Análise: Temporada 2009/2010 (Jorge Pontes) – Estreias

Porquê séries? Porquê esta paixão imensa? São perguntas que, diariamente, me surgem na cabeça e às quais procuro uma resposta concreta. Embora este pequeno vício remonte aos primórdios da minha adolescência com Friends e as intermináveis maratonas nos meus canais FOX e AXN, foi nesta temporada que estive mais dentro do assunto que é a televisão americana e os seus produtos de ficção bem como das respectivas cadeias que tanto os produzem como os emitem.

Sem mais demora, parto para a análise das comédias desta temporada 2009/2010 que foi muito rica e muito pobre, a mesmo tempo.

Estreias: Comédia & Animação

A primeira das comédias que pretendo recordar é 100 Questions. Estão recordados? Ora, a premissa era interessante: uma mulher de nome Charlotte Payne que procura a sua alma gémea recorrendo, por isso, a uma agência de encontros (e pelo que nos é dito no piloto, a melhor do país) e tem de responder a 100 questões para que a base de dados encontre o par perfeito. A NBC tinha-a para o Outono.Deixou-a para a midseason. Desistiu e colocou-a antes da summer season para ver se resultava. Não funcionou pois aquela zona de transição (fim de Maio até à terceira semana de Junho) é a “zona morta” e poucos foram aqueles que viram a série. A NBC cancelou-a e digamos, a esperança já não era muita. Gostei daquilo que vi embora fosse muito Friends o que me deixou com um pé atrás.

Community, outra das promessas da NBC que estreou na Fall Season, foi, para mim, algo que não funcionou. Vi o piloto e não gostei do que vi. Achei-o insonso e um pouco confuso. Dei outra oportunidade à série na midseason mas continuei a não conseguir entrar naquela história.

Deixando a NBC, partimos para a CBS que, a meu ver, é a melhor em termos de comédias. Accidentally on Purpose trouxe-nos de volta Jenna Elfman, a eterna Dharma. Jenna, na pele de Billie, uma mulher que saiu de uma relação estável de 3 anos, que procura uma nova paixão, uma espécie de “rebound” e encontra-a…da pior forma. Após um caso de uma noite, descobre que está grávida. A partir daí, as situações mais caricatas são-nos apresentadas ao longo de 18 episódios de vinte minutos cada fazendo-nos pedir mais após o fim de cada episódio. Light, interessante e cómica, Accidentally on Purpose faz-nos rir. Purpose mostra-nos um lado mais obscuro da comédia. Com muita pena minha, foi cancelada e a CBS descartou-a da sua grelha. Tive esperança que regressasse na nova temporada mas a CBS cortou-lhe as pernas em Maio.

Para completar o catálogo generalista de estreias de comédia, partamos para a ABC.
Este ano foi, claramente, da ABC. A sua reputação a nível de comédias nunca foi muito boa mas, nesta temporada, tal rótulo foi completamente queimado.

Começando pela cancelada Romantically Challenged que nos trouxe de volta Alyssa Milano, a eterna feiticeira, esta comédia gira em torno de Rebecca que, após saber do casamento do seu ex-marido, resolve, também ela, procurar o amor mas numa faixa etária mais baixa. Uma comédia que não é brilhante mas entretém ao longo de 20 minutos. Com piadas interessantes e situações em que só ela poderia estar inserida, acompanhamos durante 4 episódios (6 produzidos e 2 não exibidos) a sua procura incessante por um amor. Tendo como lead-in Castle, os primeiros episódios fizeram resultados bons mas caíram nos restantes dois. Uma comédia com potencial que a ABC deixou afundar.

Não foi só R. Challenged que esteve nas luzes da ribalta. Modern Family e Cougar Town foram, igualmente, dois trunfos na manga da ABC, este ano.

Modern Family trouxe-nos a história de uma família que, ao início, parece confusa mas à medida que vamos vendo (ou revendo) os episódios se torna cada vez mais fácil de entender. É simples e complexa ao mesmo tempo e esta dualidade só a favorece. Com um bom elenco, uma excelente qualidade e episódios a roçar o perfeito, ao longo de 24 meias-horas, apercebemo-nos de que temos uma pérola em mãos e espero que a ABC não largue.

No outro lado temos Cougar Town que nos trouxe Courtney Cox, a imortal Monica de Friends. E, não variando muito a premissa, Jules Cobb, procuram o amor na faixa etária mais baixa. O slogan não é mais do que “40 are the new 20”. Nos primeiros episódios, a série estava um pouco perdida, sem rumo. Fixavam-se, apenas, em arranjar qualquer um para Jules; não é isso que pensamos quando lemos “Cougar Town”? No fim da temporada, Jules está já mais estável e as situações apresentadas são do género Friends. Pretendo acompanhar a segunda temporada mas sinto que a série ainda não se mostrou realmente; falta ali algo mas ainda não entendi bem o quê.

Para terminar o sub-tema Comédia & Animações, falemos de Archer, a animação do canal cabo FX. Num tempo em que as animações dominantes são Family Guy, American Dad e The Simpsons (não falo de The Cleveland Show por ser, simplesmente, uma imitação barata de Family Guy e não gostei desta feita da FOX), Archer impõe-se dando-nos uma perspectiva humorística da espionagem. Não é uma comédia/animação brilhante mas é daquelas séries que se vai aprendendo a gostar. Eu, particularmente, fui bombardeado com Archer e não sabia o que esta série tinha para dar mas achei-a tão interessante nos primeiros episódios que me agarrou ao ecrã durante a sua efémera primeira temporada. Com resultados medianos, o canal FX renovou-a para uma segunda temporada de 13 episódios a voltar na midseason desta temporada. Esperemos que Archer melhore a nível de resultados senão teremos de dizer ao espião animado que deixou as minhas manhãs de Inverno dominicais mais preenchidas.

No que toca a comédias de estreia, a temporada 2009/2010 foi razoável. Não foi excelente porque a base das histórias era sempre a mesma embora estivessem construídas de maneiras muito distintas. Espero que a sorte bata à porta das cadeias americanas de televisão na Fall Season que se aproxima a passos largos.

Estreias: Drama & Acção

Relativamente aos dramas, que são bem mais fáceis de construir a nível de história, tivemos uma mão cheia deles na temporada passada.

Começando na CW, Melrose Place (2.0) surgiu na grelha como o remake da grande série de 1992 com o mesmo nome e que se manteve no ar durante 7 anos. Com um elenco “rookie” à excepção de Katie Cassidy, Thomas Calabro e Heather Locklear (que veio para a salvar da perdição), Melrose mostra-nos o lado negro da amizade. Ambição, traições, sexo, drogas, prostituição e corrupção são algumas das especiarias que se encontram no cardápio que a CW fez questão de mostrar ao longo de dezoito episódios que compõem a sua primeira e única temporada. Não vi a versão original embora não me falte a vontade para tal; contudo, apostei e não me desiludi. A CW conseguiu criar uma história interessante e boa que não me fez desligar o computador à medida que aqueles 40 minutos passavam (e ouso dizer que os 40 minutos souberam-me a pouco). Não tenho palavras para descrever o final e com muita pena minha, a CW não a renovou muito por causa dos seus resultados. Tinha potencial mas não foi o suficiente.

Outra pérola da CW foi The Vampire Diaries. É certo que o tema “vampiros” já está há muito batido mas, nesta série, tal sofreu uma reviravolta. Baseado nos livros de L. J. Smith de 1991 (a trilogia inicial) e juntamente com Nina Dobrev, Paul Wesley e Ian Somerhalder, a CW criou uma história à qual é difícil ficar indiferente. Com episódios a roçar o perfeito e outros bons, The Vampire Diaries leva-nos a viajar pelo mundo dos vampiros de Mystic Falls e a mergulhar na atribulada vida de Elena. Com bruxas e lobisomens à mistura (elementos sobrenaturais essências em qualquer história de vampiros), Diaries, ao longo dos 22 episódios que compõem a primeira temporada prepara-nos para um final que promete ser chocante. Não foi tanto quanto estava à espera mas a CW, pertencendo à CBS, tem aquela qualidade de cortar o final em duas partes, ou seja, mostra a primeira parte no final da temporada e o resto do clímax no início da segunda temporada fazendo cada fã, salivar por mais. Sendo a série com melhores resultados do canal, Diaries estará de volta dia 9 de Setembro para aquele que promete ser o regresso mais esperado da Fall Season.

Life Unexpected é, de todos os dramas da CW, aquele que preenche aquele spot no meu leque de séries semanais. Um drama familiar aclamado pela crítica e isso basta. Reporta, nada mais do que a história de Lux, uma rapariga de 16 anos que procura a emancipação depois de ter passado por inúmeras famílias de adopção sem as condições mínimas e requeridas por Lux. À medida que decorre a primeira temporada e de forma leve, a CW vai revelando um pouco das vidas dos seus pais biológicos nunca esquecendo o factor “amor” e “amizade”. Deixando-nos um cliffhanger em mãos, a CW prometeu trazer-nos Life (tendo sido colocada a dúvida se seria renovada ou não por causa de One Tree Hill). Vamos ver se este ano, Life nos apresenta uma temporada tão regular e sólida quanto a primeira.

Partindo para a cadeia-mãe, a CBS, esta trouxe-nos, este ano, quatro novos dramas: NCIS Los Angeles, The Good Wife, Miami Medical e Three Rivers.

A primeira em que Daniela Ruah está inserida e da qual não tenho nada a apontar pois o seu trabalho é excelente, devo dizer que a CBS tem uma queda por procedurals. Não é de agora mas a CBS sempre me cativou e sempre me mostrou provas de que é a melhor cadeia de televisão dos Estados Unidos, na minha opinião. Trazendo-nos um spin-off da série mais vista da América, NCIS, NCIS LA coloca-nos casos criminais que só uma equipa especializada poderia resolver. Apelando à inteligência, à dinâmica criminal e às mentes criminosas mais distorcidas, NCIS LA leva-nos a viajar pelo mundo da Marinha com aqueles cliffhangers que só a CBS sabe fazer.

The Good Wife trouxe, de volta à ribalta, Julianna Margulies no papel de Alicia Florick, vítima de um escândalo sexual envolvendo o seu marido e senador, Peter Florick. No decorrer da temporada ficamos a saber que há muito mais por detrás deste escândalo que a CBS não nos está a contar. Em cada semana, a CBS apresentava-nos um caso segundo as várias perspectivas da Justiça: os jurados, a acusação e a defesa. Misturando estes ingredientes de forma inteligente, este drama foi, de longe, o melhor da temporada 2009/2010 que há muito acabou. A meu ver, o melhor episódio foi o número dezoito, “Doubt”, onde, embora possamos predizer o final com perícia, não deixa de ser “aquele” final que nos deixa de boca aberta.

Por último, os dois novos dramas médicos da CBS: Miami Medical e Three Rivers que não sobreviveram além dos 13 episódios encomendados. Não é por nada mas os dramas médicos da CBS sempre me deixaram duvidoso quanto à história e, devo dizer, que tais não são o forte da CBS. Bastou ver os pilotos para ver que as histórias eram pouco coesas e desorganizadas, fazendo com que as riscasse da lista.

Passando, agora, os olhos pela ABC, esta trouxe-nos duas séries bastante diferentes: V e The Deep End.

A primeira que se impôs como o remake da famosa série com o mesmo nome produzida pela NBC em 1983/1984 deu-nos uma nova perspectiva sobre a vida extra-terrestre.

Embora com erros bastante graves no que toca a cenários (em que o sentido de profundidade me deixava desconfortável para não falar dos ecos desnecessários), as personagens apresentaram uma evolução interessante que permitiu ao espectador acompanhar uma história dura mas com muitas pontas por onde pegar. É certo que a série surgiu um pouco como a sombra de Lost mas, tal comparação é abominável e quem as faz não entende este vasto mundo. Lost é Lost, V é V, ponto final. Deixando-nos um cliffhanger interessante que vai ser desenvolvido na segunda temporada, V promete regressar com uma nova força.

The Deep End, o drama legal da ABC que estreou em Janeiro no lugar de FlashForward, com o objectivo de manter o horário durante os Jogos Olímpicos, mostrou-nos que a Justiça pode ser picante, em certas situações. Passou despercebida mas como eu tenho uma pequena (enorme) paixão por dramas legais, decidi acompanhar e não me arrependi embora tivesse sido cancelada.

Terminando esta jornada pelos dramas dos canais generalistas, pouso sobre a NBC. Este ano, para além dos Jogos Olímpicos que fiz questão de acompanhar e sobre os quais escreverei brevemente, trouxe-nos Parenthood, Trauma e Mercy.

A primeira que acompanhei até ao sexto episódio e desisti. É uma boa série mas não me agarrou o suficiente. Peter Krause, que regressou na sua melhor forma após Dirty Sexy Money, foi o motivo pelo qual decidi ver a série e embora quisesse continuar a acompanhá-lo nesta nova aventura, simplesmente não consegui.

Trauma e Mercy foram os dois dramas médicos que a NBC nos mostrou, este ano. E, claramente duas apostas falhadas. O primeiro que acompanhava uma unidade de resposta rápida sobreviveu durante 18 episódios com resultados desastrosos, não caiu nas boas graças dos espectadores tendo-se posicionado em quarto lugar, todas as segundas, no seu horário. A segunda, Mercy, que nos mostrou o outro lado médico, o das enfermeiras, também não me cativou. Muito drama feminino, muito choro, muitas lembranças que me fizeram desistir no fim do segundo episódio.

Ainda há tempo para vos falar de Day One, a aposta da NBC para esta temporada que passou. Em primeiro lugar, era para ser uma mini-série de 12/13 episódios; a NBC encurtou-a para 6/8; encurtou-a ainda mais para uma mini-série de 4 episódios; depois para um telefilme de duas horas até que desistiu. Que se passou? Aposto que viu a performance de FlashForward e assuntos como o fim do mundo tornaram-se irreais para a NBC. Tinha uma boa premissa mas, como em tudo, a NBC não a aproveitou. Quem sabe um dia.

Falta-me, ainda, falar de duas séries nesta categoria de drama: The Pacific e White Collar.

A primeira, a mini-série da HBO que acompanhou o outro lado da II Guerra Mundial, no Pacífico, tornou-se a minha primeira e favorita. À medida que cada minuto passava, conseguia sofrer e sentir a dor que arrasava cada soldado daquele pelotão. A HBO que se tornou a perfeita no que toca a mini-séries de guerra (exemplo: Band of Brothers), não decepcionou e trouxe-nos um produto de enorme qualidade.

Já White Collar com o selo do canal USA mostrou-se uma aposta segura. Acompanhando a vida de Neal Caffrey, um homem de genialidade imensa no que toca aos “crimes de colarinho branco”, a história de cada episódio faz-nos viajar pelas memórias e conhecimentos de Neal para derrotar a inteligência no seu próprio jogo. Com um elenco de luxo, White Collar assumiu-se como a série preferida do Verão e da midseason.

Estreias: Casos Excepcionais

Nesta categoria (e última que a análise já vai longa) pretendo falar daquelas séries que prometeram muito e não deram nada: FlashForward, The Forgotten, Glee, Past Life, Caprica, How To Make It in America e Bored to Death.

Começando pela ABC temos FlashForward e The Forgotten.

FlashForward, para mim, foi uma perda de tempo. No início estava todo fascinado pela inteligência da série mas estava ofuscado por todo o brilhantismo criado à sua volta. À excepção do primeiro e últimos episódios que foram aqueles que realmente me deixaram a pedir mais, o resto da série foi decrescendo de qualidade à medida que cada minuto passava. Para além de a história estar sempre no mesmo sítio porque, ora andava dois passos ora retrocedia três, cada episódio era construído de forma abominável que me deixava possesso quando terminava, especialmente aquele em que Janis se torna agente tripla. Agente tripla! Bom, o certo é que a história, as personagens e os episódios poderiam ter sido escritos de uma forma totalmente diferente. É uma série complexa que foi construída numa base em que assumia o espectador como “burro”. Não gostei de tal. E para mim esta série foi uma mistura de drama e comédia. Comédia porque observar a queda de audiências ao longo da temporada fez-me rir tal como o decréscimo de qualidade. Drama porque era uma história fácil em que entrei facilmente e com uns factos científicos à mistura, me levava a ver o episódio seguinte.

The Forgotten foi outro tiro no escuro. Vi o piloto e embora me parecesse um pouco Cold Case da CBS que jamais poderão imitar, gostei do que vi. Contudo, desisti de ver porque a pergunta que me surgiu foi esta: “Se a polícia não conseguiu resolver o caso, como é que um grupo de civis o vai conseguir resolver?”. Não me digam que os civis têm uma perspectiva diferente porque não é disso que se trata.

Passando aos desastres da FOX, Glee chamou-me a atenção mas após o fim da primeira temporada passei a odiá-la. Não só porque se tornou demasiado comercial como demasiado irreal para o meu gosto. Não é drama, não é comédia, não é nada. O Ryan Murphy desiludiu-me.

Past Life foi outro tiro no escuro (no sentido literal da palavra). Juntar vidas passadas à resolução de crimes? Vi duas vezes o piloto. Quer dizer, ver não é a palavra certa porque das duas vezes que o tentei ver, adormeci. E quando isto acontece, é melhor esquecer. Não é que esta temática fosse muito má mas crime e vidas passadas não combinam.

Não tendo visto toda a saga de Battlestar Galactica, decidi apostar em Caprica. Gostei do que vi naquele piloto e toda a temática futurista em redor da série. Nutro uma paixão secreta por Inteligência Artificial e Cylons. Mas desisti ao quarto episódio. Pouco dinamismo, história que avançava aos poucos… Ingredientes que me deixaram reticente quanto a este produto do SyFy.

Por último, How To Make It in America é uma série que me cativa e não cativa ao mesmo tempo. Embora tenha o selo de qualidade da HBO, pelos poucos minutos que vi do piloto, é uma historia que tem de se entrar aos poucos e não estava disposto a isso. Não me cativou, embora ainda tenha vontade de vê-la. Bored to Death deixou-me aborrecido, no sentido literal da palavra. Vi o piloto na MTV Portugal e foi para esquecer. Uma história que me parecia interessante tornou-se aborrecida e sem nexo.

Concluo esta (extensa) análise com um sorriso na cara. Para além de ter sido o primeiro ano em que, de facto, estive inserido na televisão americana (mais do que na portuguesa) não me desiludi e sei que há, por aí, pérolas por descobrir e estou cá para as acompanhar. A análise aos regressos estará disponível brevemente e por aqui estarei para lançar os dardos da vitória ou da derrota.


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4 thoughts on “Análise: Temporada 2009/2010 (Jorge Pontes) – Estreias

  1. Olá Pontes.

    Vampire Diaries: concordo contigo! foi muito bom assistir a Vampire Diaries, e aquele final foi do melhor. APROVADA

    Life Unexpected: Gostei do que vi. Mas não chegou. Ou então, não faz o meu estilo de série. APROVADA, mas não continuarei.

    FlashForward: custa-me ver tanta gente a bater no ceguinho. Não foi perda de tempo. É pena que tenha sido uma decepção, mas: PASSADA À RISCA

    Glee: não acrescento nada ao que dizes. PASSADA À RISCA

    Caprica: Eu nem no piloto me apaixonei, fui até ao sexto episódio, penso eu. REPROVADA

    • Mal posso esperar por dia 9 de Setembro. Aquele regresso de Diaries é, para mim, o mais esperado. [Dexter, a seguir! x)]

      Life é um drama familiar. Sou-te sincero, aí chegado ao quarto/quinto episódio quis desistir de ver… Mas depois pensei: é tão aclamada pela crítica e é fresca. Olha continuei. Estou expectante.

      Quanto a Flash, epá, a questão é essa… Tipo ora está no Passada à Risca ora está na Reprovada… É ambígua. Foi desilusão para mim embora ali estivesse uma grande produção da ABC, disso não duvido. Mas nem isso bastou, na minha opinião, para lhe subir de categoria…

      Caprica foi interessante porque vi o piloto duas vezes e achei muito interessante a cena final do Cylon. Como também não vi BSG nem Stargates nem essas coisas desisti porque, também, era uma série pouco dinâmica e não me apaixonava por ela. Embora aqueles Cylons sejam BRUTAIS!

  2. De novo um excelente texto. Não tenho grandes coisas a acrescentar, apesar de achar que não teres visto BSG prejudicou-te em Caprica. E que começamos os dois do mesmo meio: canais da cabo. É o único local português para se começar a ver séries…para além da RTP2.

    • Eu gosto bastante da nossa amizade sabes porquê? Porque a certa altura, e tendo gostos tão díspares (adorei a palavra!), somos capazes de sugerir e dizer: “Se calhar devias ver, não perdes nada!” ou “Queres ver em conjunto, tipo, maratona?”.

      As mesmas origens, é certo. Mas havia mais algum lugar ara começar a não ser cabo e RTP2? :s

      Pois, quanto a BSG… Sabia assim a história muito ao leve, mesmo. Também te digo, Caprica nunca me apaixonou mesmo não vendo BSG…

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