Notas da Semana – Mid Season #3 – Parte I

Primeira novidade: as Notas da Semana passam para o Domingo, enquanto não volta A Série da minha vida. De resto, nesta primeira parte temos a nota do último episódio de Fringe, adicionando-se Californication ou Grey’s Anatomy. Sem mais demoras:

Californication (4.07) – Um episódio um bocado para encher chouriços. O que desenvolveu foi a história em torno da Showtime. Apesar de ter sido divertido, não me convenceu.

Chuck (4.16) – Más notícias com o regresso de Volkoff, boas com um arco só para Casey. De resto, coloquem a câmara mais na Yvonne que sempre ajuda e vamos ver se há imaginação para algo mais do que esta imensa repetição…precisa-se.

Community (2.17) – Não pode estar sempre em alta, como se percebe. Mas os últimos dois episódios de Community desceram um pouco o ritmo da série, com comédia já não tão brilhante. Espera-se um regresso em grande…

Desperate Housewives (7.15) – Dos mais fraquinhos da temporada. A série já não está com o gás que tinha na primeira metade. No entanto, Gabby tem em mãos um dos papéis mais importantes da série neste momento e Susan a aproveitar-se, e mal, da sua doença. O que irá fazer agora a mulher do Paul? Fiquei curioso.

Fringe (3.15) – Volta-se à mitologia, volta um episódio muito bom. Fringe dá-nos um episódio que, à primeira vista, poderá não ter grande importância narrativa, mas os temas tocados, a forma como foram abordados, tornaram-no fantástico. É assim que se quer ver Fringe.

Grey’s Anatomy (7.16) – A série, com Meredith e a mulher de Richard está com narrativas bastante apelativas. O problema é que os casos semanais vêm travar um pouco o ânimo. Não estão a ser bem conseguidos, o que não deixa a narrativa dos médicos fluírem. É um problema um bocado grave, mas não é irreparável. É preciso que haja harmonia entre ambos.

House (7.13) – Um episódio bem criativo, com vários momentos diferentes. Tornou o episódio bem dinâmico, e nada aborrecido. Desde um pulmão a sair pela boca, a vermos o House a imitar um velho, a vermos o protagonista a dar uma palestra a crianças… No entanto, foi preciso deixar o núcleo da série (medicina) um pouco de lado. Só por isso não torna o episódio excelente.

How I Met Your Mother (6.17) – HIMYM começa a especializar-se não totalmente na comédia, mas também na carga dramática que coloca nas narrativas. Interessante método de dizer que Zoey não é a mãe (apesar de ter havido muito boa gente a dize-lo). O pior é que o engonhanço se vai manter…

Justified (2.03) – Apesar de diminuir o ritmo, a série continua a criar as narrativas necessárias para uma grande temporada. Raylan teve um caso interessante, Boyd teve fantástico, e a série com estes dois é grande. Chega e sobra para satisfazer…

Lights Out (1.07) – O episódio serviu para o regresso. Prometia muito. Deu o que prometia. Lights Out é uma série absolutamente extraordinária, construída sobre uma carga dramática exemplar, que consegue conquistar o espectador do início ao fim. Mais um fantástico episódio.

Modern Family (2.16) – Modern Family anda assim. Muito inferior à temporada passada, com episódios bons mas apenas isso, e com nada mais. Onde está a brilhante série do ano transacto, han?

Mr. Sunshine (1.03) – Baixou de nível, dando um episódio sem grande piada e a faltar uma certa pitada de inteligência. Mr. Sunshine não é mau…mas também não é genial.

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