Notas da Semana – Fall Season #4 – Parte I

De novo com atraso, algo que prometo resolver nos próximos tempos (as surpresas que vêm acho que recompensaram), aqui fica a primeira parte da 4ª tabela:

Being Erica (3.03) – Being Erica levou-me, esta semana, ao mundo das fraternidades. Como eu compreendo o estado psicológico de Leo. Na verdade, Being Erica é mais do que isso… Fez-me pensar na violência, na maturidade e, acima de tudo, em enfrentar de forma adulta os problemas. Foi, sem dúvida, um dos melhores episódios da série. Fiquei como que contente com tudo aquilo que me foi mostrado. Being Erica no seu melhor.

Better With You (1.03) – Esta semana trouxe-nos uma batalha de família pelo cartão de bosas festas natalícias. Bons momentos cómicos mas nada mais do que isso. Ainda não me surpreendeu. Está meio cá, meio lá.

Boardwalk Empire (1.03) – Humor negro em alta num episódio onde, para mim, a série consegue misturar melhor todas as suas características. Gostei do desenvolvimento das personagens, gostei dos jogos entre elas e gostei da narrativa. Claro que tudo à volta fortaleceu o episódio. Para mim o melhor da série até agora…

Boardwalk Empire (1.04) – Foi o episódio inferior da temporada? Sim, foi. Mas foi o episódio que esclareceu mais durante a série, os caminhos que irá tomar, o que as personagens parecem ser e como a série pretender agigantar-se. É um episódio de transição tão necessário como uma Season Finale fantástica. Pois uma série não pode ser excelente sem ter um episódio muito bom por lá metido a encaminhar as coisas.

Chuck (4.03) – Gostei do par, mas depois tenho aquele sentimento de andar para não sair do sítio. Chuck deu um episódio destes pois, após resolver um problema, nasce logo outro da mesma natureza. De resto, saúda-se o regresso do Big Mike, que vem ainda contribuir para uma Buy More mais recheada.

Chuck (4.04) – Um episódio cheio de romance, dando mais umas pitadas interessantes à série. Casey voltou, apesar de não completamente, e ficou um pouco de Buy More. Mas, mesmo assim, e com o brinde da mãe no final, foi um episódio bem conseguido.

Community (2.03) – Apesar de inferior aos anteriores, Community continua a ser a melhor comédia da temporada. Foi um muito bom episódio, com boas narrativas. Que venha o próximo.

Cougar Town (2.03) – Um episódio interessante que se focou na adaptação de Jules, agora que o seu filho, Travis, está na Universidade. Bons momentos e situações light que entretêm. E para assinalar todo o imbróglio relativamente ao nome da série, os produtores fazem questão de adicionar ao título da série, uma pequena frase que assinala tal evento. Por exemplo, esta semana: “Badly Titled, Cougar Town”. Hilariante.

Dexter (5.03) – Um episódio de transição. A série continua muito boa, mas a personagem pouco ou nada cresceu neste episódio. E sentiu-se falta disso…mas, e aí é que o episódio torna-se interessante, abriu várias portas. Vamos lá ver como se aguenta agora.

Fringe (3.03) – Episódio fantástico envolvendo algo que eu adoro: cenários. Só por isso adorei o caso. Claro que, depois, adicionar isto a alguns pontos envolvendo a narrativa da temporada fizeram que o episódio se torna-se ainda melhor. Fringe é, a par de Dexter, a série mais regular deste início de Fall Season. Grande série que está aqui.

Glee (2.03) – Mais um episódio estúpido, mais um episódio onde não apareceram as personagens apresentadas no episódio de regresso. Pouco se avançou, apenas se acentuou a ridícula parvoíce do Finn, totalmente desnecessária. Não vejo qual é o interesse de fazer o Finn um tótó. O que compensou o episódio e foi o que me deu mais prazer, foi voltar a ver as actuações de Mercedes. Lindo, completamente.

Se o que tem valido a Glee são as partes cómicas, neste episódio pouco o vimos. Mas acaba por ser bom devido às reflexões morais e, como já disse, pela prestação de Mercedes.

Continua na linha de sempre e não sairá disto.

Glee (2.04) – Os produtores de Glee não gostam muito de criar sequências de episódio para episódio. Isto já ficou claro há bastante tempo. Desta vez, decidiram pegar em apenas uma personagem das que introduziram no episódio de retorno, para explorá-la. Ficámos a conhecer Sam e o interesse que algumas pessoas do Glee club têm por ele. Em termos musicais, foi baseaso em duetos, com as habituais magníficas prestações do elenco (excepto um ou outro). Aliás, o que é que Glee tem de melhor? As músicas. Por esta razão, não vejo por que deixaram as outras novas personagens de lado. Já para não falar de Sue que também ficou esquecida.

Nada mudou. Os problemas são os mesmos. Falo dos problemas das personagens, porque os que detrás da câmara nem merecem comentários. Só de referir a nova relação Matt/Quinn, que só vem trazer mais drama de namoro desnecessário, e o melhor aproveitamento das personagens secundárias. O pretexto foi muito bom.

Grey’s Anatomy (7.03) – Três casos médicos a servirem de fundo para um excelente episódio, sendo um deles muito chocante. No campo amoroso continuam os mesmos problemas, acrescentando agora Teddy/Andrew. Quanto a Cristina, está a fazer progressos, tendo que agradecer a Derek, que tem sido o seu ombro amigo, para além de Hunt. Grey’s Anatomy continua a não desiludir. Quando pensamos que mais nada pode acontecer, vem algo que destrói essa ideia. Não vemos os minutos passarem e ficamos a pedir mais, mas de barriga cheia.

How I Met Your Mother (6.03) – O pior da temporada. Teve graça? Teve. Mas não foi nada de especial. A forma fácil como a narrativa contínua é esquecida mete impressão. Vamos ver se melhora.

How I Met Your Mother (6.04) – Após o pior vem o melhor. HIMYM consegue uma narrativa consistente, piadas bem-mandadas e um crescimento da Robin. Se for assim sempre, que venha o próximo.

Lost Girl (1.04) – Um episódio muito bom com muito sobrenatural à mistura. Pode ser cliché mas gosto bastante quando os olhos estão envolvidos em eventos sobrenaturais. Não junta nada ao arco principal mas entretêm. Pergunto-me por quanto tempo manterão esta linha de entretenimento sem ligarem ao arco…

Mike & Molly (1.03) – Finalmente um episódio com piada! Não é que os outros não tivessem, mas neste notou-se uma clara preocupação em ser mais consistente nas piadas que se faz. É o caso da nova personagem, a mãe do polícia negro, que foi o melhor que podiam ter feito! Impossível não rir com ela. A irmã e a mãe de Molly continuam a ser as mais engraçadas da trama, muito boas! Entre o casal protagonista houve avanços, tal como o nome do episódio fazia adivinhar. Muito boa química entre eles.

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2 thoughts on “Notas da Semana – Fall Season #4 – Parte I

  1. Tendo em conta a semana em questão não sei se Fringe não está num patamar acima.
    Não tava nem pouco mais ou menos à espera do que Fringe nos presenciou. É uma série inesquecível e não sei se à concorrência (de momento) à altura. Incrível mesmo!

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