Nikita – Apresentação

Nikita é, essencialmente, uma série de acção. Se colocasse, num íman, Hellcats e Nikita, estas iriam para pólos opostos porque se Hellcats sua CW, Nikita não é o género da CW.

Excluindo Supernatural que, a meu ver é um procedural sobrenatural, e que tem a sua quota-parte de acção, lutas e explosões mas não é tão vincado como em Nikita.

Nikita, interpretada pela bela e maravilhosa Maggie Q, começa por nos contar a sua história: a infância da nossa personagem foi passada com uma família adoptiva que, ao que parece, não mostrava qualquer interesse na criança. Após ter vivido no mundo das drogas, foi-lhe dito que tinha morto um polícia e foi, imediatamente, condenada à morte por injecção letal pois já havia completado os seus 18 anos. Contudo, isto era uma encenação criada por uma organização chamada Divison. A sua única função é recrutar recém – adultos e treiná-los para serem espiões e assassinos de topo. A promessa de uma nova vida aliada ao lema de estar a servir o seu país convencera Nikita. Contudo, apaixonou-se por um civil de nome Daniel e Nikita pagou por tal erro. Mataram-no e Nikita fugiu, escondendo-se e preparando a vingança. Três anos depois, surge com as baterias recarregadas e pronta a deitar Divison abaixo. Mas não vai ser fácil já que a organização anda à sua procura para a matar por representar um enorme perigo (e não poupam recursos para isso!).

Sou-vos sincero: adoro séries de espionagem. Não consigo resistir e, ainda para mais, esta com uma história interessante. Desde que vi a Fall Preview que fiquei com a pulga atrás da orelha, como se diz popularmente, e não consegui resistir ao piloto.

Com bons arcos que darão para fantásticos episódios, Nikita promete impor-se nos 13 episódios que compõem a sua primeira temporada. Eu cá espero que a CW não peça mais porque tenho medo que os argumentistas façam como em Supernatural: engonhar e deixar tudo para os últimos episódios. Não gosto quando estes me fazem passar por parvo. Nikita tem mais para oferecer do que se integrar na categoria “caso semanal” em vez de ser uma série, no seu sentido literal.

Depois de uma estreia com 1.4 de rating (não esquecer o lead-in, The Vampire Diaries), espero pelo episódio dois para confirmar as minhas suspeitas. A série é boa, com excelentes cenas, daí a nota alta. Mais ainda, por a CW ter arriscado numa série que não se encontra na sua “confort zone”, é de louvar os seus esforços porque, realmente, conseguiu um bom produto.

Faltam dois dias para o episódio dois. Expectantes?

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