Notas da Semana – Fall Season #12 – Parte I (Especial)

Devido a paragem do Imagens, as notas foram acumulando-se. Assim, e de forma a repor, decidimos colocar uma tabela final referente à Fall Season, com as notas dos episódios até ao fim de Janeiro. Esta é a primeira parte, com variadíssimas notas e umas opiniões a acompanhar. Sem mais demoras:

Being Erica (3.11) – É neste episódio que ficamos a conhecer a família de Adam. É neste episódio que vemos o quão ele sofreu. É neste episódio que assistimos a um verdadeiro drama de família. E é neste episódio que se dá o ponto de viragem na editora de Julianne e Erica, a 50/50 Press.

Being Erica (3.12) – Que final perfeito. Que maravilha de episódio. Para além de um twist que não estava nada à espera, Being Erica deixou-me, mais uma vez, em suspenso com este Season Finale. Being Erica consagrou-se um dos melhores dramas da televisão canadiana e não me desapontou em nada! Parabéns, CBC!

Being Erica (3.13) – Este episódio de Being Erica foi dedicado completamente ao Natal. De todos os especiais que vi até à data, este foi o melhor, o mais ternurento, o mais carinhoso, o que mais ensinou sobre o Natal. Being Erica tem um lugar especial no meu coração pois sabe como expor os temas, sabe tratá-los com simplicidade, humildade e, sobretudo, realidade.

Better With You (1.10) – Um episódio de Natal que se revelou bom. Nada mais. Poderia ter sido melhor e mais cómico? Sim, mas não quiseram arriscar. É, por isso, que vou desistir desta série. Não trouxe nada de novo à minha lista e foi um completo flop a nível de história. Creio que a razão principal por ter, sequer, pegado em Better With You foi pela Jennifer Finnigan ou a JoAnna Garcia ou até a Debra Jo Rupp que é bastante cómica. Mas não chega. Não há tempo. Não há vontade de continuar.

Californication (4.01) – Ainda se lembram do final da terceira temporada de Californication? Não? Então vamos recapitular nuns traços muito gerais: Hank foi preso; Runkles continua chateado com a mulher; O filme baseado no livro de Hank estava em stand-by. É o que precisam de saber para continuar. Um episódio bom e que arranca para mais desenvolvimentos que se avizinham complicados…

Californication (4.02) – Depois de um final bem tenso, e de um episódio para se arrumarem narrativas, Californication volta à normalidade, com um episódio onde se investiu bastante na comédia e no drama que são o sentido da série. Mais um final tenso e chocante; mais um episódio muito bom. O que será da vida de Hank agora que tem mais um podre na sua vida?

Californication (4.03) – Bom. Conseguiu divertir-me, teve bons apontamentos, conseguiu ser eficaz, mas não foi brilhante.

Chuck (4.11) – Um episódio um bocado abaixo de nível, com um final um bocado “não sei o que hei-de achar”. Com a falta de confiança que tenho na série, perde-se também a esperança de ver algo de bom daqui.

Chuck (4.12) – Não gostei. Sinceramente não. Achei demasiado lamechas, demasiado fraco, demasiado incoerente. Principalmente aquela tentativa de dizer que o Casey está às portas da morte. Quem aposta o contrário? Eu, por exemplo.

Chuck (4.13) – Outro episódio que deixa muito a desejar. Foi muito despachar narrativas, como o caso do casamento, e o Volkoff, que foi-se embora de vez. Espera-se um regresso de um Chuck divertido e não apenas dramático.

Cougar Town (2.10) – Um especial de Natal, pois bem. Cougar Town está a apostar mais na vertente dramática (não esquecendo a comédia, claro) e só tem a ganhar com isso. Tal como Being Erica, foi um especial ternurento e recheado de bons momentos.

Cougar Town (2.11) – Um episódio que nos deu uma visão da relação amorosa das várias personagens da série. Interessante. Entreteve e, como tem vindo a ser usual, Cougar Town dá aquele toque reflexivo, no final.

Cougar Town (2.12) – O significado da amizade e a dimensão que este tem na vida dos personagens é o tema principal do episódio. 20 minutos que me tocaram. 20 minutos que me fizeram pensar. Uns bons 20 minutos.

Cougar Town (2.13) – Um episódio que primou pela descoberta de cada um. O jogo pode ter sido parvo e sem qualquer sentido mas fez Jules olhar para ela própria e admitir os seus erros. Todos os dias é um novo dia e, por isso, há sempre coisas para aprender.

Community (2.12) – Abaixo do nível, mas continua a distribuir boas cartadas. A série que mais surpreendeu nesta passagem de ano teve mais um bom episódio de comédia, tendo excelentes piadas, e conseguindo fazer-me rir bastante.

Community (2.13) – Desceu um pouco de nível. Não faz mal…diverte, mesmo com estes episódio. É Community, meus senhor. É Community.

Doctor Who (6.00) – Doctor Who é festa. É uma série que consegue apaixonar qualquer pessoa que a veja, sendo absolutamente bem trabalhada que mete impressão. Já escrevi que era um paradoxo achar Doctor Who bem feito. Mas existe um senhor chamado Steven Moffat faz dos paradoxos a sua vida. E ainda bem…para ele, para nós e para Doctor Who. Deu para matar saudades…

Nota: 9,6

Fairly Legal (1.01) – Fairly Legal começa com Kate Reed. Fairly Legal é ser Kate Reed. Fairly Legal é mediar. É sobre estas três frases que o piloto nos apresenta e vida de Kate Reed, ex-advogada e mediadora de casos. Tivémos um caso interessante mas foi um piloto morno. Espero mais.

Fairly Legal (1.02) – Uma autêntica história de vida, este segundo episódio. E continuamos a avançar na vida de Kate Reed, descobrindo mais sobre o seu falecido pai. Quero um outro arco que não seja a história pessoal de Kate Reed. A série entretém mas não passa disso.

Friday Night Lights (5.05) – De novo um muito bom episódio da série. Vai-se despedindo aos poucos e poucos, deixando antever um final em grande. Por agora vai-se portando muito bem.

Friday Night Lights (5.06) – Sobe o drama, sobe a velocidade da narrativa, sobem os problemas, sobe a qualidade. É assim neste mundo. E aqui se vê como FNL é uma fantástica série…

Friday Night Lights (5.07) – Fantástico. Num episódio absolutamente dramático, com o regresso de uma personagem muito querida, a série consegue prender do início ao fim. E aquele final foi muito bom…veremos o que acontecerá agora.

Friday Night Lights (5.08) – Reduzindo o ritmo, FNL conseguiu dar um episódio cheio de confrontos. A equipa ganhou demasiado protagonismo e agora Coach Taylor tem de resolver os problemas. Pessoalmente gostei, mas acho que o “momento” da série não pedia isto. Estamos a chegar ao final…mas pelo menos já temos o regresso do Matt.

Friday Night Lights (5.09) – De novo um bom episódio da série, conseguindo construir boas narrativas. A série vai aumentando bem o ritmo, colocando personagens antigas de novo na série (apesar de um desaparecimento “momentâneo” de parte) e começa a aproximar-se do fim…nota-se.

Friday Night Lights (5.10) – O melhor da temporada. A série tem aqui a pérola da temporada, até agora, conseguindo cativar desde o início até ao fim. Muito bom.

Friday Night Lights (5.11) – Desce um pouco o ritmo, mas mesmo assim mantém o ritmo da temporada. O final aproximam-se e os regressos vão aparecendo. FNL está a acabar…

Friday Night Lights (5.12) – O ritmo acelerou, começando-se a preparar as linhas que cozerão o final. Vamos ver o que virá aí. O promo promete.

Fringe (3.10) – Muito bom episódio, bem escrito e bem pensado neste momento da série. A série continua a apaixonar-me, e mantendo este ritmo com certeza que ficará como uma das séries do ano.

Fringe (3.11) – Um episódio paradigmático de Fringe. Junta o caso a uma narrativa continua, formando assim um episódio interessante. Mais um passo numa excelente temporada.

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