Notas da Semana – Summer Season 6

Antes de mais nada pedir desculpa do atraso. Devido aos exames não foi possível, primeiro, colocar a tabela no sábado anterior. Para além disso o número de episódios vistos até lá não eram elevados. E, sem mais demoras, aqui fica a tabela, cada vez mais longa, e as pequenas análises aos episódios. Desta vez são bastantes pequenas análises. Espero que gostem.

100 Questions (1.06) – Parece que é o último. A série cumpriu aquilo a que se propunha, mas não é série para Fall Season. É irregular no seu arranque, o que nunca é um bom sinal, e não chega a patamares hilariantes. É boa para divertir neste calor de Verão, mas nada mais…não deixará grandes saudades.

Burn Notice (4.04) – O melhor caso da temporada devido à mudança da forma de apresentação do caso. Foi bonito ver que podemos assaltar um cofre só com balas e um microondas. De resto, o arco está interessante, o Jesse está a mostrar-se ser uma inserção muito bem pensada, permitindo dar ritmo à série. Agora é esperar para ver as consequências do final do episódio…

Nota: As notas dos episódios anteriores foram descidas, para haver um acerto. Eram demasiado elevadas, e isto notou-se neste episódio, pois foi o melhor da temporada e, ainda assim, não foi excelente.

Burn Notice (4.05) – Um regresso a um ritmo inferior, a série dá-nos um caso interessante com um final bastante explosivo. De resto, a vizinha avança pouco, mas já têm tanto a galinha como a bonita menina dos óculos escuros em malas. Faltou um pouco mais de envolvência deste lado, mas a série continua num caminho seguro.

Covert Affairs (1.01) – A nova série da USA (talvez a emissora que mais me diverte, apesar de não ter séries brilhantes, mas todas elas muito boas, principalmente em termos de acção, comédia e um romancezinho à mistura) não é a nova estreia de verão, como muitos apelidaram. Isto porque, do que Rubicon já deu a ver, a série tem aspectos muito mais característicos de grande série (apesar de esperar claramente pelo resto do piloto, pois permitirá retirar as dúvidas) e, em termos de série do espectro de CA, The Good Guys mostra-se uns furos acima. Mesmo assim, a série estreia-se em excelente forma. Demonstra bons indicadores, um par de protagonistas excelente, principalmente o cego. De resto, e tendo um piloto de 1 hora, foi difícil manter o ritmo. Últimos retoques, visto que ainda devo fazer uma apresentação da série: a irmã da protagonista, para além de ser interpretado pela belíssima Anne Dudek, parece ser um ponto de divergência que poderá resultar bem, para além de se poder vestir de outros fatos mais pesados na narrativa. E, claro, o arco que, apesar de um pouco cliché, tem de existir. Agora é esperar pelo próximo. Pois, pelo que me deu a perceber, Covert revelar-se-á verdadeiramente aí, num episódio onde já não tem de conquistar o espectador. Veremos.

Hung (2.01) – A mais antiga profissão do mundo volta para mais um bom episódio. Hung não é aquela série que vos põem a rir facilmente, mas consegue ser algo leve, divertido e fácil de entender. Chega para passar 30 minutos que são bem passados.

Lie to Me (2.14) – Bom caso, apesar de a série já ter dado bem melhores. Mesmo assim, estes “maus” casos de Lie to Me são muito melhores que os “bons” casos do resto das séries. Chega dizer isto para se perceber que o rei nunca mente…

Louie (1.01) – Um piloto com risos, mas sem graça. O arranque foi fraco, mas o episódio melhora no final. Dá para animar um dia muito em baixo, mas não é das comédias que escolheria para animar. Vamos ver como se sai no segundo…está na corda bamba.

Nota: Após pedir uma opinião, mais concretamente a um senhor das séries chamado Mateus Borges, e ele me ter dito que o segundo episódio era pior que o primeiro, deixei a série. Isto acontece porque, para além de ter uma opinião parecida com as dele em termos de série, também nenhum de nós achou o piloto brilhante. E, assim sendo, eu fico com tempo para outras coisas.

Persons Unknown (1.04) – Um episódio que serviu para pouco ou nada. Andamos de um lado para o outro, parece que a “parede” desaparece quando é necessário e ninguém aproveita. Claro que aquela cena final é algo que permite continuar a ver a série…desde que seja aproveitada no próximo episódio, e que não fique esquecida.

Persons Unknown (1.05) – Continuo a dizer que a série não sabe para o que anda. As personagens são péssimas, do alto a baixo, mal construídas e sem coerência para a situação que se encontram. Um bocado de inteligência pede-se à série. E aquela introdução da nova personagem é, digamos, estúpida. Há logo uma ligação? Por favor…Unknonw quer dizer desconhecidas. Acho que se percebe o porquê de eu achar isto um bocado incoerente…só um bocadinho.

Royal Pains (2.04) – Bom caso, boa envolvência em Cuba e boa diversão. Royal Pains tem alguns defeitos (as transições entre Cuba e Hamptons é uma que a mim me chateou neste episódio), não é brilhante, não tem as explosões de Burn Notice, mas é leve e safa-se. E ainda tem aquele novo arco da concorrência. Será, com certeza, bom para a série. De resto, e para acabar, merece 2 pontinhos só para mostrar uma criança sem a dentuça da frente…um sentimento de saudade apoderou-se de mim nesse momento. Sim, já tive assim os dentes…ou sem eles. E ainda assim sou feliz.

Scoundrels (1.02) – Rolos de papel higiénico? Really? Não tem mais nada que pensar, arranjar algo interessante? Depois, o burro do irmão mais velho a dormir com a madrasta que sabia que vinha ai. E as lutas laborais…divirtam-se com outras coisas, sff, que isto não tem coerência. E esta nota é só por 30 minutos do episódio. Não aguentei mais…se aguenta-se, se calhar vinha por aí a baixo.

The Good Guys (1.05) – De novo o bigode volta, agora a respeitar os términos da lei. Mas continua a desrespeitar a lei que proíbe que eu fique com uma dor de barriga. De novo um episódio fantástico, com acção, tiros, divertimento e, claro, com uma ponta final de tirar a respiração…tanto de querermos saber mais como de não conseguirmos parar de rir. É a melhor série que passa na TV actualmente, sem dúvida.

The Good Guys (1.06) – Chega dizer que continua a cumprir o papel: divertir. The Good Guys é aquilo que se chama um porto seguro. Nunca é mau…nunca. Este episódio é mostra disso, para além de demonstrar como a malta que está por de trás da série tem uma imaginação de todo o tamanho. Muitos sorrisos e risadas.

True Blood (3.03) – Um episódio parado mas que não consegue ter uma ligação com as personagens como a série já nos deu anteriormente. As analepses (vou começar a falar português) foram bem introduzidas, mas é um pouco exagero haver aquela cena final. De resto, o lobo mostra-se uma personagem fraca, a Sookie comporta-se, Sam enerva, Bill exagera ao aceitar o cargo e Erik alimenta-se…talvez a melhor coisinha, a par da cena da Pam com uma dita bonita rapariga chamada de Yvetta. Falta alguma coisa? A Arlene tem uma boa narrativa, a Tara enerva, o Jason mete nojo, ao fundar um hinduísmo mortífero, e a Jessica e toda aquela treta do corpo irrita. Acho que é fraco para um episódio de True Blood. Vamos ver se melhora.

True Blood (3.04) – Para mim este foi o melhor episódio da temporada. Foi onde vi as narrativas a consolidarem, e não a surgirem como fungos que, após isso, parecem não crescer. True Blood está a mudar de direcção, para algo mais dramático e menos divertido. Mesmo assim, e somando tudo, aquela narrativa do Bill está a ser interessante, esquecendo alguns pormenores, a narrativa da Sookie está a crescer, apesar do lobisomem não ser grande ajuda e o Eric está em problemas. Agora é ver o que sai daqui. Mas, pelo menos, estou a gostar das prespectivas e da confusão instalada, principalmente naquele “chamamento” de Sookie ao Bill. E não esquecer que a Jessica tem emprego. Who Cares?

White Collar (2.01) – Voltou a série da USA, com um bom ritmo. A série consegue manter as qualidades que lhe permitiu ter uma boa primeira temporada, para além de adicionar logo, neste primeiro episódio, uns bons arcos. De resto temos o caso que foi, como quase sempre, bem nivelado e com reviravoltas bem realizadas. WC começa bem.

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