Notas da Semana – Fall Season #6 – Parte II

Os fãs das séries a laranja já podem comentá-las. Castle, Bones, Parenthood e Running Wilde estão agora mais compostas na nossa tabela semanal.

 

Bones (6.02) – Um caso a importunar uma narrativa inconveniente para os amantes da série. O problema de Bones é quando se vai classificar o episódio. Pois a série não é para ser criticada, mas muito mais para ser vista.

Bones (6.03) – A narrativa principal focou-se num tema interessante, o que permitiu momentos divertidos. De resto, a relação de Booth vai de vento em poupa e a Brennan começa a perceber que aquilo está a afecta-la.

Bones (6.04) – Um caso que diverte pouco mas que tem algo de interessante. O que faltou é a namorada do Booth. De resto passou-se bem. Por último, uma nota para quem ainda irá ver a série: ou em jejum ou passado algumas horas de terem comido…conselho de amigo.

Castle (3.02) – Um bom caso com a dupla a funcionar de novo muito bem. Castle porta-se bem e isso é o que importa.

Castle (3.03) – Fantástico caso. Castle dá-nos um caso muito divertido, apostando naquilo que a série sabe melhor: dar algo leve e muito bom. Foi o caso…deste lado se agradece isso.

Castle (3.04) – De vento em poupa, a série deita tudo cá para fora. Ri-me com certeza mais com este episódio do que um de comédia desta semana…isso diz tudo. Castle em nível fantástico.

Castle (3.05) – De regresso ao bom, a série consegue um caso consistente e uma dupla imbatível. Castle e Beckett continuam a dar cartas atrás de cartas. A cena final é muito interessante a este nível.

Castle (3.06) – Um caso que vem ajudar a série a evoluir. Se o souber utilizar, a série pode conseguir um bom arco e, futuramente, aproveitar o que agora construiu. De resto, foi um episódio muito mais sério…era preciso.

Parenthood (2.03) – Um bom episódio, com uma mecânica interessante. As personagens vão interagindo muito bem e as narrativas decorrem também. Não é brilhante, mas é muito bom.

Parenthood (2.04) – Um bom episódio, um drama interessante mas nada de especial. Parenthood vai dando boa conta do recado que tem, mas nada mais.

Single Father (1.02) – Apesar de um pouco interior ao primeiro, a série lá vai espalhando a sua carga dramática. É isso que pretende ser, um drama puro, e tem conseguido. Este foi o segundo exemplo…

Single Father (1.03) – Subiu um pouco o nível. É um gosto acompanhar o Sr. David que deixou o seu Doctor mas continua a ser um pai. Se, na anterior, era da humanidade, agora é de uma data de crianças e os seus problemas. E o final promete…veremos.

Shit! My Dad Says (1.04) – Um episódio que se focou nos relacionamentos amorosos de Henry. Claro está que Ed teria de ir atrás proprocionando uns momentos bastante cómicos, por exemplo, o karaoke de Ed. Demais!

Shit! My Dad Says (1.05) – O melhor episódio da série até agora! Ri-me até ao último minuto não só porque a situação mostrada foi das mais cómicas que vi em comédia bem como todo o encadeamento da premissa do episódio ter sido cinco estrelas! Finalmente, a série está a mostrar o seu potencial e ninguém melhor que William Shatner para o fazer!

The Big Bang Theory (4.06) – O pior da temporada. A narrativa poderia dar algum interesse, mas aquela conversa final deitou quase tudo a perder…Faltaram ideias e isso viu-se claramente. Para além de que a Penny faz também muita falta.

The Event (1.06) – O ascendente está de volta. Conseguiu agarrar novamente o espectador, mas com algumas falhas na fluidez da narrativa, principalmente quando há o esquema na cafetaria que permite Sophie despistar a CIA. Os flashbacks de Lee foram muito comovedores, e os avanços em relação a esta personagem foram interessantes. Durante mais quanto tempo conseguirá escapar?

The Good Guys (1.14) – Quem é a pérola mais escondida da actualidade, quem? TGG continua a dar cartas por de baixo da mesa. Felizardos daqueles que apostaram na série…é Matt Nix no seu melhor.

The Good Wife (2.05) – A série tem esta vertente que eu adoro: consegue sair dos tribunais e não ser influenciada por isso. Pois os jogos anteriores ao caso são tão importantes quanto os mesmos e, assim sendo, temos de conhecer essa vertente. E The Good Wife dá cartas por estes lados. Fantástico episódio…

The Vampire Diaries (1.07) – E dizia eu, há uns episódios atrás, que foi um erro juntar bruxos e lobisomens na mesma temporada. Estava redondamente enganado. Neste episódio tudo funcionou bem, até a interacção bruxos/lobisomens, bruxos/vampiros e bruxos/bruxos. Dos melhores episódios de toda a série. O ascendente está muito alto.

The Whole Truth (1.03) – Um juiz que se vê forçado a defender-se num caso de homícidio. Sai ilibado mas Peale não desiste e seis semanas depois do veredicto final, monta um esquema para o apanhar em flagrante. Soberbo!

The Whole Truth (1.04) – O melhor episódio da série, até agora. Um caso sólido que manteve uma linha bastante estável e interessante e que me deixou preso ao ecrã durante os 45 minutos que o compõem. De notar que o final revelou o twist do caso, algo que não estava nada à espera. Pena é que já tenha sido cancelada…

Undercovers (1.05) – Se Undercovers fosse um filme, seria para passar ao domingo à tarde na televisão. O que compensa, são alguns pontos que tornam a série original. Mas é mais do mesmo.

Undercovers (1.06) – Uma palavra para descrever o episódio: boring. Ao início até parecia uma coisa que iria surpreender. Mas não. A irregularidade é constante.

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