Notas da Semana – Fall Season #3 – Parte I

Um bocado atrasadas, mas aqui estão as notas. De novo com uma novidade. Devido ao grande número de séries que a tabela já albergava decidi dividir em duas tabelas e, consequentemente, a coluna em duas partes. A primeira é esta. A segunda, que irá desde Modern Family até Undercovers, espero que saia esta noite. No máximo dos máximos, e se o tempo não o permitir, estará com certeza amanhã. E, sem mais demoras, aqui vai:

Being Erica (3.01) – No final da segunda temporada e depois de duas temporadas de intensiva terapia que a fez lidar com os seus mais profundos arrependimentos, Erica vê-se obrigada a escolher uma porta. Pensei eu que se tornaria já, uma psicóloga do tempo, Erica entra numa sala para começar a fase 2 da sua terapia: tratamento de grupo. Regressa, então, com um colega ao passado deste e ajuda-o a enfrentar aquilo que ele mais temia em reconhecer: o amor de sua mãe. Excelente regresso.

Being Erica (3.02) – Mais um episódio que não me deixa ficar mal. Erica, esta semana, vê-se obrigada a enfrentar o seu lado amoroso e dar o tal closure ao seu relacionamento com Ethan e nada melhor que a sua suposta arqui-inimiga Claire para a ajudar. No fundo, Erica mostrou-nos que até a mais pequena ajuda pode estar na pessoa mais improvável da nossa vida.

Better with You (1.01) – Uma série que me é muito parecida a Rules of Engagement. Temos, então, três lados de uma mesma família e esta comédia trata, unicamente, das situações mais caricatas desta no mundo real. Convenceu-me pouco, este piloto mas como tinha JoAnna Garcia e Jennifer Finnigan, decidi dar uma segunda oportunidade.

Better with You (1.02) – Uma gargalhada ou outra, aqui e acolá, mas não passa disso. Serve para passar o tempo e desanuviar. Ainda não me conseguiu convencer. É, talvez, a comédia mais fraca da ABC desta temporada.

Boardwalk Empire (1.02) – Inferior ao inicial, a série continua a tentar desenvolver personagens ao mesmo tempo que nos tenta inserir num tempo totalmente diferente do nosso. São estes os desafios da mesma e, até agora, tem cumprido. Nada de magnífico, mas para início não está nada mal.

Chuck (4.02) – Após a arrumação desarrumada no primeiro episódio, tivemos neste segundo uma vertente na série que me deixou esperanças: um caso. Sem grandes segundas intenções. Isto fez-me lembrar a segunda temporada. Depois a parte dramática teve à conta de Chuck e Sarah e tivemos o regresso de Jefster. Ou seja, um episódio que lança bases para o futuro mas que consegue apaixonar no presente.

Community (2.02) – Apesar de um pouco inferior ao anterior, Community demonstra o porque de ser a comédia que entrou melhor. As narrativas estão muito bem pensadas, as personagens interagem muito bem e, claro, a estupidez continua. Que continue assim…

Cougar Town (2.01) – Embora com Jennifer Aniston como co-star, foi um regresso que me deixou a pedir mais. Foi algo insosso e sem algo importante e concreto para agarrar. Podia ter sido melhor mas ver, de novo, Cox e Aniston a contracenar foi algo priceless desde Friends.

Cougar Town (2.02) – Claramente superior ao outro, no segundo episódio, Jules vê-se obrigada a largar o seu filho e a lidar com os sentimentos de saudade e solidão. Gostei bastante do que vi e esteve bastante equilibrado quanto ao drama e à comédia. Cougar Town é assim: um misto de drama e comédia sem nunca exagerar.

Dexter (5.01) – Bem-vindo meu caro Serial Killer. Dexter regressa com tudo e dá-nos um episódio onde mistura muito bem a construção constante que a personagem tem tido com a narrativa e o arco que vem construído. Veio com tudo…agora falta que continue com o balanço.

Dexter (5.02) – Após a descida a terra, agora é a fase de apanhar pó. E, no meio de tanto pó, Dexter encontra-se perdido. Foi para demonstrar essa falta de algo que este episódio veio, para além de nos introduzir ao novo arco da temporada. Mas Dexter (série) continua a tentar perceber Dexter (personagem) e é aí que reside essencialmente o meu ponto de interesse na série.

Fringe (3.02) – Serei o único a achar este episódio superior? O outro foi muito “rum-rum” e este é o arrancar. Gostei muito da narrativa do Walter, principalmente com aquele final, adicionado a narrativa do Peter e a cada vez mais difícil vida de Olivia. A série arrancou com tudo. Que não se distraia com casos supérfluos.

Glee (2.02) – O que é que eu hei-de dizer de Glee? Bater mais no ceguinho? Eu até estava empolgado que seria um episódio especial, já que sempre gostei de Britney. Mas cheguei ao final e pensei “só isto?”.
O factor “Britney Spears” é a atracção do episódio, embora pouco tenha aparecido e falado. Já pra não falar que neste episódio as formas como os números musicais surgiram, foram péssimos. Que ideia foi aquela do dentista?

Já para não falar que este episódio é completamente deslocado do anterior. Sem nenhuma sequência, as personagens anteriormente apresentadas nem apareceram. E Puck? A sua faceta de garanhão podia muito bem ter sido aproveitada no tema sexual que tanto se abordou.

Mas nem tudo é mau. Este episódio conseguiu entrar na linha que define a série. Conseguiu ter piada, foi verdadeiramente um episódio cómico, socorrido especialmente por Brittany, a figura do episódio, e a melhor em termos cómicos de toda a série.

Entreteu-me minimamente, Glee ainda tem algum poder nisso.

Grey’s Anatomy (6.02) – Dois casos que funcionam como um belo arco às narrativas e poucos avanços marcam o segundo episódio. Os problemas mantêm-se, de Cristina a Lexie, de Sloan a Torres… só Meredith evoluiu. Passou de frágil a forte. E isso valeu-lhe o precioso papel amarelo. O drama está lá, o entretenimento também. Temos Grey’s de volta.

Lost Girl (1.01) – Uma série sobrenatural canadiana. É certo que já estou um pouco farto de seres sobrenaturais mas esta conseguiu cativar o meu olho. Uma Succubus que se vê, um dia, perante as entidades regentes dos mundos da Luz e da Escuridão e se vê obrigada a passar por provas e escolher o seu lado. Com a maravilhosa Emmanuele Vaugier e Anna Silk, Lost Girl passou com uma boa média.

Lost Girl (1.02) – Um episódio que nos deixou um pouco mais ambientados ao mundo Fae. Foi neste episódio que ficámos a saber mais umas coisas sobre o passado de Bo. Que realmente aconteceu depois de Bo ter nascido? Para onde foi ela? Porque é que é uma Succubus?

Lost Girl (1.03) – Um episódio que nos levou à vida universitária americana. Devo dizer que este episódio me surpreendeu pela novidade que ele mostrou. Bo continua à procura de informações sobre os seus pais biológicos e, ao mesmo tempo, envolve-se com o seu lobo favorito, Dylan. Que sairá desta relação?

LoneStar (1.02) – A despedida. A série parte para um sábado de aleluia ainda por anunciar, mas deixa de novo um cheirinho do que poderia ser. LoneStar estava como uma galinha sem cabeça desde o início. A ver o sangue a jorrar pelas veias à espera de morrer. Agora morreu. Mas, ao contrário das galinhas, que andam mal sem ver, LoneStar conseguiu fazer isso. Este segundo episódio foi mostra disso. Outra série a partir mas a deixar saudades.

Hellcats (1.03) – Nem passei dos 15 minutos inicias. Fartei-me. Mais uma vez, os clichés estão aos pontapés… As Hellcats, mais uma vez, são as coitadinhas da escola e têm de vencer isto ou aquilo para conseguirem ficar no activo. Previsível, elas conseguem ou então a série perdia a essência. Para mim, acabou.

How I Met Your Mother (7.02) – Melhor em termos de comédia mas piores em termos narrativos. Mesmo assim não é daqueles episódios que deixa um vazio em termos narrativos, constrói ainda mais uma personagem. E é um show de NPH…a personagem é o que é muito devido ao actor que a encarna.

Mike & Molly (1.02) – Muito melhor que o antecessor, desta vez posso mesmo dizer que ri bastante. A mãe e irmã de Molly continuam a ser as melhores personagens da série, é impossível não rir! Em contrapartida, o amigo polícia de Mike enerva, não vejo nada de cómico nele. Venha o próximo!

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2 thoughts on “Notas da Semana – Fall Season #3 – Parte I

  1. Desta lista vejo duas (Dexter e Fringe) mas gostava de ver uma terceira, uma terceira que já vai na terceira temporada e tem sido relativamente bem falada, mas não chega lol.. Será que Merlin valerá mesmo a pena ver? O que trás de novo? Consegues-me convencer a ver? lol.

    Sobre Dexter comentários lá no portal e sobre Fringe, encontraste desde já alguém que achou este segundo episódio melhor 😛

    • Merlin. A série britânica sobre o feiticeiro. Eu aconselhar aconselho-te, mas acho que tens algumas pérolas melhores que essa. Merlin tem um arco consistente, mas mistura muito procedural. Para ti, e vendo o estilo, tinhas Boardwalk Empire. É ao teu gosto…Ou LoneStar. O problema com essa é que já foi cancelada.

      Quanto a Fringe, ainda bem que não estou assim tão maluco.

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