Notas da Semana – Fall Season #12 – Parte II (Especial)

Nesta segunda parte temos o mais recente cancelamento da tabela, adicionando algumas séries às já existentes. E, claro, a continuação de séries como HIMYM, Nikita ou Shit! My Dad Says. Aqui vai ela:

How I Met Your Mother (6.13) – Não sei o que achar deste Bad News. A série sempre teve uma carga dramática que admiro, que impulsiona para algo mais. Mas, sinceramente, faltou comédia. Foi um episódio demasiado pesado. Interessante, mas pesado. Mas foi bom…

How I Met Your Mother (6.14) – Teve de novo uma carga dramática elevada, mas gostei mais que o Bad News. HIMYM apostou nestes últimos dois episódios nesse aspecto e, apesar de não ter saído beneficiada, prejudicada não saiu. Deu outra perspectiva da série. Algo que só a enriquece.

Human Target (2.05) – A série vem perdendo algum fulgor que tinha demonstrado, essencialmente devido a história da Ilsa, que começa a fartar. Ou seja, se o problema inicial era a falta de realidade, agora é a realidade a mais. Fizeram o mais difícil, que foi encontrar o ponto de equilíbrio, e agora estragaram-no.

Human Target (2.06) – Fraquíssimo. Demasiado fraco. Um dos piores episódios que HT já nos deu. Não gostei…foi claramente um presente envenenado.

Human Target (2.07) – Unicamente regular. Só isso. Regular. A série perde-se em pormenores desnecessários, perdeu parte da magia que tinha, e isso vai influenciado os episódios.

Human Target (2.08) – Que episódio foi este? Como é possível uma série tão grandiosa estar a perder tanta qualidade. Eu vou percebendo, mas a série já não é o que era…e aí está o problema.

Human Target (2.09) – É claramente um imbróglio que a série tem de resolver. Está muito inferior ao que já esteve, perdeu qualidade, e não parece a mesma. É pena…

Human Target (2.10) – Novo episódio, mesmos problemas. A série jogava muito bem com 3 personagens, agora com 5 vive asfixiada, sem conseguir prender-nos a nenhuma das novas. Se não tivesse para acabar por mim já tinha acabado.

Human Target (2.11) – Continua razoável. Muita parra e pouca uva. Onde está a série que me divertia o ano transacto?

Lights Out (1.01) – Prometia mais, mas mesmo assim não foi mau de todo. Gostei de Lights Out, da forma como a série trabalhou a sua narrativa. Podia ter sido melhor? Podia. Mas não foi mau. Nada parecido…

Lights Out (1.02) – Desceu um pouco o ritmo. Mesmo assim, Lights Out consegue prender-me, sendo um único drama pesado que agora vejo. E isso faz da série algo fantástico. Muito bom.

Lights Out (1.03) – Fantástico. O aumento do drama, a forma como as histórias vão-se complementando uma às outras, a forma como a série parece ir para um caminho sem retorno tornam-na fantástica.

Lost Girl (1.11) – Contando com o regresso da belíssima Emmanuelle Vaugier, Lost Girl dá-nos a visão legal de um caso. Interessante, dinâmico e que me prendeu ao ecrã durante os 43 minutos.

Lost Girl (1.12) – Aborrecido, aborrecido, aborrecido. Sem qualquer ponta de interesse. Estava a ver que o episódio nunca mais acabava. O pior da série até agora. Argh! Este não devia ter saído faltando apenas um para o final da temporada.

Lost Girl (1.13) – Dando um dos melhores episódios da série, Lost Girl despede-se de 2010 com alta qualidade. Que Season Finale. Que história! Que cliffhangers! É nisto que Lost Girl devia apostar pois é aqui que marca pontos. Quando pensávamos que Bo estava no bom caminho para descobrir todas as suas origens, fiquei em completo suspense com os twists que me foram apresentados. Que volte em 2011 com a mesma força e menos aborrecimentos.

Men of a Certain Age (2.03) – Em mais um fantástico episódio, Men of a Certain Age dá-nos mais uma prova de que a série é uma pérola escondida. Tudo é bem feito, tudo é bem agarrado, e nós ficamos presos a série. Absolutamente extraordinário…

Men of a Certain Age (2.04) – The Bad Guy é outra amostra da série. É outro episódio muito bom da mesma, que consegue prender com narrativas simplesmente eficazes. E isso chega…

Men of a Certain Age (2.05) – Ao ouvir a música inicial eu fico logo preparado para a série. Depois é deixar-me levar no ritmo, deixar-me envolver. E, como chocolate quente, Men of a Certain Age vai derretendo e tornando-se delicioso a minha frente. Benefícios: não engorda.

Men of a Certain Age (2.06) – Fantástico episódio. Men of a Certain Age é a série que, mesmo quando estou em baixo, me consegue divertir. E este é um exemplo claro disso mesmo…muito bom.

Mike & Molly (1.13) – De regresso, a série conseguiu ser engraçada. A doença de Mike levou a peripécias muito engraçadas que tornaram o episódio muito bom.

Modern Family (2.11) – Mais um episódio regular da comédia que tem tido um ano apenas regular…E é só isso.

Modern Family (2.12) – Melhor que os anteriores, a conseguir colocar bons ingredientes de comédia e a fazer jus a parte do nome que construiu. Gostei bem mais…

Modern Family (2.13) – Um dos melhores da temporada, se não o melhor, e conseguiu divertir-me a sério. Situações bem-feitas, bem preparadas, e tudo surge. Ainda bem.

Mr. Sunshine (1.01) – Divertiu, mas nada de brilhante. Continuarei a ver só porque tem um senhor e porque acho que a série aumenta o seu nível de comédia. Veremos…

Nikita (1.10) – A rampa de lançamento para a Fall Finale. Interessante e cheia de momentos de tensão. Está quase aí o momento clímax da primeira parte da temporada!

Nikita (1.11) – Que final mais WOW! Nem consegui fechar a boca de tão fantástico que foi o episódio! A chantagem emocional, a dinâmica, a acção, a espectacularidade da acção. Simplesmente, Nikita no seu melhor e a voltar à estrutura dos seus primeiros episódios! Assim é que eu gosto de Nikita!

Nikita (1.12) – Alex está fora. Nikita corre para salvar a vida de Alex. Um episódio a apostar nos sentimentos. Será este o caminho que Nikita deverá seguir? Nikita não me parece ser uma série do género sentimentalista.

Royal Pains (2.13) – Um bom recomeço de temporada. Continuamos com o arco que nos foi deixado no Verão. Divya assume uma posição sobre o seu relacionamento com Adam. Um bom episódio que entreteve e que nos levou ao calor dos Hamptons.

Royal Pains (2.14) – Nos meandros de um reality-show, Hank recebe uma proposta para a sua HankMed e ainda trata toda a equipa e concorrentes deste. Mais um episódio que entreteve sem roçar o espectacular.

Shameless (1.01) – A nova série da Showtime trouxe um piloto bastante regular, com uma introdução fácil e bem-feita das personagens e da sua realidade. Faltou um pouco conhecer o pai da família, visto que ele passou mais tempo deitado de que não sei o que. Mas, de resto, foi um piloto bastante interessante.

Shameless (1.02) – Achei um pouco inferior ao piloto, mas mesmo assim muito bem. Shameless já me conquistou e, com esta escrita, com esta facilidade de construir e colocar as personagens em boas situações, não há que ter medo.

Shameless (1.03) – O melhor da temporada. Conseguiu divertir-me do início ao fim, conseguiu ter excelentes pormenores, conseguiu aprisionar-me. Mesmo muito bom do início ao fim…

Shameless (1.04) – Reduz o ritmo, mas consegue continuar a ser divertido, apesar sempre de umas pitadas de drama. É isso que gosto em Shameless, e que torna uma das melhores séries que vejo agora.

Shit! My Dad Says (1.10) – Disputas entre vizinhos, a cobrir o penúltimo episódio antes do Fall Finale. Foi razoável e medianamente dinâmico. Entreteve, nada mais.

Shit! My Dad Says (1.11) – Não pegando na temática do Natal, trouxe-nos um episódio bom com a temática da família. Momentos de boa comédia que proporcionaram 20 minutos de puro entretenimento.

Shit! My Dad Says (1.12) – Ed luta pelas suas posses num episódio que entreteve e serviu para esboçar alguns sorrisos. Um regresso morno.

Shit! My Dad Says (1.13) – Um episódio que nos leva a reflectir sobre a família e a importância dos pais nos momentos mais importantes da nossa vida. Quase que saltava algumas lágrimas no final. Tocou-me.

Shit! My Dad Says (1.14) – Ed torna-se presidente. Ed torna-se um galã. Ed explora o mundo do romance. Proporcionou bons momentos e entreteve. Será que a série descobriu o seu caminho?

Shit! My Dad Says (1.15) – Ed avança no romance. Ed proporciona momentos de alta piada. A série descobriu, mesmo, o seu caminho. Episódios como este elevam a qualidade da história e o interesse.

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