffhanger fantástico. Estou ansioso pelo próximo!

Raising Hope (1.18) – Mantendo o nível morno da série, não há volta a dar, Mow Mow a ser a estrela da série. Impossível não rir. Jimmy com uma “namorada” nova, não consegue deixar de cair aos pés da sua amada.

Raising Hope (1.19) – Este um pouco mais engraçado que o anterior, mas impossível não voltar a referir o excelente papel de Mow Mow. A série é boa, mas os verdadeiros momentos de humor só aparecem com ela. “Estou a tentar tirar as pilhas a esta boneca”…

Raising Hope (1.20) – Partindo de uma premissa mais ou menos parva, o episódio foi parvo. Parvo até podia ser um bom adjectivo para uma comédia, mas neste caso não o foi. Mow Mow sem grande protagonismo, o mesmo para Hope. A série decai de prestação e na minha consideração, até porque já não é a primeira vez que cometem o mesmo erro.

The Big Bang Theory (4.21) – Voltei a achar o episódio bastante acima do nível da temporada. A saída das amigas foi hilariante. O macaco de Amy a fazer as delícias da casa e Sheldon novamente a prender as atenções.

The Big Bang Theory (4.22) – Amy Farrah Fowler é cada vez mais a minha personagem favorita. É com ela que as melhores cenas se passam, tal como com Sheldon. Neste episódio, preparam o fim de temporada com a viagem de Leonard à Índia. Não sei se se realizará, mas aposto para um não. Restam dois episódios. A ver se melhora…

The Borgias (1.03) – The Borgias dá-nos mais um episódio bastante consistente e interessante revelando-nos mais uam faceta obscura e sem escrúpulos da Igreja. Sem dúvida, sinto-me cativado pela sua história!

The Chicago Code (1.06) – Mais um episódio que nos coloca cada vez mais perto de Gibbons. Com uma excelente dinâmica e uma história que nos mantém colados ao ecrã, os 43 minutos passam a fugir.

The Good Wife (2.20) – Um episódio interessante, com mais um final interessante. TGW tem tido uma temporada muito boa, sem erros. Recomenda-se bastante.

The Good Wife (2.21) – Apesar de não brilhante, teve a carga dramática necessária, conseguiu trabalhar todas as narrativas que lhe foi deixado e deu um pouco mais de suspense para o que resta da temporada. E fez isso bem.

The Killing (1.03) – Melhor que o piloto, a série mostrou parte do caso e conseguiu trabalha o mesmo. O pior medo é que a série não consiga desenvolver o caso e ande sempre a bater na mesma tecla. Vamos ver se a série consegue arranjar forma de fugir deste perigo.

The Killing (1.04) – Sem avançar grande coisa. Fora o final, o episódio pouco nos deu. Foi muito pára arranca. Mas o final deixou bastante água na boca, revelando um número interessante de pistas. Agora é perceber como todo o cenário evoluiu.

The Killing (1.05) – O pior da série. A série não deu grande coisa, andou muito parada, e aquela cena final foi aquilo que não se queria: vamos ter um envolvimento dos dramas da detective. E apesar de isso ser antevisto, acho que será algo que ocupará demasiado tempo. Veremos…

The Killing (1.06) – Gostei. A série, apesar de ter atirado areia para os olhos com a situação do Bennet, consegui colocar a carreira política em risco, num jogo que será interessante acompanhar e, para além disso, teve um excelente funeral. Bom episódio.

The Vampire Diaries (2.18) – Chegou o dia do confronto. Um episódio bem dinâmico mas previsível. E com um final a arrancar todo o gás para os últimos capítulos apoteóticos.

The Vampire Diaries (2.19) – Finalmente ficámos a conhecer a figura que tem atormentado Elena e companhia. Klaus aparece igual a si mesmo e não encarnado em Alaric (que sobrevive). Ficámos também a saber que Elijah e Klaus são irmãos, e que Klaus é uma mistura de Lobisomem com Vampiro. Para quebrar a maldição do “vampiromem”, são necessários um vampiro, um lobisomem e uma bruxa. Resta saber quem entrará nas contas de Klaus.

The Vampire Diaries (2.20) – O sentido ascendente da série continua. Desta vez temos um episódio onde tudo funciona tão bem, tudo encaixa perfeitamente. Alaric regressa a casa, Jenna em fase de transição (mas para que espécie?), Elena tornar-se-á vampira por obra de Damon, Caroline e Taylor são presos mas salvos por Damon, Damon é mordido por lobisomem (Taylor) e temos um dos melhores episódios da temporada. O que esperar dos dois últimos capítulos? A fasquia está alta.

The Vampire Diaries (2.21) – Mais um episódio excelente, compondo a escadinha brilhante que temos assistido nos últimos episódios. No último, espero um levantar do véu para a terceira temporada, porque já me dou por muito satisfeito com a excelência desta temporada. Elijah salva o irmão Klaus por este confessar que não destruiu os corpos dos familiares e teremos, assim, a dupla vilã para a próxima temporada, já sem feitiços. A quebra do feitiço que protegia o mundo.

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