Notas da Semana – Summer Season 8

Burn Notice (4.08) – A série consegue dar-nos mais um episódio muito bom, com bastantes truques a mistura e com Fiona no centro da acção…E já se sabe como eu gosto da Gabrielle Anwar.

Covert Affairs (1.03) – Continua com bons casos, mas a falta de ter algo relacionado com o arco, e não uma mera lembrança sentimental, é algo que a série ressente. Esperemos que os argumentistas percebam isso e comecem a dar-nos peças no fim de cada episódio para o arco principal.

Covert Affairs (1.04) – De novo um bom caso, mas as queixas são as mesmas. Arranjem alguma forma de colocar o arco para aquilo começar a avançar, sff.

Hung (2.04) – Continua muito parada a série. Para trás e para a frente, sem sair do sítio. Em todos os aspectos.

Hung (2.05) – Eu, às vezes, a meio dos episódios, pergunto-me porque vejo os episódios. Isto é mau…a série não saiu da monotonia.

Lie to Me (2.17) – Inferior que os anteriores, a série continua com um bom ritmo. Este foi mais um daqueles episódios que, apesar de não ser brilhante, é grande. Mais uma demonstração do poder do rei.

Persons Unknown (1.06) – Aleluia isto arranca. Um bom episódio, após episódios muito parados. Agora esperemos que a série aproveite a onda e consiga trazer-nos excelentes momentos.

Persons Unknown (1.07) – Esperava mais? Esperava. Mas a série começa a demonstra bons trunfos, uma boa narrativa. Esperemos que sai daqui boas coisas.

Persons Unknown (1.08) – Agora que a série estava a ficar boa sai um episódio destes. Não que o episódio tenha sido mau. Nada disso. Mas todo o irrealismo da situação com o Joe fez com que a série volta-se a um caminho que eu não gosto que ela tenha: o surrealismo. Esperemos que a consciência volte no próximo episódio. Eu até já estava a gostar.

Royal Pains (2.07) – Continuo a dizer. Diverte? Diverte. Foi um bom episódio? Foi. Mas, nestas tardes solarengas, espero um bocadinho mais da série. Vamos ver se o seguinte dá.

Royal Pains (2.08) – Muda-se o paradigma da série, arranja-se algo para além de um caso, e tudo sai bem. Royal Pains demonstra, neste episódio, que é uma série que consegue mais do que repetição atrás da repetição. Muito bom episódio, o melhor da temporada.

Rubicon (1.02) – Inferior que o piloto, a série continua com um emaranhado de cordões que não permite enxergar muito mais. Deu para ver novas personagens, construir-se novas narrativas e termos mais uma ideia do que a série poderá ser. E, continuo a dizer, a série tem tudo para ser grande.

Nota: A partir da próxima semana, os comentários de Rubicon serão um pouco estendidos. Espero que gostem, pois sinto a necessidade de o fazer.

Sherlock (1.01) – Um piloto regular para a série inglesa. A série tem bons ingredientes, uma personagem intemporal e sempre presente no imaginário das pessoas e, para além disso, é uma boa diversão. Vamos ver o que sai daqui.

The Good Guys (1.08) – Porquê que TGG é a melhor série de verão, perguntam vocês. Porque tem episódios como estes. Divertidos e, ainda por cima, inteligentemente construídos. O pior é que só falta um para acabar a série…depois é esperar até Setembro.

True Blood (3.07) – Pícaro atrás de pícaro, numa montanha russa, ou pelo menos como nos tentam dar a entender, True Blood tem tido uma temporada regular. Digam o que dizerem, a série tem conseguido, fora o terceiro episódio, uma média muito boa. E se, para os discípulos do “Alan Ball a dormir a sombra da bananeira do sucesso”, a série só agora verdadeiramente arrancou, para mim já arrancou desde o início. Pois todas as narrativas que agora se vêem foram construídas durante os episódios que grande parte do pessoal odiou. Fico feliz por não ver em True Blood uma série de acção, mas sim um drama. Pois foi isso que tivemos nos primeiros episódios da temporada. Este é uma consequência do drama, e não o início. Mas já se sabe que é sempre melhor ver o rio quando já transborda do que ver o rio na nascente. Na nascente é uma mera água que sai da pedra, na foz é a junção de duas águas. A diferença é quem conseguir ver que True Blood é, foi e será uma série de nascente e, só posteriormente, de foz, desfrutará verdadeiramente da série.

White Collar (2.03) – Bom episódio, mostrando mais uma vez um ritmo lento mas interessante. A série é isso no fundo, e talvez por isso não me entusiasme tanto.

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