Monday’s Morning Mirror #5

Desta vez algo totalmente diferente: uma viagem ao outro mundo, ao outro universo, a outro espaço temporal. Uma viagem ao universo paralelo de Fringe.

É aí que se passará esta crónica. Escreve-vos de um dos milhões de escritórios que povoam dois edifícios no centro de NYC. O World Trade Center aqui está. E porquê esta viagem? Para reflectir sobre o que de novo podia ser construído neste novo mundo. Que mudaria? Que transformaria? Que faria? Vamos passear pelas séries…

    • Fringe: Como é óbvio, começar pela série que inspirou tal ideia. E o que mudar em Fringe? Nesta temporada é difícil apontar falhas. Pois, apesar de haver, torna-se difícil criticar uma série que tem sido, se não a mais regular, das mais regulares desta temporada. Por isso, fico-me por corrigir a primeira temporada, onde a série se perdeu devido à tentativa de ganhar audiências. Agora, nesta terceira, e após uma travessia no deserto que foi a segunda, pouco há a apontar…por isso sigamos.

  • The Big Bang Theory: Para uma série que vive não muito presa à narrativa, mas sim à inspiração de quem faz as piadas, os senhores por detrás da série têm tido uma temporada bastante irregular. A preocupação por uma narrativa também não compensa, pois não lhes permite sair dos lugares habituais. TBBT tem tido problemas em encontrar saída para tal problema. Solução: libertar Sheldon das artes do amor, deixando o motor da série livre…seria parte da solução, pelo menos penso.
  • Chuck: Não vou massacrar mais. A série está cansada, gasta, e nada que façam a fará sair desta monotonia. Se conseguirem, eu prometo que todos em todos os restantes textos irei referir isso…
  • Community: Após um início fulgurante, perdeu o fulgor e não tem andado brilhante. O problema das comédias é isto: é difícil manter um ritmo elevadíssimo sempre. E Community não o conseguiu. Solução há pouca…pede-se imaginação e uma continuação das histórias fantásticas.
  • The Good Wife: Outra série sem grande coisa a apontar. Tem sabido conduzir as narrativas, misturando perfeitamente tanto a vida profissional de Alicia com a vida pessoal. É esperar que agora consiga terminar a temporada em grande e que no próximo ano a tenhamos de novo aqui.
  • How I Met Your Mother: A série anda um pouco perdida. Presa a uma mãe inexistente, muito enfadonha e a encher chouriços. E as piadas também não se conseguem manter. HIMYM começa a mostrar sinais de desgaste e a solução não é outra namorada para o Ted.
  • Justified: Também pouco a apontar. A série tem um cocktail de narrativas, cada uma mais interessante que a outra, pronta a explodir. Agora é esperar que haja cabeça e, depois, que a série ganhe balanço para um grande final…só isso é que é admissível.
  • Modern Family: Uma série brilhante na primeira temporada, uma série razoável na segunda. É esta a história de MF, que perdeu o brilhantismo. Precisa-se de ideias. Apenas isso. Porque parece que a série anda a viver um pouco à sombra da bananeira.
  • The Chicago Code: já referi aqui que gosto muito de TCC. E cada episódio que vejo mais gosto da série. Muito bem construído, muito bem trabalhada, com uma narrativa sempre muito directa e real, que nos prende. Não se pede muito mais. Apenas que continue…

E assim saímos deste mundo, de novo ao real. Esperemos que as semelhanças entre ambos sejam mais próximas.

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